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4 dicas para lidar com a enxaqueca

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enxaqueca, um tipo de cefaleia (popularmente conhecida como “dor de cabeça”), atinge cerca de 30 milhões de brasileiros, sendo que 75% são mulheres. Não à toa, é um dos temas mais pesquisados no nosso site.

Dor, abuso de analgésicos e idas constantes ao pronto-socorro fazem parte da rotina de quem sofre de enxaqueca e não consegue tratamento adequado. Você sabia que, no Brasil, apenas 56% dos pacientes procuram atendimento, e desses, só 16% se consultam com especialistas em cefaleias?

Caxumba e meningite: conheça as diferenças entre os sintomas

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caxumba raramente pode resultar em complicações mais graves e não tem tratamento específico, apenas repouso e espera. A melhor forma de prevenir é através da vacina. Já a meningite deve ser tratada com extremo cuidado, pois pode levar até a morte. A confusão dos sintomas pode fazer com que o diagnóstico médico não seja feito rápido o suficiente, gerando consequências para o paciente. Assim, conheça mais sobre as doenças e, ao menor sinal ou sintoma de qualquer uma das duas, procure um especialista:

CÓLICA

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A cólica, também conhecida por dismenorreia, é o sintoma mais comum que acompanha a menstruação. Juntamente à tensão pré-menstrual, é uma das principais queixas das mulheres.

Há dois tipos de cólica: a primária, que existe desde a menarca (nome dado à primeira menstruação) juntamente com o início dos ciclos ovulatórios; e a secundária, que surge após um período sem dor.

A cólica primária é de natureza desconhecida e inata ao organismo feminino. Já a cólica secundária pode ser provocada por doenças como inflamações pélvicas, endometriose e miomas.

Sintomas do Climatério

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Os sintomas do climatério geralmente iniciam por volta dos 50 anos de idade e marcam o fim da fase reprodutiva da mulher. Os principais sintomas do climatério são as ondas de calor repentinas e a falta de desejo sexual.

Estes sintomas surgem um pouco antes da última menstruação e podem durar de 2 a 3 anos. Além destes, outros sintomas típicos do climatério incluem:

Ovários policísticos pedem vigilância continua

SOP

Em medicina, classifica-se como “síndrome” uma doença caracterizada por um conjunto de sintomas. No caso dasíndrome dos ovários policísticos (SOP), que afeta entre 5% e 10% das mulheres em idade reprodutiva, os principais são irregularidade no ciclo menstrual (atraso, ou adiantamento ) e sangramentos excessivos, que refletem ovulação e produção hormonal anormal e podem resultar em infertilidade. Outros sinais comuns são excesso de pelos (problema também chamado de hirsutismo) e acne.

A síndrome é caracterizada por ovários maiores que o normal, com muitos cistos, e é provocada pelo excesso de um hormônio chamado androgênio. Esse excesso estimula o crescimento de pelos e a produção de oleosidade pela glândula sebácea — o que facilita a instalação de infecções características das espinhas. No entanto, a origem da acne é multifatorial e não resulta apenas da ação de androgênios.

Cuidados com a Saúde íntima da Mulher

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- Use sabonete neutro ou produtos apropriados para a higiene da região genital. Evite os sabonetes comuns e os que contêm cremes hidratantes. Esses são ótimos para a pele, mas péssimos para a vagina. Pode-se ter dois sabonetes, um para as mucosas, outro para o resto do corpo.

- Evite desodorantes íntimos e produtos como talcos e perfumes.

- Evite excessos, como lavagens exageradas na região genital, que podem retirar a proteção natural da vagina.

Ovário policístico: entenda o distúrbio

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Ciclo menstrual desregulado, obesidade repentina, acne… Quem já teve unzinho sequer desses sintomas deve ter ouvido daquela tia sabe-tudo: “devem ser ovários policísticos!!”. Só mesmo um bom médico e uma ultrassonografia para dizer, mas em geral, não é que é isso mesmo?

Paradoxo da gordinha

Além do atraso na menstruação, a SOP pode aparecer por meio de sintomas estéticos. Ou, em nome da precisão, anti-estéticos… Muita acne, pele e cabelos oleosos, pelos grossos, em excesso e em lugares estranhos – como linha do umbigo, na auréola do seio, braços e costas – estão no rol dos sinais comuns.

CUIDADO COM AS ARMADILHAS DAS DIETAS

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A balança – um dos maiores medos das mulheres – às vezes parece não querer colaborar. Nesses momentos, mesmo colocando em prática todos os seus conhecimentos sobre dietas e emagrecimento, o ponteiro insiste em não descer? Cuidado com os produtos que você consome!

Cervicite ou Endocervicite

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Cervicite é uma irritação do colo do útero provocada por uma variedade de organismos diferentes.

Causas comuns são a gonorreia, herpes, clamídia e infecções bacterianas.

Existem também cervicites crônicas comuns nas mulheres depois do parto. É associada também frequentemente com a gravidez e o uso de contraceptivos orais. Menos frequentemente, a cervicite é causada por sensibilidades a determinados produtos químicos, incluindo aqueles presentes nos espermicidas, no látex das camisinhas e nos tampões vaginais.

As causas dessas doenças são várias, e todas necessitam de avaliação e tratamento por parte de um médico.

Os sintomas são inflamação, vermelhidão e corrimento que sai do colo do útero, podendo ou não se exteriorizar pelavagina.

Ecocardiografia fetal

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A Clínica IAM (Instituto de Assistência à Mulher), pioneira em nível regional em ultra-sonografia 3D/4D oferece a mais alta tecnologia a serviço da vida. No IAM o seu bebê só falta falar. Agora com Ecocardiografia Fetal. Venha viver essa alegria. O serviço de ecocardiografia fetal do IAM – Instituto de Assistência à Mulher está localizado na Urmec, Santo Antônio de Jesus, Bahia. Mais informações e marcação do exame através dos telefones (75)3311-3771/3311-3772/ 3311-3773.

A ecocardiografia fetal é um método ultrassonográfico não invasivo realizado no abdome da mulher grávida após a 18ª semana de gestação, para avaliação intrauterina morfológica e funcional do coração do feto. Clique na imagem para ampliar.

Indicações

  • Detecção ou exclusão de anormalidades cardíacas fetais durante o pré-natal
  • Detecção ou suspeita de cardiopatia congênita à ultrassonografia obstétrica
  • Fatores de risco materno-familiares para cardiopatias
  • Gestação prévia com cardiopatia congênita
  • Avaliação de repercussões de arritmias cardíacas fetais

Contraindicações

Não há

Preparo

Não há

Como é feito

O transdutor é colocado sobre o abdome materno, a fim de se obter as imagens do coração do feto. No monitor são observadas as possíveis alterações anatômicas e funcionais da circulação fetal normal

Limitações

  • Antes da 18ª. semana de gestação: não é recomendada a realização devido à imaturidade do feto, que dificultaria a avaliação das estruturas cardíacas
  • No final da gestação também pode haver dificuldade na visualização das estruturas cardícas (janela acústica inadequada ou desfavorável)
  • .Agitação ou posicionamento inadequado do feto
  • Gestação múltipla

SÍNDROME METABÓLICA

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A síndrome metabólica, conhecida também por síndrome plurimetabólica, pode ser definida como um conjunto de fatores de risco inter-relacionados que aumentam a possibilidade de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e/ou diabetes mellitus tipo II.

A causa exata para o aparecimento de síndrome metabólica não está ainda definida, mas sabe-se que a obesidade abdominal e a resistência à insulina parecem ter um papel essencial para o aparecimento da síndrome.

Diagnóstico da Síndrome Metabólica

O diagnóstico da Síndrome Metabólica é com base nos critérios para diagnóstico da Síndrome Metabólica:

  • Glicemia em jejum entre os 100 e 125 ou entre 140 e 200 após refeições;
  • Valores de HDL baixos e LDL elevados;
  • Níveis aumentados de triglicéridos e ácido úrico;
  • Obesidade, avaliada pela medida da circunferência abdominal nos homens >102 cm e nas mulheres > 88cm
  • Alguns marcadores no sangue alterados, entre eles a proteína C-reativa.

O indivíduo tem síndrome metabólica se apresentar pelo menos 3 destes critérios e o tratamento deve ser iniciado rapidamente para evitar as consequências que a doença possa vir a provocar.

Endometriose

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O que é:

A endometriose é uma situação caracterizada pelo crescimento do tecido endometrial do útero, fora do útero. Seu principal sintoma é a cólica intensa durante o período menstrual e seu tratamento pode ser feito com a toma de medicamentos supressores da menstruação e nos casos mais graves pode ser necessária a remoção dos órgãos afetados.
O melhor exame para diagnosticar a endometriose é laparoscopia, mas o médico poderá pedir também uma ultra sonografia pélvica.

Sintomas da Endometriose

São sintomas da endometriose:

Cólica menstrual muito forte e incapacitante;
Menstruação abundante;
Dor durante a relação ou logo após;
Dor pélvica de longa data;
Dificuldade em urinar;
Dor no fundo das costas;
Dificuldade em engravidar;
Sangramento anal na época da menstruação.
Contudo, algumas mulheres não apresentam sintomas.

Endometriose Profunda

Na endometriose profunda os sintomas da doença são mais intensos e o tratamento poderá ser feito através da retirada do tecido endometrial com uma cirurgia. Para muitas mulheres esta opção pode representar a cura da endometriose.

Endometriose tem cura

A cura da endometriose pode ser alcançada através do tratamento clínico da doença, mas nos casos de endometriose profunda a melhor solução parece ser a retirada de todo tecido endometrial numa cirurgia.

Tratamento para Endometriose

O tratamento da endometriose pode ser feito com:

Analgésicos;
Pilula anticoncepcional de uso contínuo;
Indução da menopausa;
Retirada do útero:
Cirurgia para remoção do tecido endometrial;
Cirurgia para retirada dos órgãos afetados (casos mais graves).
A escolha do tratamento vai depender da idade da mulher, do seu desejo ou não de ter filhos e da gravidade dos sintomas que ela apresenta. A endometriose regride com a menopausa e por isso a antecipação da menopausa pode ser uma das opções de tratamento.

Causas da Endometriose

As causas da endometriose ainda são desconhecidas mas suspeita-se de que:

Por algum motivo as células da menstruação ao invés de irem para o útero passam pelas trompas e depositam-se em outros locais da cavidade abdominal, ou que
Haja um fator genético envolvido e uma possível alteração do sistema imunológico.
Complicações da Endometriose

Algumas das complicações da endometriose são:

Infertilidade;
Aumento do risco de aborto;
Comprometimento dos órgãos afetados pelo tecido endometrial;
Remoção de órgãos da cavidade pélvica por estarem afetados pela doença.
O endométrio é um tecido normalmente encontrado apenas no revestimento uterino interno. Na endometriose, pequenos fragmentos deste tecido podem refluir para o interior do corpo afetando, por exemplo: ovário; intestino; bexiga; vagina.

Quando este tecido afeta outros órgão cria aderências que podem causar intensas dores abdominais de difícil diagnóstico.
Fonte: Tua Saúde.

Câncer de Mama em Jovens

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O número de casos de câncer de mama em mulheres jovens aparentemente está crescendo em todo o mundo. Ainda não é possível identificar apenas uma causa para o aumento dos casos. No entanto, atualmente, pode-se falar em cura para os casos de câncer de mama detectados precocemente.

O início da puberdade marcado pelo desenvolvimento das mamas, quando associado a obesidade representa um fator de risco para o câncer de mama. Existe uma associação entre câncer de mama, idade precoce da menarca e maior índice de massa corporal e gordura corporal.

Cuidados Essenciais

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Criamos a categoria “Só Para Mulheres”, onde você poderá interagir contando suas experiências com filhos, saúde, relacionamentos, tirando dúvidas, relatando histórias de superação, dando suas dicas de beleza, enfim… a categoria é “Só Para Mulheres”. Converse com a gente. Venha fazer parte do nosso universo feminino. Frequentemente, estaremos trazendo especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas sobre saúde, estética, sexualidade, comportamento e muitas outras áreas. A categoria está no topo do site. Seja bem-vinda. Comente à vontade.

CÂNCER DE MAMA

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Câncer de mama é um tumor maligno, formado pelo desenvolvimento de células de maneira desordenada, criando um ou mais nódulos na mama.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é o câncer que mais causa mortes e o mais comum nas mulheres brasileiras, que a consideram a doença mais temida, já que afeta a percepção da sexualidade e a imagem pessoal.

Por não existir uma causa específica para essa doença, os especialistas apontam alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de câncer. Os principais indicativos são:

• Ser mulher;
• Idade – mulheres acima dos 50 anos correm mais risco;
• Histórico familiar (parentes que já tiveram a doença);
• Não ter filhos ou ter depois dos 30 anos;
• Elevado consumo de álcool (uma dose diária);
• Excesso de peso (gordura na região abdominal);
• Falta de exercícios físicos;
• Ciclo menstrual: mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco ligeiramente maior de ter câncer de mama;
• Tratamento com dietilestilbestrol: no passado, grávidas tomaram essa droga para reduzir o risco de aborto espontâneo. Mais tarde descobriu-se que o medicamento tinha efeitos teratogênicos (causando más-formações) e carcinogênicos.

SAIBA COMO PARECER MAIS JÓVEM

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Já faz um tempo que os cientistas descobriram uma classe de pigmentos que ocorre de forma natural: os carotenóides. Esses pigmentos possuem potentes propriedades antioxidantes cruciais para a nossa saúde.

Mais recentemente, uma classe de carotenóides ganhou relevância de super nutrientes tornando foco de uma enorme e crescente quantidade de estudos científicos. Os estudos trazem que esses carotenóides agem como protetor solar, como preventivo contra as rugas, pele seca e manchas senis, além de reverter os sinais do envelhecimento. Neste caso estamos falando da astaxantina, o mais potente antioxidante que natureza tem para oferecer.

Além das vantagens já citadas, existem outras propriedades que tornam esse carotenóide ainda mais especial. Confira:

Sexo: dúvidas constrangedoras respondidas numa boa

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Os especialistas Fátima Protti e Théo Lerner colocam um ponto final nas questões mais íntimas das leitoras

Sabe aquelas perguntas chatas que a gente não costumar ter coragem de perguntar para o médico? Reunimos quatro delas nessa coluna especial, que conta com a participação do ginecologista e terapeuta sexual Théo Lerner.

É normal soltar ar pela vagina após (ou durante) a relação sexual?
É normal e perfeitamente comum. Isso porque durante os movimentos de entrada e saída do pênis o ar pode ficar preso na cavidade vaginal e, ao término do coito, esse ar passa a ser liberado. Algumas posições favorecem essa ocorrência, como “de quatro”, por exemplo.

Faz mal transar menstruada? Interfere na cólica?
Fazer sexo durante a menstruação não provoca nenhum dano direto à saúde. Entretanto, o rompimento dos vasos sanguíneos da camada interna do útero deixa a mulher mais vulnerável às infecções sexualmente transmissíveis. O preservativo, que deve ser usado sempre, se torna ainda mais importante nesse período. Quanto à cólica, tudo depende da sensibilidade da mulher. Algumas substâncias presentes no esperma, em especial as prostaglandina, podem aumentar as cólicas em mulheres sensíveis – e a camisinha mais uma vez exclui essa possibilidade.

Como fazer sexo anal com higiene?
No sexo anal existe o risco de contato com as fezes depositadas no reto, que é a parte final do intestino, por isso a preocupação com a higiene é muito importante. Esvaziar o reto antes de praticar sexo anal pode diminuir os riscos de uma possível infecção causada pelo contato indesejável. Fazer uso de lavagem intestinal antes do sexo é muito importante, e o lubrificante a base de água pode ser uma boa pedida. E o mais importante: a camisinha é fundamental.

Fazer xixi é sempre um drama após a transa, eu sinto minha vagina arder por algum tempo. O que acontece comigo?
Primeiramente é preciso detectar se o ardor está na uretra ou vagina, pois são canais diferentes. Sendo na vagina, ele pode ser causado pelo atrito do pênis durante os movimentos de entrada e saída da vagina – o que ocasiona certa escoriação, e a lubrificação insuficiente também contribui para isso. Nesse caso, um gel lubrificante pode resolver o problema facilmente. Outras possibilidades nos dois casos: inflamações, infecções, corrimentos e bactérias. Daí só um ginecologista poderá ajudar receitando o tratamento adequado.

Fonte: “delas.ig”

seu bebê: a hora do banho

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Quando a hora do banho chegar, é importante prezar pela segurança e o prazer do bebê e da mãe. Confira algumas dicas que vão facilitar o processo e tornar o momento mais gostoso:

•    Tente escolher sempre o mesmo horário e o melhor momento para dar o banho,  para que você possa se dedicar em tempo integral ao bebê.
•    Sempre utilize sabonetes neutros.
•    Comece o banho lavando apenas com água o rosto o bebê. Após o rosto, siga pela cabeça e o resto do corpo. Dê uma atenção especial ao coto umbilical, limpando também ao redor.
•    Após o banho, seque o bebê com uma toalha macia e absorvente, com bastante calma e cuidado. Faça o curativo do coto umbilical conforme as orientações pediátricas.
•    Por fim, faça a higienização da banheira.

Quando for preparar o banho, lembre-se de organizar tudo o que é preciso:

- Sabonete neutro.
- Hastes flexíveis de algodão.
- Algodão.
- Toalha.
- Escova macia.
- Pomada antiassaduras.
- Fralda.
- Roupas que o bebê vestirá após o banho.

Não esqueça também de prender os cabelos e retirar correntes, anéis e relógios para não machucar a delicada pele do bebê.

Preventivo pode identificar HPV e evitar câncer de colo de útero

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O papiloma vírus humano (HPV) não é apenas um vírus e sim uma família com cerca de 200 tipos. Classificados por ‘alto’ ou ‘baixo’ risco de câncer, a maioria é sexualmente transmissível e pode provocar lesões na pele ou mucosa. Os de alto risco, geralmente, estão relacionados a tumores malignos e são eles que causam 90% dos cânceres de colo de útero. Alguns estudos indicam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas, no mundo, serão infectadas por um ou mais tipos de HPV, em algum momento da vida.

A transmissão do papiloma acontece por meio do contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos em relações sexuais, podendo causar ferimentos na vagina, colo do útero, pênis e ânus. O uso da camisinha é a maneira mais eficaz para reduzir a possibilidade de contágio. Por isso, a utilização do preservativo é recomendada em qualquer tipo de relação, mesmo naquela entre casais estáveis.

A maioria das infecções do HPV é combatida espontaneamente pelo sistema imunológico. Mas nem sempre os anticorpos são capazes de eliminar o vírus. As infecções mais comuns são as verrugas, popularmente conhecidas como “crista de galo” e são tratadas com cauterização. Entretanto, são as infecções que não apresentam sintomas que podem progredir e gerar o câncer do colo do útero.

Diagnóstico – o HPV pode ser diagnosticado por meio de exames ginecológicos. As lesões precursoras do câncer podem ser identificadas através do exame preventivo chamado Papanicolau e o diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais como o teste de captura híbrida e o exame de sangue PCR. Ambos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, em todos os estados do país.

A coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do MS, Esther Vilela, garante que medidas estão sendo tomadas para que o diagnóstico seja ainda mais preciso. “O Ministério da Saúde está investindo no controle de qualidade dos laboratórios que realizam os exames de prevenção, pois a qualidade do resultado deles interfere diretamente no laudo. E se esse resultado for positivo para HPV, nós temos uma lesão precursora e temos que tratá-la antes de virar um câncer”, diz Esther.

A doença matou mais de cinco mil mulheres em 2011. A coordenadora explica porque esse número ainda é alto: “As mulheres não precisam morrer de câncer de colo de útero. Nós temos que romper a barreira do preconceito por falta de acesso a informação e ao exame de prevenção. Se as mulheres que tem de 25 a 64 anos fizerem anualmente o exame ginecológico, preventivo, podemos tratar dos casos no inicio e esses números de óbitos vão reduzir”.

Tratamento – Diversos tipos de tratamento são oferecidos pelo SUS, inclusive o tratamento com laser e o procedimento cirúrgico. Entretanto, é o médico que recomenda a conduta mais adequada, após a avaliação de cada caso.

Transmissão do homem para a mulher – O fato de o homem ter tido relação sexual com uma mulher infectada pelo HPV não significa que ele transmitirá a infecção. Entretanto, é recomendado que os homens procurem um urologista para realizar a peniscopia ou o teste de biológico que detecta a presença do DNA do HPV.

Mulheres grávidas – A grávida tem o sistema de defesa mais baixo e pode ser mais receptível a desenvolver o vírus. Mas a ocorrência de HPV durante a gravidez não implica, obrigatoriamente, na má formação do feto e não impede o parto normal ou a cesariana.

Camilla Terra

7 nutrientes para mulheres e + 1

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Confira 7 nutrientes e + 1 que são indispensáveis para a saúde da mulher.

1. Cálcio
O cálcio reduz a chance de desenvolverosteoporose e a maioria das mulheres não consome a dose necessária desse nutriente. Além dos laticínios, folhas verdes, frutos do mar e legumes são boas fontes de cálcio.
Dose ideal: 1 mg por dia e 1,2 mg por dia depois da menopausa

2. Magnésio
O Magnésio ajuda a produzir energia celular que mantém os músculos e nervos, o ritmo vascular, aumenta sua imunidade, constrói ossos, regular o açúcar no sangue e a pressão! Boas fontes de magnésio são: espinafre, castanha do pará, comida não processada, grãos integrais, frutas.
Dose diária: 310 a 320 mg por dia; 350 a 360 mg se estiver grávida.

7 nutrientes fundamentais para mulheres
7 nutrientes fundamentais para mulheres e + 1

3. Ômega-3
Acalmar inflamações, melhorar a saúde do coração e prevenir o câncer são alguns dos benefícios do ômega-3. Para obtê-lo, coma peixes – principalmente salmão, sardinha e atum), óleo de canola, sementes de chia e sementes de linhaça.