Arquivo da categoria: Todas as Notícias

Estudos indicam caminhos para manter a chama do casamento acesa

blog

Quando as pessoas se apaixonam e decidem se casar, a expectativa é quase sempre de que o amor, o casamento e a felicidade irão durar. Os votos dizem: “até que a morte nos separe”. Apenas a pessoa mais cínica seria capaz de pensar, andando até o altar, que se as coisas não derem certo “nós sempre podemos nos separar”.

Mas, nos Estados Unidos, a taxa de divórcios é metade da taxa de casamentos, e isso não é bom para essa adorada instituição.

Embora alguns divórcios sejam claramente justificados por abuso emocional ou físico, infidelidade intolerável, comportamento viciado ou incompatibilidades irreconciliáveis, os especialistas dizem que muitos casamentos fracassados parecem ter acabado por uma falta de esforço para manter acesa a brasa do amor.

Digo “brasa” porque as chamas do amor – os sentimentos que levam as pessoas a esquecer todos os seus problemas e voar pelas ruas com asas nos pés – não duram muito tempo, e nem podem, se os amantes tiverem planos a seguir. A paixão inflamada por um novo amor, inevitavelmente, vai esfriar e precisará amadurecer e se tornar carinho, compaixão e companheirismo que poderão sustentar uma relação duradoura.

Estudos realizados por Richard E. Lucas e seus colegas na Universidade Estadual de Michigan mostraram que a explosão de felicidade que ocorre com o casamento dura apenas cerca de dois anos, depois dos quais as pessoas voltam a seus antigos níveis de felicidade – ou infelicidade.

Amor excessivo e paixão têm vida mais curta e precisam evoluir em “amor de companheirismo, composto mais por uma afeição profunda, conexões e vínculos”, de acordo com Sonja Lyubomirsky, professora de psicologia na Universidade de Califórnia em Riverside.

Mantendo vivo

Quer emagrecer? Coma devagar! Segundo especialistas, esse hábito reduz a ingestão alimentar

granola-e-seus-beneficios-70-320

Dois novos estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Rhode Island estão sustentando a hipótese de que a velocidade que se come influencia na quantidade de comida ingerida. Os estudos descobriram também que homens e obesos comem mais rápido que as mulheres e pessoas mais magras, respectivamente. Também foi constatado que grãos refinados são consumidos mais rapidamente do que grãos integrais.

Kathleen Melanson, professora de nutrição e uma das responsáveis pela pesquisa, descobriu junto com sua equipe que pessoas que comem rapidamente consomem mais gramas de comida que pessoas que comem mais lentamente. Também foi descoberto o que chamaram de “diferenças de gênero”, em que se percebeu que homens consomem cerca de 80 calorias por minuto, enquanto as mulheres ingerem 52 calorias durante o mesmo tempo. “Os homens que relataram comer devagar comeram em uma taxa quase igual às mulheres que relataram comer rapidamente”, afirmou Melanson.

O resultado de um dos estudos mostrou uma forte associação entre a velocidade de alimentação e o índice de massa corporal (IMC). “Uma teoria que estamos seguindo é a de que comer rapidamente pode estar relacionado a maiores necessidades de energia, já que homens e pessoas mais pesadas apresentam essa necessidade aumentada”, disse a pesquisadora.

O que também chamou a atenção dos pesquisadores foi o tempo que os indivíduos que participaram da pesquisa levaram para comer grãos integrais e refinados – os cereais integrais levaram muito mais tempo para serem consumidos do que os refinados. “Os grãos integrais são mais fibrosos, fazendo com que a pessoa mastigue mais”, explicou.

A pesquisadora afirma que sua pesquisa demonstrou que comer devagar resulta em um número significativamente menor de calorias a serem consumidas. No entanto, ela explica que não deve ser considerado apenas o benefício de se levar mais tempo para comer. “Não é apenas o quanto se leva para ingerir um alimento, mas sim como você come”.

“Leva tempo para o seu corpo processar os sinais de plenitude. Comer de modo mais lento pode dar tempo para o cérebro registrar que você está satisfeito antes que você tenha comido demais”, conclui.

Testosterona pode ser um perigo ao organismo feminino

testosterona

Quando o assunto é o uso do hormônio masculino testosterona pelas mulheres, as promessas são as melhores possíveis: menos gordura corporal, músculos para lá de definidos e disposição total para encarar e melhorar o desempenho nas atividades físicas. Mas o que aparentemente pode ser uma boa para qualquer mulher, pode representar, na verdade, um grande perigo.

Para quem não sabe, a testosterona é um hormônio masculino produzido nos testículos e nas glândulas suprarrenais, que se situam sobre os rins. Ela é responsável por todas as características sexuais dos homens – aparecimento dos pelos, aumento dos músculos e engrossamento da voz -  e tem ligação com a libido, a disposição e a agressividade. A substância também é produzida nas mulheres, nas glândulas suprarrenais e no ovário, mas em uma quantidade bem menor.

Jeito de homem
A ingestão desse hormônio sem orientação médica pode causar no organismo feminino uma porção de efeitos colaterais, mais intensos do que os possíveis bons resultados oferecidos e afetam, inclusive, o ciclo menstrual da mulher. “Quando a testosterona é consumida de um modo suplementar, uma das primeiras reações percebidas é a irregularidade da menstruação. O hormônio também pode provocar, em alguns casos, a falha na ovulação, que culmina em problemas de fertilidade, e a diminuição dos seios”, informa Antônio Carlos Rodrigues da Cunha, ginecologista e professor da Universidade de Brasília (UnB).

Além disso, como muito se fala por aí, o crescimento do pomo de adão (conhecido como gogó), o aumento de pelos faciais e corporais e o engrossamento da voz realmente são comuns às mulheres que usam e abusam da testosterona. E, infelizmente, não para por aí. “Com a ingestão desse hormônio, além do desenvolvimento de características fortemente masculinas, é muito comum o aparecimento de acne, o crescimento do clitóris, a queda de cabelo, a retenção de líquido e a potencialização da agressividade”, informa Alessandra Rascovski, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

E se a dose ingerida de testosterona for muito alta ou o tempo de uso longo demais, o quadro pode ficar ainda mais complicado e outros problemas de saúde podem ser causados. “O consumo muito alto de testosterona pode aumentar a formação dos glóbulos vermelhos e a coagulação do sangue, que pode elevar o risco de trombose, hepatite e o surgimento de cistos e tumores malignos”, alerta Alessandra.

Pois é. Lançar mão da testosterona pode ser uma grande furada. No entanto, em alguns casos, a utilização do hormônio é permitida por mulheres que estão na menopausa. “Nessa fase da vida, a reposição da testosterona ajuda a restabelecer a libido e a combater a perda de massa muscular, mas isso deve ser feito com total controle e acompanhamento médico, porque o hormônio pode também aumentar os riscos de doenças cardiovasculares, como o infarto. Por isso, é preciso ter cautela. Nem mesmo nesses casos, a testosterona é muito indicada”, alerta Antônio Carlos.

Alimentação e Gravidez

alimentos

A melhor garantia para a sustentação da gravidez é uma alimentação variada e rica em carnes e frutas. Na opinião de vários especialistas é nos alimentos que o bebê encontra importantes fonte de vitaminas, como os sais minerais e vários outros nutrientes considerados indispensáveis ao desenvolvimento intrauterino. Prefira comer para dois e não por dois. Em caso de alguma dúvida, converse com o seu médico ou procure por um especialista que são os profissionais indicados para orientar sobre a alimentação mais adequada.

Vitamina A

- Auxilia o desenvolvimento celular, crescimento ósseo e na formação do broto dentário do feto. Interfere no desenvolvimento do tecido ocular e no sistema imunológico da gestante.
- Carência severa: diminuição das defesas contra infecções.
- Onde encontrar: leite e derivados, gema de ovo, fígado, frutas como laranja e mamão, couve e vegetais amarelos.

Ácido Fólico

- Carência severa: risco de malformação fetal.
- Onde encontrar: fígado e verduras de cor verde-escura, como brócolis.
- Tem influência na produção de núcleo celular (DNA), que determina a formação do bebê. Muitos obstetras sugerem aumentar a ingestão desse nutriente assim que a mulher resolve engravidar.

Carboidrato

- Encontrado na batata, arroz e massas, como pão e macarrão.
- Fonte de energia do organismo. Sem ele o corpo queima gorduras e proteínas, o que não é recomendável principalmente na gestação.
- Carência severa: fadiga excessiva.

Ferro

- É necessário para a formação das células sangíneas do feto. O aumento do volume sanguíneo na mãe também exige maior produção de hemoglobina, pigmento que dá a cor vermelha às células do sangue e responsável pelo carreamento do oxigênio. O ferro á matéria-prima da hemoglobina.
- A carência severa provoca anemia materna. O ferro pode ser encontrado no fígado, carnes em geral, leguminosas como o feijão.

Continue lendo…

O que diminui o desejo sexual feminino?

como-melhorar-libido

Quem não conhece uma amiga que confessou estar com a libido em baixa? Sim, é muito mais comum do que a gente imagina. Se isso está acontecendo com você agora, não se preocupe: vamos ajudá-la! As razões? Bem, podem ser do corpo e da mente. Dentre as emocionais, duas são muito comuns: os problemas no relacionamento e a falta de conhecimento do próprio corpo. Quem afirma isso é a psicóloga Cida Lessa, especializada em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

“Quando o relacionamento está insatisfatório, a libido é afetada. A mulher não separa o sexo das outras questões. A maneira como ela é tratada, os problemas financeiros ou profissionais, dificuldades em relação à educação dos filhos… Tudo isso reflete na vida sexual”, explica Cida.

Para o homem, segundo a especialista, as coisas funcionam de outro jeito. “Eles conseguem sentir desejo pela mulher mesmo tendo outros problemas no relacionamento. O sexo feminino costuma generalizar. Se ela está insatisfeita com seu parceiro em algum aspecto, é comum perder o desejo.”

Outra razão citada por Cida está ligada à relação que temos com nós mesmas. “A mulher se conhece pouco. Muitas vezes não sabe onde e como sente prazer. Não explora o próprio corpo e não se permite perceber o estímulo do outro, para descobrir o que lhe agrada. Faz parte da educação feminina não se masturbar, por exemplo.”

Cida diz, também, que já é mais frequente as mulheres falarem sobre o assunto, mas, ainda assim, não conversam com quem deveriam: seus parceiros. “Não demonstrar seus interesses, vontades e fantasias é um erro. Às vezes, vejo mulheres reclamando dos homens, mas eles não têm como adivinhar o que elas querem.”

Além disso, Cida diz notar em seus atendimentos que, quando uma paciente consegue se abrir e o casal procura ajuda, nem sempre elas levam a sério um tratamento. “As mulheres se desinteressam muito rápido pela solução. Quando há um problema sexual, os homens vão buscar saná-lo até o fim. Elas desistem antes.”

Recupere a libido

Veja nove dicas que a especialista Cida Lessa reuniu para ajudar você nesse setor:

1. Identifique e resolva os problemas que estão prejudicando o seu relacionamento;

2. Aprenda a separar os problemas. Não deixe que os acontecimentos ruins do dia interfiram na sua vida sexual;

3. Não tenha receio de dizer ao seu parceiro do que você gosta (ou não) no sexo;

4. Se achar que não pode resolver o problema sozinha, procure terapia;

5. Não responsabilize o outro por sua falta de desejo. Tente resolver;

6
. Não espere que ele adivinhe que você não está satisfeita. Converse;

7.
Explore seu próprio corpo e descubra o que lhe dá prazer;

8.
Converse com seu ginecologista sobre o problema;

9.
Não se conforme com a falta de libido. Você pode mudar essa situação.

Pergunte ao Doutor: endometriose

Endometriose2

Você costuma ter cólicas menstruais fortes? A medicação faz pouco efeito e a cada mês o quadro parece piorar? Procure um médico. Você pode sofrer de endometriose, doença que acomete um tecido da parte interna do útero.

O problema atinge de 10 a 14% das mulheres em fase reprodutiva (entre 19 e 44 anos) e pode levar à infertilidade. O diagnóstico precoce, porém, evita muitas complicações. A seguir, entenda a doença e conheça os tratamentos.

Entenda o problema

A doença está relacionada ao endométrio, tecido que reveste a parte interna do útero e tem como função preparar o órgão para receber o embrião quando a mulher engravida. Quando o óvulo não é fecundado, ele descama e é eliminado pela menstruação. Na endometriose, porém, em vez de ser totalmente descartado, o tecido vai para outras partes do corpo, como trompas, ovários, intestino delgado, bexiga, peritônio (membrana que reveste o útero), parede da pélvis, tecido entre a vagina e o reto. A cada menstruação, haverá sangramento nos lugares em que houver endométrio.

Quais são os sintomas?

· Dor pélvica (na parte inferior da barriga, um palmo abaixo do umbigo). A intensidade da dor pode aumentar próximo ao período menstrual.

· Cólicas menstruais muito fortes. A cada mês, a intensidade da dor aumenta.

· Dor durante a relação sexual, principalmente quando há penetração mais profunda.

· Sangramento e dor ao urinar.

· Desconforto ao evacuar.

· Infertilidade.

Diagnóstico

O médico fará um exame de toque no abdome para identificar áreas mais sensíveis à dor, ovários aumentados e mobilidade do útero. Poderá também solicitar outros exames, como ultrassom transvaginal, ressonância da região da pélvica, exame de sangue e colonoscopia.

Tratamentos

Para casos iniciais ou leves, com poucos focos da doença

· Ingestão de pílula anticoncepcional tomada sem pausa.

· Aplicação de DIU de progesterona, a fim de parar a menstruação. O dispositivo deve ser trocado a cada três anos.

· Ingestão de análogo GNRH, remédio mais forte do que a pílula, que também inibe a menstruação. A paciente toma a medicação por seis meses e, então, passa para a pílula anticoncepcional, tomada sem pausa.

Para casos ainda mais graves, com muitos focos da doença

· Laparoscopia, isto é, cirurgia que retira o tecido endometrial de partes indevidas.

Saiba quais sinais indicam que sua menstruação não é normal

mulher-descabelada-mulher-pensativa-ressaca-moral-ressa-crop

Quais sinais mostram que uma menstruação não é normal?

Normalmente considera-se uma menstruação normal aquela que tem duração entre dois e sete dias, ocorre em intervalos que podem variar de 21/21 dias até 35/35 dias e com o fluxo considerado adequado pela mulher. Se ela sair de algumas dessas características, é importante procurar auxílio de um ginecologista.

O que justifica essas alterações?

A paciente pode ter alguma disfunção hormonal ou alguma causa orgânica para o sangramento irregular.

Pode ser temporário?

Sim, principalmente nos casos disfuncionais. O sistema límbico, aquele que controla as nossas emoções, está intimamente ligado ao eixo neurogonadal que controla as menstruações das mulheres. Assim, o stress ou alguma situação emocional aguda (morte de um ente querido, por exemplo) podem levar a uma irregularidade menstrual temporária.

Pode ser sinal de algum problema mais grave?

Sim. Em alguns casos mais raros, o câncer de endométrio pode levar a um fluxo menstrual intenso.

Endometriose

endometriose

O que é?

Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero.

Endométrio é a camada interna (revestimento interno) do útero, que é renovada mensalmente pela menstruação.

Onde se localiza?

Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis (peritôneo).

Causas

Há diversas teorias sobre as causas da endometriose. A principal delas é que, durante a menstruação, células do endométrio, o revestimento interno do útero, sejam enviadas pelas trompas para dentro do abdômen (cavidade peritoneal).

Há evidências que sugerem ser uma doença genética. Outras sugerem ser uma doença do sistema de defesa. Na realidade, sabe-se que as células do endométrio podem ser encontradas no líquido peritoneal em volta do útero em grande parte das mulheres. No entanto, apenas algumas mulheres desenvolvem a doença. Estima-se que 6 a 7% das mulheres tenham endometriose.

Endometriose: Três doenças diferentes

As teorias mais modernas parecem mostrar que existem três tipos de endometriose que podem até ser três doenças diferentes:

Endometriose Ovariana: caracterizada por cistos ovarianos que contem sangue ou conteúdo de cor achocolatada.

Endometriose Peritoneal: onde os focos existem apenas no peritônio ou na parede pélvica.

Endometriose Profunda: que pela sua importância merece um capítulo à parte.

Endometriose Profunda

O que é?

Devido à proximidade entre o útero e o intestino, a endometriose pode invadir áreas adjacentes ao útero.

A principal característica dessa doença é a dor. Seu tratamento é difícil e, hoje, no Brasil, apenas poucos centros têm condição de fazer a cirurgia desse tipo de endometriose.

Tipos de endometriose profunda:
Endometriose reto sigmoide
Endometriose retro cervical
Endometriose septo-reto-vaginal
Endometriose – ligamentos útero-sacros
Endometriose intestinal

Tratamento

O tratamento da endometriose, hoje, depende de uma abordagem sincera entre a paciente e o médico. Após a avaliação cuidadosa de cada caso, o médico e a paciente vão resolver juntos o melhor caminho a ser seguido.

Especial atenção deve ser dada à paciente que pretende engravidar. Talvez seja necessário seu encaminhamento para um Centro de Reprodução Humana mesmo antes do tratamento da endometriose ser iniciado.

Outra principal atenção é a endometriose profunda. Sabe-se que cirurgias muito bem planejadas reduzem significativamente a dor nesses casos, mas essas cirurgias só são feitas em centros especializados.

Atualmente não há cura para a endometriose. No entanto, a dor e os sintomas dessa doença podem ser diminuídos e controlados.

As principais metas do tratamento são:

  • Aliviar ou reduzir a dor (e outros sintomas).
  • Diminuir o tamanho dos implantes.
  • Reverter ou limitar a progressão da doença.
  • Preservar ou restaurar a fertilidade.
  • Evitar ou adiar a recorrência da doença.

O tratamento cirúrgico pode ser feito com laparotomia ou laparoscopia. Os implantes de endometriose são destruídos por coagulação à laser, vaporização de alta frequência ou bisturi elétrico. A decisão cirúrgica é importante. A maior parte dos sucessos terapêuticos decorrem de uma primeira cirurgia bem planejada. Cirurgias repetidas são desaconselhadas, pois aumenta a chance de aderências peritoneais, tão prejudiciais como a própria doença.

O tratamento clínico de formas brandas em mulheres que não pretendem engravidar pode ser feito com anticoncepcionais orais, injetáveis, implantes subdérmicos ou intrauterinos. Há um certo consenso entre os estudiosos que o pior a fazer é não fazer nada, já que a doença pode ser evolutiva.

Em mulheres que pretendem engravidar, o tratamento pode ser feito com cirurgia e tratamento hormonal, ou tratamento hormonal e depois cirurgia. No entanto, estudos atuais mostram que em mulheres com endometriose e que não conseguem engravidar, a melhor alternativa é a fertilização in vitro, e que a presença de endometriose não afeta as taxas de gravidez quando esse método é escolhido.

Varias drogas têm sido usadas, mas poucas com resultados definitivos.
Trabalhos da Unicamp mostram uma melhora dos sintomas com o dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel.

Bons Hábitos

vida_saudavel

Não há dúvidas de quem bons hábitos prolongam a vida. Veja atitudes que contribuem para uma vida longa, saudável e feliz:

Faça consultas e exames rotineiramente: Identifique em seu médico um amigo a quem deve visitar regularmente. Dessas visitas saem as recomendações e os pedidos de exames que ele considera necessários. Seguir suas orientações é a maneira correta de se antecipar a problemas e ter condições de corrigi-los rapidamente.

Ame-se: Lembre-se de cuidar bem de você! Você só conseguirá ser boa para as pessoas que a cercam se sua autoimagem for positiva. Olhe-se no espelho. Está feliz com o que vê? Se a resposta for não, trabalhe para mudar isso.

Mantenha bons relacionamentos: Os verdadeiros amigos são jóias que precisamos preservar. Dê atenção a eles, aprenda a ouvi-los. Igualmente, relacione-se bem com a natureza. Delicie-se com as belas paisagens, os suaves sons, os agradáveis aromas. Vez ou outra acompanhe com calma as lentas transformações do horizonte durante um pôr-do-sol.

Adote normas de segurança: No trânsito, pratique direção defensiva. Nunca dirija se tiver bebido nem pegue carona com alguém alcoolizado. Evite os acidentes dentro de casa: não permita revestimentos soltos, objetos espalhados pelo chão ou fios atravessando a passagem. Durante a noite só se movimente com luz acesa e guarde corretamente remédios, inflamáveis e qualquer material ou objeto que possa provocar um acidente.

Controle o estresse: Ele faz parte da vida, mas, em grau elevado, pode precipitar o aparecimento de doenças e facilitar a ocorrência de acidentes. Faça uma coisa de cada vez. Aprenda a parar de vez em quando para relaxar e respirar fundo. Nesse momento, concentre-se apenas na respiração, acompanhando o lento movimento do ar entrando e saindo do seu corpo. Orações e meditações também representam escudos defensivos para os momentos de estresse.

Valorize os bons hábitos: Faça sexo seguro, não fume e beba com moderação. Lembre-se que o fumo é, individualmente, o maior causador de mortes possíveis de serem evitadas.

Falta de higiene bucal pode afetar fertilidade, diz estudo

dentes-amarelos-como-limpar222

Um estudo da Austrália sugere que problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina. A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália sugere que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo com que elas demorem em média dois meses a mais para engravidar.

Os cientistas apresentaram a pesquisa em uma conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses.

De acordo com os pesquisadores, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, poderá desencadear uma série de reações capaz de prejudicar o funcionamento normal do corpo.

A doença periodontal já foi ligada à doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.

“Até agora não existiam estudos publicados que investigavam se a doença nas gengivas pode afetar as chances de uma mulher conceber, então este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores que podem ser modificados para mulher melhorar as chances de uma gravidez”, afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.

Inflamação

O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres.

Aquelas com problemas de gengiva apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue.

De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.

“É bom senso aconselhar a mulher a ter certeza de que está saudável se ela quer tentar ter um filho”, disse o especialista em fertilidade britânico Allan Pacey.

Fonte: IG

Ações hoje podem ajudar a prevenir ou minimizar os efeitos de um problema cardíaco.

heart_doctor

Muitos médicos defendem que a melhor maneira de se evitar uma doença é ficar de olho nos que eles chamam de fatores de risco, embora não seja possível controlar todos os elementos que eventualmente levem a uma doença do coração. No caso do histórico familiar, muitas vezes a questão vai além da genética. Isso porque também é preciso considerar que o que faz uma doença ser comum em determinada família é o ambiente e o comportamento: tendência a comer os mesmos alimentos, ser fisicamente ativo ou não e fumar, por exemplo.

Também não dá para controlar a idade e o sexo, dois outros fatores que influenciam no risco de problemas cardíacos, embora as mulheres possam contar com o estrogênio como uma proteção contra doenças do coração.

No entanto, nossas ações hoje podem ajudar a prevenir, atrasar ou minimizar os efeitos de um problema cardíaco e o segredo está nos fatores de risco que podemos controlar. Colesterol, pressão alta e diabetes são os principais, e todos eles podem e devem ficar sob observação.

Para que a pressão sanguínea fique estável e no nível adequado, o colesterol apresente bons resultados e a diabete seja evitada ou fique sob controle, mudanças no estilo de vida são importantes:

  • não comece a fumar e, se você fuma, faça de tudo para parar;
  • seja ativa: escolha uma atividade física que goste e tente fazê-la todos os dias, por pelo menos 30 minutos;
  • limite o consumo de bebidas alcoólicas, já que elas ajudam a aumentar a pressão;
  • alimente-se bem, consumindo pelo menos cinco porções de frutas e vegetais diariamente, controlando o sal e reduzindo a ingestão de gorduras;
  • mantenha um peso saudável.

Isso tudo pode ter início hoje mesmo!

Apneia do sono pode afetar problemas sexuais em homens e mulheres

60783

Disfunção erétil é um dos problemas que podem ser causados por distúrbios de sono. As mulheres também sofrem algumas variações em relação ao sexo por causa da apneia do sono.

O estudo encontrou problemas sexuais nas pessoas com a síndrome da apneia do sono?

O questionário respondido durante o Episono revelou que 17% dos homens da cidade de São Paulo se queixaram de disfunção erétil. Na faixa etária entre 20 e 29 anos, 7% dos homens disseram ter o problema. Acima de 60 anos, a reclamação de disfunção erétil subiu para 60%. O levantamento mostrou que quem tinha menos sono REM tinha maior probabilidade de ter queixas de disfunção erétil. E os homens que acordavam muito durante a noite eram os que mais reclamavam do problema.

E quanto aos que dormiam bem?

Normalmente, os homens com bom padrão de sono não apresentaram queixa. Uma das conclusões é que quem dorme mal tem risco três vezes maior de apresentar disfunção erétil. Uma das causas é que a privação de sono reduz a testosterona, o hormônio sexual masculino. Praticar atividades físicas regularmente também se mostrou um fator protetor contra a disfunção erétil. Ou seja, para ter uma vida sexual normal é fundamental ter boas noites de sono e praticar atividade física.

Em mulheres essa relação também é encontrada?

Fizemos testes de privação de sono com ratas e observamos que, quando elas são privadas de sono REM em fases nas quais estão receptivas para o sexo, o desejo sexual aumenta muito. Por outro lado, quando a privação de sono REM foi imposta em fases nas quais a fêmea não estava disposta ao acasalamento, equivalentes à tensão pré-menstrual da mulher, a rejeição ao macho aumentou bastante. Registramos ratas agredindo os machos para evitar a relação. Mas não dá para extrapolar para as mulheres comportamentos como esse, porque, além do ciclo menstrual, a mulher também recebe influências de uma série de alterações psicológicas. Nessa linha, estou fazendo uma pesquisa com a ginecologista Helena Hachul, também da Unifesp, para averiguar se a privação de sono pode afetar a reprodução nas mulheres. Para isso, estamos investigando a relação entre qualidade de sono e gestação.

Ginecologista de Plantão

DR.-CHRISTIAN-FERRAZ-580x300

Este Chat é Patrocinado por: IAM – Instituto de Assistência a Mulher – Ultrassom 3D e 4D. A mais alta tecnologia a serviço da vida. Venha viver essa alegria.

Internauta diz: Após o orgasmo acabo desmaiando, e quando acordo, fico falando besteiras. Pode ser um problema sério?

Dr. Christian Ferraz diz: Essa é uma situação bastante incomum. Não é normal desmaiar após o orgasmo. É interessante fazer uma avaliação de magnitude maior, até mesmo neurológica. Digo isso porque existem situações hormonais do ciclo menstrual e também do prazer que estão relacionados a problemas neurológicos. O orgasmo é seguido de exaustão e prazer, mas o desmaio é, realmente, incomum. Vale a dica, procure um especialista.

Internauta diz: Depois do parto normal, muda alguma coisa no comportamento sexual com a elasticidade da vagina?

Dr. Christian Ferraz diz: Eu digo cada vez mais que o melhor parto, não é o parto vaginal ou o cesariano. O melhor parto é o “normal”. Chamo de parto normal, o parto onde a mãe está feliz, o bebê saudável, a família comemorando e o obstetra dando graças a Deus que tudo deu certo. Muitas mulheres têm a felicidade de parir um bebê ou mais e não ter grandes mudanças na musculatura vaginal, outras têm em um único parto, uma séria de mudanças que, realmente, atrapalham. Se isso acontecer, não se preocupe, procure um especialista para fazer uma correção cirúrgica. Respondendo a sua pergunta, em algumas mulheres, o parto vaginal pode interferir na sexualidade, sim.

Internauta diz: O tamanho do pênis faz diferença na hora do sexo?

Dr. Christian Ferraz diz: Não precisa ninguém ficar diminuído pelo que vê na internet. A mulher é capaz de se adaptar tanto ao pênis maior quanto ao menor, porque o canal vaginal tem essa propriedade de elasticidade. Não importa, realmente, o tamanho do órgão genital masculino. O que a mulher precisa não é de um pênis grande. Ela precisa de um homem que acorde lhe tratando bem para que possam ter uma noite prazerosa. A mulher precisa de um bom companheiro.

Ginecologista de Plantão

DR.-CHRISTIAN-FERRAZ-580x300

O ginecologista Christian Ferraz, que atende no IAM, Instituto de Assistência à Mulher, localizado na URMEC, em Santo Antonio de Jesus/BA, voltou a participar do programa Acorda Cidade, na Rádio Recôncavo FM, a partir das 7h30, todas as terças-feiras. No quadro desta terça, surgiram vários questionamentos interessantes. Confira:

Ouvinte anônima: Tenho 31 anos de idade e tento engravidar há 2 anos. Pesquiso várias coisas, mas não consigo. Qual seria a melhor tentativa?

Ginecologista: Cada vez mais os casais têm tido dificuldade para engravidar. Estudos mostram que a infertilidade e a dificuldade para engravidar têm crescido nos últimos anos. Alguns fatores já podem ser apontados como causadores desse problema. A opção da mulher de engravidar mais tarde acaba criando dificuldades, porque a reserva da fertilidade feminina tem a idade da mulher. A cada ano que passa, essa semente vai envelhecendo. Um casal que tenta, por exemplo, há mais de 12 meses e não obtém sucesso deve procurar assistência médica. Os fatores ovulatórios e peritoneais são os que mais atrapalham na mulher. Além disso, grandes miomas, principalmente nódulos que estão dentro da cavidade uterina, podem também atrapalhar. No homem, se faz importante o exame de esperma, chamado de espermograma, que identifica o problema e, com o acompanhamento de um urologista ou andrologista, é recomendado o tratamento.

Ouvinte anônima, 50 anos: De uns dias para cá, tenho sentido ardor no “pé da barriga”. O que pode ser?

Ginecologista: A mulher passa por várias fases na sua vida. Por volta dos 50 anos, a maioria vive uma fase de climatério, que antecede a menopausa, e isso interfere muito na vida mulher, inclusive na sua sexualidade. Essa ouvinte pode estar vivendo um pouco dessa fase. A diminuição na produção hormonal dos ovários faz com que a mulher tenha uma diminuição na lubrificação vaginal, que pode dar desconforto na hora da relação sexual. Isso pode traumatizar a mucosa vaginal, ou seja, causar pequenas fissuras e rachaduras que podem dar ardência. A queixa dela deve ser alguma infecção genital ou transtornos da fase climatérica. Procurando um especialista, ela terá bons resultados.

Ouvinte anônimo: Toda vez que tenho relação com minha esposa, ela tem vontade de urinar. Isso é comum?

Ginecologista: Não é uma situação comum. É importante avaliar se a parceira dele não inicia a relação sexual já com a bexiga um pouco acumulada de urina. Por isso, é necessário que a mulher adote medidas de precaução para que a relação seja prazerosa.

Ouvinte anônima: Tenho 29 anos, estou casada há 1 ano e 8 meses, e durante esse tempo a minha menstruação não tem vindo naturalmente. O sr. me indicaria um procedimento?

Ginecologista: A mulher que não usa qualquer medicação para evitar a menstruação e que não menstrua regularmente pode estar com distúrbio hormonal. É alguma condição que está atrapalhando o funcionamento cíclico da menstruação. Nesse caso, ela não pode se acomodar. É necessário fazer investigação e tratamento, porque essas situações podem levar a problemas de fertilidade e metabolismo no futuro e ao aumento do risco cardiovascular.

Fontes de Cálcio nos Alimentos

calcio

Confira a quantidade de cálcio nos alimentos:

Fontes de Cálcio nos Alimentos

Alimento Porção Quantidade de cálcio
Produtos lácteos
Leite 1 xícara 292 mg
Iogurte 1 xícara 415 mg
Queijo cottage 1 xícara 138 mg
Queijo em geral 28 grs 174 mg
Vegetais
Espinafre (cozido) 1 xícara 245 mg
Brócolis (cozido) 1 xícara 78 mg
Peixe
Sardinha (enlatada) 100 g 379 mg
Salmão (enlatado) 100 g 237 mg
Tofu
Firme 1 xícara 516 mg
Regular 1 xícara 260 mg

Fonte: Harvard Men’s Health Watch (tradução do autor)
Volume 13 — Number 5 — December 2008

Por que mulheres fingem orgasmos?

orgasmo1

Você alguma vez já fingiu um orgasmo? Ou conhece alguém que já fez isso? Pois saiba que essa atitude não é nada incomum. Segundo pesquisa realizada pela Temple University, aproximadamente 60% das mulheres já revelaram terem falsificado o orgasmo durante a relação sexual ou sexo oral. Foram entrevistadas 366 mulheres com idades entre 18 e 32 anos.

Muitas das mulheres apontaram o medo da intimidade, insegurança sobre o funcionamento sexual de seus corpos ou vontade de terminar logo o ato sexual como motivos para fingir orgasmos. Em entrevista ao site LiveScience, o responsável pela pesquisa, Erin Cooper, citou outro dado alarmante: uma pequena parcela das mulheres alegaram que o fingimento pode melhorar a sua própria experiência sexual, para aumentar a própria excitação.

Analisando a pesquisa, a Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual, de família e casais, diz que nessa porcentagem deve haver mulheres que não simulam orgasmo apenas por estes motivos. “Cerca de 50% do público feminino têm problemas com orgasmo. Não acredito que todas essas entrevistadas fingem. Talvez não tenham orgasmo e pronto”, pensa.

A especialista também afirma que a mulher finge por não querer decepcionar o parceiro, já que, na nossa cultura, os homens são responsáveis pelo orgasmo feminino e a ausência dele torna a relação sexual insatisfatória. “Isso faz com que a mulher não se sinta à vontade de falar para o seu parceiro que não atingiu o clímax. Logo, se ela fingir ao final do ato, não precisa discutir sobre o assunto.

Dialogar seria o ideal, mas não é o que ocorre normalmente. “Com medo de perder o parceiro, a mulher pode ser expert e tornar o fingimento um hábito. Ela pode fazer isso na expectativa de que um dia essa situação mudará. Porém, esse ato, quando corriqueiro, acarreta uma sensação de menos valia e de baixa autoestima”, alerta.

Além do erro de o homem achar que tem a obrigação de fazer a parceira sentir orgasmo há ainda a falta de autoconhecimento da mulher. “Muitos homens chegam em pânico ao consultório, por não conseguir ‘satisfazer’ suas parceiras. Na verdade, como eles podem levá-las ao orgasmo sem que elas conheçam o próprio corpo, se permitam ter prazer? Antes de esperar do homem, a mulher necessita se conhecer, se explorar para saber quais são suas sensações e, assim, ensinar ao parceiro como ‘ajudá-la’ a chegar ao clímax”, comenta Dra. Sylvia.

Outro mito está no fato de a mulher sempre relacionar a penetração com o orgasmo, mesmo que ela alcance o clímax em outras oportunidades. “Nos dias em que ela não está apta a se colocar por inteiro na relação, mesmo sentindo prazer e não tendo orgasmo, ela pode fingir para agradar o parceiro ou para ‘acabar logo com isso’. Acho importante saber e aceitar que nem sempre é necessário um orgasmo na relação sexual”, diz a terapeuta.

Uma orientação da Dra. Sylvia para a mulher deixar de fingir é buscar ajuda para se autoconhecer. “O que está ocorrendo com o relacionamento para que haja este fingimento? Você já teve orgasmo ou tem em outras ocasiões (na masturbação, por exemplo)? Como é que ocorre um relacionamento sexual do casal? Faça uma avaliação do que gostaria e de como ocorre atualmente e busque ajuda profissional” , finaliza.

Não deixe o horário de verão atrapalhar seu sono

acordar-cedo

Veja a dica dos especialistas em medicina do sono para enfrentar o novo horário e evitar a sonolência diurna

Todo ano é a mesma coisa. A primeira semana do horário brasileiro de verão, que inicia à meia-noite de sábado em 11 Estados no Distrito Federal, sempre deixa o organismo um pouco confuso.

Se para alguns acordar uma hora mais cedo é algo tranquilo, para outros, adiantar uma horinha no relógio é uma tarefa complicada.

Para quem está procupado com o sono que certamente será afetado pelo novo horário, o ideal teria sido ir se preparando aos poucos, garantindo um bom descanso ao longo da semana que antecede a mudança.

Quem não conseguiu fazer isso e dispõe de tempo livre, pode tirar um cochilo na tarde de domingo, já com o novo horário em vigor.

A especialista em medicina do sono Aparajitha Verma, diretora do Centro de Distúrbios do Sono do Instituto Neurológico Metodista de Houston (EUA), recomenda apenas evitar a soneca poucas horas antes do horário habitual de ir para a cama, pois isto pode atrapalhar o sono noturno.

Mitos e verdades sobre o chocolate

chocolate

O chocolate já foi considerado um delicioso atentado contra a saúde. Nos últimos anos, porém, a delícia tornou-se alvo de estudos e “voilà”, muitas pesquisas mostram que o consumo moderado deste doce pode fazer bem à saúde. Especialmente de chocolate amargo.

Pesquisadores que compararam os benefícios do chocolate amargo com os efeitos do branco e do ao leite garantem que nenhum deles é páreo para o amargo – só ele tem grande concentração de cacau, que oferece substâncias que protegem o coração. Em média, o amargo tem o triplo de antioxidantes que o ao leite. Ele é rico em flavonóides e polifenóis, compostos presentes na uva vermelha e responsáveis por, na década de 80, alçar o vinho tinto à condição de aliado da saúde cardíaca.

Os flavonóides têm poder antioxidante, ou seja, combatem os radicais livres, as moléculas tóxicas que comprometem o bom funcionamento do organismo e impedem o depósito de placas gordurosas nas artérias, causadoras de infarto e derrame. Já o polifenol, mostrou-se eficaz no combate à hipertensão, um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

Aos chamados “chocólatras”, uma preocupação: chocolate vicia mesmo. Seu consumo libera serotonina (substância do prazer), além de sua composição apresentar triptofano, aminoácido responsável pela formação de serotonina. Outra explicação é a produção de catecolaminas, que também dão a sensação de bem-estar.

Porém, apesar das boas notícias em relação ao chocolate amargo, que ninguém pense em se empanturrar dele. O chocolate amargo também é rico em açúcar e gordura saturada, o que contribui para o aumento do peso e dos níveis de colesterol.

A dica é derreter meia barra de chocolate amargo no microondas por 30 segundos e espalhar em frutas de sua preferência. Se consumido com moderação, numa dieta balanceada, o chocolate amargo pode até ajudar a emagrecer.

Por Daniela Jobst

Quem tem medo da celulite?

celulite
A celulite é um mal que atinge principalmente o corpo feminino. Para muitas mulheres, ela é a inimiga número um do biquini e da minissaia. Os furinhos são resultado da degeneração do tecido adiposo de algumas regiões da pele com maior concentração de gordura, fruto de alterações na nutrição dessas áreas.

Muitos são os fatores que provocam os distúrbios na nutrição da pele, mas, aparentemente, a predisposição genética é o principal. Além dela, também são apontados como motivos as alterações hormonais, o uso de anticoncepcionais e o sedentarismo. Isso sem falar, é claro, na alimentação desregrada, com a ingestão de muita gordura, açúcar e sal; e de álcool, que favorece a formação de gordura e, consequentemente, o aparecimento de celulite.

Está gostando? continue lendo…

Biópsia de Mama – Como funciona o exame?

wmX-600x450x3-4cb860d8b501137518887ccdf3fe44b66560449ddf1611

Ela é feita quando outros testes indicam que a mulher possui uma área que pode ser câncer de mama e consiste na remoção de uma amostra de tecido.

Há vários tipos de biópsia e o médico escolhe a mais indicada para cada caso:

- Biópsia por aspiração com agulha fina: uma agulha bem fina, às vezes guiada por ultrassonografia, é usada para retirar líquido do nódulo. Se o nódulo for sólido, pequenos pedaços de tecido são removidos e analisados ao microscópio. Se a biópsia não der um resultado claro ou se o médico não tiver certeza do diagnóstico, uma segunda biópsia ou um tipo diferente de biópsia pode ser necessário.

- Biópsia estereotáxica por agulha grossa: ela é usada para remover vários cilindros de tecido e é feita com anestesia local.

- Biópsia cirúrgica: algumas vezes uma cirurgia é necessária para remover todo nódulo ou parte dele e analisá-lo ao microscópio. Muitas vezes remove-se também tecido sadio ao redor do nódulo.

Análise da biópsia

Se o tecido removido não for canceroso, não há necessidade de tratamento. Se for, a biópsia pode dizer se trata de um câncer agressivo ou não. As amostras são graduadas de 1 a 3. Os cânceres que se mais se assemelham ao tecido normal tendem a crescer e se espalhar mais lentamente. Geralmente, um grau menor indica câncer de crescimento mais lento, e o maior, os mais agressivos.

A amostra da biópsia também pode ser testada para ver se contém receptores para certos hormônios, como progesterona e estrogênio, designadas como progesterona positivo e estrogênio positivo. Esses cânceres tendem a ter prognóstico melhor, pois respondem a tratamento hormonal. Dois em cada três casos de câncer de mama apresentam esses receptores.