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Displasia mamária

O termo displasia mamária está caindo em desuso porque dá ideia de doença quando o que acontece é uma alteração funcional bastante comum da mama. Considerando que a normalidade no tecido mamário é difícil de ser definida em razão das modificações naturais verificadas nas mamas ao longo da vida, os médicos preferem falar agora em Alteração Funcional Benigna da Mama (AFBM). Uma dessas alterações é a mastopatia fibrocística, em que a mama apresenta um aspecto denso e tem-se a impressão de existirem vários caroços nos seios. No entanto, não há formação de um nódulo verdadeiro, apenas dor e retenção hídrica no tecido da mama, especialmente na fase pré-menstrual (a dor pode ser tão intensa que não permite à mulher deitar-se de bruços ou praticar exercícios). Outra AFBM frequente é o chamado fibroadenoma, um tumor benigno da mama, sólido, fibroelástico, móvel e bem regular. É importante registrar que essas alterações não induzem e nem se transformam em câncer de mama. Assim, o risco de câncer de mama é o mesmo para a mulher que apresenta alteração benigna funcional de mama daquela que não apresenta. Entre os 15 e 40 anos de idade é a época em que as AFBMs se manifestam. Elas tendem a melhorar após a gestação e a lactação e a desaparecer depois da menopausa.

Por que aparece - Não existe certeza sobre quais fatores determinam o aparecimento das AFBMs.

Diagnóstico - As queixas da paciente e o exame clínico permitem ao médico fazer o diagnóstico.

Riscos – Não há perigo de uma AFBM se transformar em câncer. No entanto, pelo fato de as mamas apresentarem um tecido mais denso, pode ficar difícil a identificação de uma lesão suspeita. O próprio autoexame fica prejudicado. É por isso que os médicos costumam solicitar a ultrassonografia com maior frequência em mulheres com AFBM.

Tratamento - A maioria das mulheres não necessita de nenhum tratamento. Mas quando os sintomas incomodam muito, o médico poderá sugerir o uso de pílulas anticoncepcionais, diuréticos leves e analgésicos. Outra recomendação útil é adotar o uso de sutiãs com alças largas de sustentação para aliviar o impacto dos seios inchados.

Cuidando da higiene íntima

Procure usar apenas produtos que respeitem o pH ácido da região íntima

A higiene íntima feminina está rodeada de mitos: a mulher pode fazer ducha? Tem de usar sabonete especial? A limpeza, porém, é a mais simples possível, sem grandes mistérios ou truques, conforme afirmam os médicos especialistas.

A vagina tem uma proteção natural e é capaz de se manter limpa sozinha. A lubrificação é capaz de manter a parte interna protegida e higienizada sem interferência externa. Inclusive, o exagero de limpeza pode ser prejudicial: sabonetes, duchas internas e outros produtos podem remover essas barreiras naturais e deixar a região vulnerável.

ODOR VAGINAL: POR QUE AINDA O TEMEMOS?

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Muitas mulheres têm vergonha e dificuldade em aceitar que a vulva tem odor característico. Assim, valem-se de uma infinidade de produtos e medidas para disfarçá-lo, podendo, com isso, comprometer a saúde ginecológica.

1) Toda vagina tem odor? Por que ele ocorre?

vagina elimina naturalmente secreções e odores resultantes do processo fisiológico de renovação celular, por isso toda mulher tem secreção e odor vaginal. Na maioria das vezes, esse odor é suave, pouco perceptível e pode mudar de intensidade e característica de acordo com as fases do ciclo menstrual.

Não ao Sedentarismo

A lista dos benefícios da atividade física é grande. Uma vez adotada a prática regular de exercícios, ela contribui para a prevenção e para a reversão de limitações funcionais. Isso é particularmente importante quando se considera o aumento da expectativa de vida.

A pessoa de vida sedentária pode supor que será obrigada a um esforço muito grande para melhorar suas condições com o exercício e, por causa disso, sentir-se desestimulada a começar. Mas os esforços devem ser apenas um pouco maior do que aqueles feitos normalmente (e regulares). Mesmo de baixa intensidade, os exercícios da pessoa sedentária serão utilíssimos. Os benefícios podem ser observados tanto no aspecto físico como no psicológico. Alguns deles:

- Melhora cardiovascular: O músculo do coração fica mais forte e resistente. Isso ajuda a prevenir doenças cardíacas e pode contribuir para manter a pressão arterial em padrões normais para a idade. Também ocorre melhora no aproveitamento das gorduras dos alimentos e consequente diminuição de problemas com colesterol e aterosclerose.

- Vantagens para o esqueleto: Os exercícios conservam a massa óssea. Além de proteger contra fraturas, ajudam a evitar o desenvolvimento da osteoporose (o que é particularmente importante para as mulheres durante e depois do climatério).

- Efeitos psicológicos: A pessoa que se exercita regularmente tende a ter menos problemas com ansiedade e depressão e a ficar com sua autoestima elevada. Também passa a sentir mais confiança no seu corpo porque percebe que ele resiste bem aos esforços empregados na atividade. Por aumentar a oxigenação de todo o organismo, o exercício ajuda a melhorar a memória.

- Controle do peso: Ao aumentar o gasto calórico, os exercícios contribuem para prevenir a obesidade e, em consequência, as doenças relacionadas com o aumento do peso.
Todo exercício é bom: bicicleta, corrida, caminhada, natação, futebol, ginástica. Escolha o que for mais agradável para você. Não adianta achar que a natação é esporte completo se você não se sente bem na água. Quando o exercício traz prazer é muito mais fácil fazê-lo regularmente.

Vai demorar algumas semanas de exercícios regulares para você começar a perceber aumento na resistência física e na capacidade de trabalho. Mas com um pouco de paciência você chega lá.

OVULAÇÃO

O que é?

O processo de ovulação na mulher é uma das fases do ciclo menstrual, é a etapa em que o óvulo é liberado pelo ovário e chega até as trompas para seguir rumo ao útero e ser fecundado.

Nessa etapa há a liberação de dois hormônios produzidos pela hipófise: o FSH e o LH. O Hormônio Folículo Estimulante (FSH) permite que os óvulos se desenvolvam no ovário. E o Hormônio Luteinizante (LH) age no folículo do ovário para que este atinja seu desenvolvimento máximo e libere o óvulo maduro.

O que é laparoscopia?

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É um procedimento para diagnóstico e tratamento de, principalmente, várias doenças pélvicas. Consiste na inserção de uma pequena câmera através de um orifício de forma a permitir uma inspeção visual interna de órgãos da pélvis e do abdômen.

Muito utilizado na ginecologia, é um método para análise do estado dos ovários, das trompas de falópio e das outras estruturas circundantes. Na retirada da vesícula biliar é uma técnica bastante recorrida. Um instrumento de fibra ótica é usado durante a operação. Chamado de laparoscópio, ele é introduzido através do umbigo e direcionado para a região desejada.

Pode haver certa distensão abdominal, algumas cicatrizes permanentes, infecções e hematomas. É preciso escolher bem o local onde será realizada e o profissional que irá levar o procedimento a diante. A anestesia geral é obrigatória, portanto, como em todos os métodos que a envolve alguns riscos estão presentes.

Como fazer o autoexame das mamas?

Em frente ao espelho

Primeiro fique em pé em frente ao espelho e examine atentamente suas mamas. Observe as formas, a cor e a textura da pele. Levante os braços devagar, olhando atentamente a imagem no espelho.

Agora coloque a mão na cintura e examine novamente suas mamas.

No chuveiro

Levante seu braço esquerdo e coloque-o sobre a cabeça. Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda. Use as polpas de seus dedos, e não as pontas ou as unhas. Não faça o movimento de “pegar alguma coisa”, mas, sim, de “sentir” a mama. Repita o movimento na outra mama.

O autoexame das mamas leva apenas alguns minutos e você só precisa fazer uma vez por mês.

No entanto, o Instituto Nacional do Câncer no Brasil recomenda que esse exame não substitua o exame clínico de mama, que deve ser feito anualmente por um médico.


Não tenha medo
Muitas mulheres têm “medo” de fazer o autoexame, mas ele é a melhor e mais fácil maneira de se diagnosticar os tumores de mama nas fases iniciais.

Quando fazer
Se você tem menstruações, faça o exame uma semana após acabar o fluxo. Se você não tem, marque um dia do mês, por exemplo, dia primeiro, e faça o exame sempre nesse dia.

Eu não encontro nada!!!
A finalidade do exame não é “encontrar” alguma coisa, mas acostumá-la a examinar a sua mama. Quanto mais você fizer, mais conhecerá sua mama. Isso permitirá que você encontre uma “mudança” e possa avisar o seu médico.

Anovulação

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Porque aparece
Causa comum de irregularidade menstrual e anovulação é a síndrome dos ovários policísticos (SOP). Mulheres com essa síndrome freqüentemente apresentam outros sintomas como aumento de pêlos no corpo, acne e obesidade. Ocorre também uma disfunção na glândula hipófise – responsável pela produção de hormônios – e resistência à insulina. Outras condições que podem interferir com a ovulação são:

  • Hipertireoidismo – excesso de funcionamento da glândula tireóide;
  • Intensos e longos exercícios físicos, típicos de competidoras, ginastas profissionais e corredoras de maratona;
  • Índice de massa corporal muito baixo, comum em bailarinas excessivamente magras ou jovens anoréxicas;
  • Etresse – ansiedade e outras formas de estresse emocional podem influenciar o ciclo menstrual e a ovulação.

Saiba como funciona a cirurgia íntima

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Quando o assunto é cirurgia estética feminina, as primeiras coisas que vêm à cabeça são lipoaspiração e implante de silicone, não é mesmo? No entanto, existe outro tipo de operação que mexe com o emocional feminino e, apesar de pouco conhecida e divulgada, é muito praticada: a íntima.

Também chamada de vaginoplastia, esse procedimento cirúrgico é realizado na região genital feminina para corrigir detalhes que podem incomodar a mulher. Entre os principais motivos que levam as mulheres a recorrerem à cirurgia da intimidade estão a redução dos pequenos lábios vaginas (ninfoplastia), a redução do Monte de Vênus (localizado acima do púbis) e o preenchimento dos grandes lábios vaginais.

“A maioria das pacientes buscam ajustar as alterações apenas por uma questão estética, mas também existem casos nos quais as imperfeições afetam a saúde. Os pequenos lábios vaginais, por exemplo, quando são muito grandes, causam dor e facilitam o surgimento de fungos e de doenças como a candidíase”, alerta André Gonçalves Freitas Colaneri, cirurgião plástico, especialista em cirurgia íntima.

Por isso, este tipo de procedimento cirúrgico é dividido em duas categorias: a funcional e a estética. As primeiras são aplicadas quando as imperfeições da região pélvica afetam a qualidade de vida da paciente, como a sensação de dor, causada principalmente durante a relação sexual e na prática de atividades físicas, como andar de bicicleta e a cavalo. Já as estéticas são realizadas apenas para melhorar a aparência da região.

Segurança quase total
E, para que tudo seja feito com total segurança, um simples preparo pré-operatório é necessário. “Antes de realizarmos o procedimento, pedimos exames de sangue (hemograma e coagulação) e de urina, além de uma avaliação detalhada com o ginecologista para descartar a possibilidade de infecção ou corrimento, que podem atrapalhar a cicatrização”, informa Alexandre Mendonça Munhoz, cirurgião plástico que integra a equipe do Hospital Sírio-Libanês.

Com o avanço da técnica cirúrgica, as operações são simples e rápidas e podem ser realizadas com anestesia local e sedação. Elas têm duração de 30 a 45 minutos e a paciente pode receber alta no mesmo dia.

Desde que a técnica seja aplicada de maneira adequada para cada caso, não há grandes efeitos colaterais. “Na cirurgia íntima podem ocorrer complicações e efeitos adversos, como em qualquer outro procedimento cirúrgico. Mas a incidência é relativamente rara, por volta de 1,3%. Entre as principais complicações podemos citar infecção local, abertura de pontos e hematomas”, destaca Munhoz.

Os cuidados pós-operatórios são também simples e não implicam em repouso ou afastamento das atividades sociais. Há apenas a necessidade de uma higiene adequada na região e da abstinência sexual por aproximadamente 30 dias para não prejudicar a cicatrização da região. Além disso, recomenda-se o uso de antiinflamatórios e retornos semanais durante três semanas para a troca de curativos.

Quem não deve se submeter
A cirurgia da intimidade só não é indicada para as mulheres que não têm condições de receber anestesia por causa de doenças como hipertensão, diabetes e asma. No caso das fumantes, recomenda-se que o cigarro seja evitado completamente por um período de dois a três meses antes da operação. Além disso, pacientes com infecção ativa no local, como vulvovaginites (corrimentos) ou infecção, devem fazer tratamento antes do procedimento.

É possível secar e mudar o corpo depois dos 30?

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Após os 30 anos o metabolismo começa a ficar mais lento. Esse fato contribui para o aumento do percentual de gordura e também dificulta a perda de peso.

Para quem está nessa faixa etária, o mais indicado é melhorar a alimentação (com a orientação de um nutricionista, é claro) e focar em treinamentos mais intensos, incluindo exercícios aeróbicos.

Uma atividade muito recomendada é o treinamento funcional, que vem mostrando muito resultado em relação aos objetivos nessa fase, por ser uma atividade em que se prioriza o movimento do corpo como um todo e não somente de um músculo.

Dessa forma, o aluno consegue trabalhar, em um mesmo exercício, vários grupos musculares. Com disciplina e uma dieta balanceada, é possível notar resultados a partir de três meses de treinamento.

Como manter a beleza dos seios durante e depois da gravidez

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Estrias, flacidez e queda são alguns dos problemas mais comuns enfrentados por muitas mulheres durante ou após a gestação. Os efeitos indesejados nos seios, decorrentes do estiramento da pele, assim como o escurecimento dos mamilos e as doloridas rachaduras, podem ser solucionados ou pelo menos amenizados com cuidados simples. Mas para estar com tudo em cima, é preciso começar antes mesmo do início da gravide.

Os cuidados favorecem não somente a parte estética, mas também o conforto na amamentação. Na gravidez o aumento de hormônios provoca o crescimento e a ramificação do sistema de dutos mamários, levando ao aumento uniforme dos seios. Como consequência, comumente podem ocorrer a saliência e o ressecamento dos mamilos e o aparecimento das estrias, ocasionadas pelo rompimento das fibras de colágeno e elastina.

Por isso, é fundamental que a mulher prepare os seios antes mesmo da gestação com uma boa hidratação da pele. Para ajudar na regeneração celular e no combate ao envelhecimento, são indicados cremes e óleos à base de macadâmia ou manteiga de karitê, que devem ser aplicados na forma de massagens rotativas nas mamas, duas vezes ao dia. Não é recomendado passar hidratante nas aréolas nem nos mamilos.

Para quem quer um tratamento mais específico na prevenção de estrias, o dermatologista Jardis Volpe, especialista em estética, indica o uso de infravermelho. No método, uma luz estimula a produção de colágeno e a hidratação cutânea, melhorando o aspecto geral da pele. O ideal é fazer de quatro a seis sessões, cerca de três meses antes de a mulher engravidar.

A futura gestante também não pode se esquecer da saúde. Uma dieta balanceada, com alimentos ricos em licopeno (como o tomate), biotina (presente na carne vermelha, nos ovos e nos grãos) e vitamina C (como as frutas cítricas), contribui para obter uma pele mais firme. A realização de atividade física – quando autorizada pelo obstetra – também pode colaborar para uma gestação saudável e seios mais bonitos.

Durante a gestação

Depois do resultado positivo, os cuidados com as mamas devem ser redobrados. O corpo começa a se preparar para a amamentação e, além da manutenção da hidratação da pele, as grávidas devem usar o sutiã de sustentação, para suportar com conforto o aumento do volume mamário. Com alças mais largas, ele ajuda a distribuir o peso dos seios igualmente nos ombros, diminuindo o impacto sobre a coluna. As peças devem ser utilizadas em toda a gestação, tanto durante o dia quanto de noite, para evitar flacidez, estrias e ingurgitamento, o famoso leite empedrado.

Após o parto

Com o início da amamentação, muitas mulheres reclamam de fissuras nos mamilos. Para manter os seios saudáveis e sem dores é necessário, primeiramente, uma lactação correta. Isso inclui fazer com que o bebê abocanhe parte da aréola e não somente o bico do seio na hora de mamar. Outra dica importante para prevenir rachaduras é passar o próprio leite na aréola.

Queda de cabelo feminina: entenda as possíveis causas do problema

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Mais da metade das pacientes que procuram o consultório dermatológico se queixam espontaneamente de queda de cabelo em algum momento da consulta. Dificilmente alguma mulher irá negar os sintomas se questionarmos ativamente. Por que isso acontece? Estamos todas doentes? É uma epidemia? Culpa de nossa alimentação?

Antes de mais nada é preciso esclarecer algo que pode surpreender a maior parte dos leitores: os cabelos caem como parte normal de seu ciclo de vida e é importante diferenciarmos a queda normal da queda patológica. Muitas vezes as pacientes que nos procuram acabaram de se mudar, trocaram o piso de casa ou se casaram e passaram a se assustar com a quantidade de fios “perdidos” por aí. Dependendo do comprimento do cabelo, essa impressão pode ficar ainda mais acentuada!

só para mulheres

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Criamos a categoria “Só Para Mulheres”, onde você poderá interagir contando suas experiências com filhos, saúde, relacionamentos, tirando dúvidas, relatando histórias de superação, dando suas dicas de beleza, enfim… a categoria é “Só Para Mulheres”. Converse com a gente. Venha fazer parte do nosso universo feminino. Frequentemente, estaremos trazendo especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas sobre saúde, estética, sexualidade, comportamento e muitas outras áreas. A categoria está no topo do site. Seja bem-vinda. Comente à vontade.

Dismenorréia

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Dismenorréia Primária.

É a cólica regular que atinge perto de 50% das mulheres. Não tem causa em outras doenças, por isso é chamada de primária.

Costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.

Para se entender o mecanismo da cólica, é preciso entender o que é a menstruação.

A menstruação é a descamação da camada interna do útero, camada essa que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma Gravidez.

O orgamos feminino, para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha essa descamação, faz com que o útero se contraia.

Quem estimula esse processo é uma substância chamada prostaglandina, que também é responsável pela dor.

Portanto, a dismenorreia primária é uma condição regular do ciclo menstrual de algumas mulheres.

Doenças Femininas

Tratamento da Dismenorreia Primária

O tratamento da dismenorreia primária é à base de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Esses medicamentos bloqueiam as prostaglandinas e, portanto, bloqueiam a dor.

É muito importante que esses medicamentos sejam tomados logo ao primeiro sinal de menstruação ou dor (o que vier primeiro), para evitar a formação aumentada das prostaglandinas.

Apesar de muito eficazes, alguns grupos de anti-inflamatórios podem atacar o estômago e intestinos, mas já existem grupos desse tipo de medicamento em que esse efeito é minimizado.

No caso da dismenorréia secundária, também os AINEs podem ser utilizados, mas é importante que a causa da cólica seja estabelecida para se fazer o tratamento eficaz.

Uma medicação que também pode ser usada é a pílula anticoncepcional.

Tratamentos alternativos também têm um bom resultado, mas devem ser orientados pelo seu médico.

Mas, lembre-se, como a cólica é uma manifestação regular do orgasmo feminino, não existe doença, não existe cura, portanto, os sintomas melhoram muito somente enquanto a medicação for usada.

Na dismenorreia secundária existe uma causa para a dor. Uma característica é que ela não aparece logo após o início da menstruação, mas geralmente após alguns anos ou após algum fato ou doença orgânica.

Entre as causas mais comuns de dismenorreia secundária estão:

1.    alterações nos ovários;
2.    alterações no útero;
3.    endometriose;
4.    hímen sem orifício para sair a menstruação (hímen imperfurado);
5.    uso de DIU;
6.   miomas;
7.    malformações uterinas;
8.    doença inflamatória pélvica.

É imprescindível a consulta a um(a) médico(a) ginecologista para estabelecer a causa da dor e o tratamento.

Síndrome dos Ovários Policísticos

Uma em cada cinco mulheres apresenta sintomas ou sinais de ovários policísticos, ou SOP (em português), ou PCOS (em inglês).

Essa síndrome é caracterizada por sinais de hiperandrogenismo e/ou disfunção ovariana e/ou ovários policísticos ao ultrassom (ultrassonografia).

Ovário Policístico

Ovário Policístico

Ovário Normal

Ovário Normal

Os critérios para o diagnóstico, de acordo com o Consenso Internacional de Rotterdam,  são no mínimo dois de três dos sintomas:

1.    Ovários policísticos ao ultrassom.
2.    Falta crônica de ovulação ou deficiência de ovulação.
3.    Sinais clínicos ou laboratoriais de hiperandrogenismo.

Portanto, apenas um ultrassom mostrando ovários policísticos não é suficiente para o diagnóstico dessa doença.

Dicas para manter os seios firmes e alguns mitos revelados

Para ter seios firmes por muito tempo é preciso adotar alguns cuidados desde cedo. Porém, muitos mitos ainda rodam o assunto – não é necessário usar sutiã para dormir, por exemplo. Para listar dicas certeiras e descartar tantas bobagens que ouvimos por aí, conversamos com o cirurgião plástico Rodrigo Mangaravite, as dermatologistas Ligia Kogos e Fernanda Casagrande, e com Samara Queiroz, personal trainer.

Hidratar é a ordem. AJUDA!
Qualquer hidratante pode prevenir a flacidez da pele. No entanto, para potencializar os resultados, siga a recomendação da dermatologista Fernanda Casagrande e opte por cremes tensores com os ativos Tensine e DMAE. Essas substâncias melhoram a elasticidade e combatem a flacidez. “O legal é aplicar todos os dias pela manhã e sempre com movimento de baixo para cima”, explica a médica. Além disso, fórmulas com ácido retinóico e ácido glicólico na composição estimulam o colágeno – proteína responsável pela sustentação da pele e que impede a formação de rugas. Contudo, a dermatologista diz que é preciso usar tais recursos com moderação e orientação médica. “Esses cremes são mais fortes e devem ser aplicados nas mamas duas ou três vezes na semana, sempre em dias alternados para não machucar a pele”, diz.

Tomar colágeno hidrolisado. AJUDA!
Apesar de não haver estudos científicos que comprovem a eficácia do colágeno hidrolisado em benefício dos seios, os resultados práticos mostram que ele pode ser um aliado da beleza, garantem os dermatologistas. Uma de suas principais funções é formar fibras que dão sustentação à pele. Fernanda prescreve uma colher de sopa do pó duas vezes ao dia aos seus pacientes. “Pela manhã e à noite, misturadas ao suco ou água”, explica.

Spray efeito silicone. MITO!
O spray Rodial virou até notícia no tabloide britânico “Daily Mail”. Segundo o jornal, o produto substituiria uma prótese de 118 ml de silicone, mas sem efeitos comprovados. O tal frasco com poderes mágicos seria ainda o queridinho da atriz Scarlett Johansson, famosa por seu belo decote. Assim como o spray, outros cremes prometem aumentar o volume dos seios e torná-los mais firmes e empinados. Mas o que parece um sonho é na verdade uma “maquiagem cosmética” temporária. “Não aumenta nada”, garante Ligia Kogos. “Pode dar a sensação de aumento porque normalmente esses cremes têm o hormônio progesterona, que incha um pouco os seios”, completa ela. Tudo volta ao normal em poucas horas…

Com bojo é melhor. MITO!
Não faz diferença usar sutiãs com ou sem enchimento. O bojo não prejudica os seios nem garante benefícios estéticos no futuro. “A diferença é que o bojo levanta mais o peito e dá volume”, diz Rodrigo Mangaravite. Assim, para ter seios firmes e retardar os efeitos do tempo, o correto é investir em sutiãs de qualidade com boa sustentação, independente de haver ou não bojo.

O top da academia precisa ser especial. AJUDA!
É necessário ter muita atenção ao comprar um top de malhação. Os modelos mais largos não dão sustentação, já os muito apertados atrapalham a circulação do sangue. “Exercícios de impacto, como uma aula de jump ou uma corrida, precisam de um top justo para não forçar os seios. Mas justo não é o mesmo que apertado. Muitas mulheres acabam usando tops apertados e isso dificulta os movimentos”, conta Samara.
Jatos de água fria para enrijecer. MITO!
Algumas pessoas acreditam que direcionar jatos de água fria nos seios evita a flacidez, mas não é verdade. A água gelada apenas contrai a fibra muscular por pouco tempo. “Mas é tão rápido que, em alguns minutos, a fibra relaxa e o seio volta ao normal”, afirma Fernanda.

Atividade física e boa postura. AJUDA!
Segundo a personal trainer Samara Queiroz, exercícios que trabalham os músculos peitorais e que estimulam as regiões posturais – como costas e ombros – podem fazer maravilhas. “Quando fortalecemos a musculatura, o peito sobe e parece que é mais empinado”, explica ela. Uma boa postura também é essencial. “Com a coluna alinhada você tem a vantagem de não relaxar os músculos frontais, evitando seios e barriga flácidos”, diz.

É bom usar sutiã para dormir. MITO!
Você já deve ter ouvido falar que dormir de sutiã retarda a flacidez dos seios. “Isso não é verdade”, garante a dermatologista Ligia Kogos. O sutiã oferece uma ótima sustentação durante o dia, mas é dispensável na hora de dormir. “Nesse período os seios sofrem menos a ação da gravidade”, completa.

Fonte: “delas.ig”

Meus braços são gordinhos. Posso afiná-los, sem ficar forte?

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Para muitas mulheres o simples ato de dar um “tchauzinho” pode realmente ser embaraçoso quando os braços são grossos e flácidos.

A grande dificuldade na tentativa de sanar esse problema é o fato de que uma boa parcela tem medo de trabalhar essa região e, como consequência, ficar com os braços grossos. Mas é possível, sim, “secar” a área sem ficar musculosa.

Para afinar e ao mesmo tempo tonificar, deve-se fazer várias repetições de musculação, mas com pouco peso e curta duração.

Dessa forma se executa o trabalho de força e também o aeróbio, fazendo, assim, uma variação de exercícios que foca naquilo que as mulheres procuram muito: perder o tal “tchauzinho”.

Para não ficar com a área flácida depois de emagrecer, o ideal é fazer exercícios na máquina de tríceps, intercalando com exercícios aeróbios para melhor tônus.

Você pode enviar sua dúvida ou sugestão (com nome completo) para: nbcsaj@hotmail.com