Arquivo da categoria: Sexualidade

FALTA DE LIBIDO

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A noite chegou, você terminou todos seus afazeres, as crianças dormem tranquilamente e ao seu lado está o homem que você ama, cheio de desejo. Porém, a única coisa que você consegue pensar é em virar para o lado e dormir.

Quem já passou por isso precisa saber que não está sozinha. Pesquisa divulgada no ano passado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo por meio do Cresex (Centro de Referência e Especialização em Sexologia) do Hospital Pérola Byington revela que 48,5% das mulheres que procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais sofrem de falta ou diminuição do desejo sexual, dor durante as relações sexuais ou dificuldade para atingir o orgasmo. A pesquisa com 455 mulheres também mostrou que apenas 13% dos casos têm origem orgânica, a imensa minoria, portanto.

O guia das perguntas difíceis

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Nascimento, religião, sexo, família. Toda mãe já passou pela saia justa de ser questionada sobre estes e outros temas por seu filho e não soube o que dizer.

Selecionamos sugestões de respostas para as perguntas mais cabeludas – e mais comuns – das crianças. Assim você pode se preparar melhor para estes questionamentos e ajudar seu filho a entender o mundo da maneira mais real e sincera possível – sempre dentro das medidas da compreensão dele.

De onde eu vim?

Dúvidas sobre de onde vêm os bebês são geralmente as primeiras a surgir, conta a supernanny Cris Poli. Elas representam o período de autoconhecimento pelo qual toda criança passa.

HPV e vacinação: preocupação deve ser tanto das mulheres quanto dos homens

O que é HPV?

HPV significa vírus do papiloma humano. É um vírus que pode ser transmitido através do contato sexual. Durante a relação sexual ou sexo oral, o HPV pode fazer o seu caminho para os órgãos genitais, boca ou garganta e causar infecção.

O HPV sexualmente transmissível vem em mais de 40 variedades diferentes. O tipo do vírus determina quais os efeitos que este terá sobre o seu corpo. Certos tipos de HPV causam verrugas genitais. Outros tipos de HPV podem fazer as células se tornarem cancerosas. Você provavelmente já ouviu falar que o HPV causa o câncer cervical, mas também provoca cânceres menos comuns da vulva, vagina, pênis, ânus, cabeça e pescoço.

Amamentação e até excesso de álcool podem reduzir a libido da mulher

Sexo faz bem para a saúde, para pele e para vida. Mas nem sempre estamos dispostos a praticá-lo, essa vontade depende de um equilíbrio e é ainda mais tênue para as mulheres. No caso delas, são diversas as razões que podem reduzir o desejo, inclusive hormonais. “Os hormônios andrógenos, conhecidos como masculinos, é que estão ligados à libido feminina e entre eles de maior potência é a testosterona”, conta a endocrinologista Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

O problema é que, para a mulher, além dos fatores físicos e orgânicos, tudo depende de questões psicológicas para estar disposta ao sexo. “O desejo sexual feminino tem um componente emocional muito marcado”, contextualiza Jorge José Serapião, ginecologista e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). “Numa relação em que essa valorização da mulher não seja presente, claro que qualquer que seja os níveis de testosterona que ela tenha, o desejo estará baixo”, conclui.

DÚVIDAS FREQUENTES

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As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são aquelas que podem ser adquiridas durante o contato sexual.

Classificam-se como:
• Obrigatoriamente de transmissão sexual;
• Frequentemente transmitida por contato sexual;
• Eventualmente transmitida por contato sexual.

O não uso da camisinha é a principal causa do contágio.

As doenças mais conhecidas são:

ACABOU O DESEJO. E AGORA?

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Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.

A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.

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Há diversos sintomas que devem ligar o sinal de alerta para a possível presença de uma doença sexualmente transmissível (DST). É importante notar, entretanto, que algumas DSTs não apresentam nenhum sintoma, de modo que é importante manter uma rotina de acompanhamento médico regular, com a realização dos exames indicados pelo especialista. É interessante buscar o atendimento de um médico de confiança, que possa seguir o atendimento no longo prazo – conhecendo seu histórico e perfil.

Em primeiro lugar, fazer sexo sem camisinha significa estar vulnerável às DSTs, assim como compartilhar seringas e adotar outros comportamentos de risco. Se você teve alguma atitude que pode comprometer sua saúde, procure fazer exames e se cuidar. Um diagnóstico precoce pode fazer a diferença no tratamento de doenças.

O Ministério da Saúde elencou uma série de sintomas que podem estar relacionados a diferentes DSTs. Um diagnóstico exato, entretanto, somente poderá ser realizado consultando um médico. Confira a lista:

EXAMES DE CONSULTÓRIO

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São fundamentais para a prevenção de doenças e cuidado da saúde sexual e reprodutiva da mulher. A consulta ginecológica deve ser realizada uma vez ao ano, no mínimo.

Os exames que podem ser realizados no consultório ginecológico são:

  • Toque vaginal;
  • Especular;
  • Exame clínico de mama;
  • Papanicolau;
  • Colposcopia;
  • Vulvocospia;
  • Videocolposcopia.

só para mulheres

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Criamos a categoria “Só Para Mulheres”, onde você poderá interagir contando suas experiências com filhos, saúde, relacionamentos, tirando dúvidas, relatando histórias de superação, dando suas dicas de beleza, enfim… a categoria é “Só Para Mulheres”. Converse com a gente. Venha fazer parte do nosso universo feminino. Frequentemente, estaremos trazendo especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas sobre saúde, estética, sexualidade, comportamento e muitas outras áreas. A categoria está no topo do site. Seja bem-vinda. Comente à vontade.

RESPOSTA SEXUAL FEMININA

SENSUALIDADE

É a resposta para a fase de intensa excitação. Existem três tipos de respostas: o orgasmo múltiplo, orgasmo simples e resposta sem orgasmo.

A primeira descrição da reposta sexual feminina foi realizada por meios dos relatórios Masters e Johnson, em 1966. Mais recentemente, no ano de 2004, Rosemary Basson propôs um novo modelo de função sexual feminina, que sublinha a interdependência das relações e fatores da função sexual em mulheres.

Nesse novo modelo, a sexualidade e a função sexual em mulheres seguem uma trajetória circular em que estímulos emocionais e de relacionamento desempenham um papel fundamental significativo, e o desejo sexual intrínseco desempenha um papel muito menor.

As principais características físicas da resposta sexual feminina são:

  • Lubrificação sexual;
  • Intumescimento do clitóris.

ACABOU O DESEJO. E AGORA?

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Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.

A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.

Vários fatores podem desencadear a falta de desejo nas mulheres. Dentre as causas orgânicas e físicas estão o desequilíbrio hormonal que pode ser tratado com medicação para a reposição dos hormônios, e as infecções vaginais e uterinas que são tratadas com antibióticos específicos para cada tipo de agente infeccioso.

Tratamento da Candidíase Vaginal

A Candidíase vaginal, também chamada de vulvovaginite por cândida, é uma micose provocada pelo fungo da espécie cândida, habitualmente, a Candida albicans. Outras formas de cândida, como a Candida glabrata, também podem provocar vulvovaginite, mas são bem menos comuns.

A candidíase vaginal é uma forma de vaginite extremamente comum, perdendo em incidência apenas para a vaginose bacteriana, provocada, em grande parte dos casos, pela bactéria Gardnerella.  Cerca de 1/3 dos casos de corrimento vaginal de origem infecciosa são provocados por cândidas.

Candida albicans é um fungo comum da flora vaginal, estando presente em 1 a cada 5 mulheres. A sua presença em si não representa nenhum perigo para pessoas saudáveis. A candidíase doença só surge quando a população de cândidas colonizando a pele aumenta demasiadamente. Este aumento pode ser estimulado pelo uso de antibióticos, anticoncepcionais com elevadas doses de hormônios, diabetes, alterações do sistema imunológico, uso de glicocorticoides, entre outros. Portanto, ter Candida albicanscolonizando a região genital não significa necessariamente que a mulher terá a doença candidíase.

TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE ORGASMO

Você sabe o que é um microorgasmo? E quanto ao orgasmo múltiplo, seria possível estimular essa maravilha? A falta de informação está entre os fatores que mais atrapalham a vida sexual e o prazer. Para responder as principais dúvidas de leitoras e leitores conversamos com as especialistas Maria Cristina Romualdo Galati, psicóloga e terapeuta sexual do Hospital São Paulo e do Instituto Kaplan, e Arlete Maria Girello Tavares Gavranic, educadora sexual e coordenadora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP).

A plenitude sexual das mulheres acontece entre 30 e 45 anos

Qual posição sexual é a mais indicada para que eu ajude minha namorada a conseguir orgasmos múltiplos?
Isso é complicado porque nem todas as mulheres conseguem ter orgasmos múltiplos, também não é uma questão de posição. É ilusão achar que as mulheres conseguirão orgasmos múltiplos com muita frequência. Muitas delas, mesmo com uma vida sexual legal e ativa, relatam que tiveram entre três e quatro orgasmos deste tipo durante toda a vida. Contudo, independente de orgasmos sequenciais, é enorme o número de mulheres que alcançam o prazer com a famosa “cavalgada”, por cima do homem. Nessa posição é possível que ela tenha o controle da força e do movimento de penetração e, além disso, há uma grande fricção dos órgãos genitais dos dois.

Existe algum remédio que melhore o desejo e facilite o orgasmo da mulher?
Nos últimos dez anos, esse assunto tem sido intensamente estudado, mas ainda há muita especulação. Diversos médicos têm trabalhado com a estimulação do desejo por meio da testosterona, que é o principal hormônio masculino – em forma de gel, por exemplo, deve ser aplicado na região da vagina. Mas esse recurso deve ser usado com extremo cuidado e acompanhamento. A testosterona pode produzir alterações no corpo feminino que nem sempre serão benéficas. A reposição hormonal também pode ajudar na estimulação do desejo. Já em relação ao orgasmo, não existe no mercado nenhum remédio que o facilite.

A mulher que goza gritando tem mais prazer do que a mulher que fica mais quieta durante o orgasmo?

Gritar não é referência de prazer, não há associação entre uma coisa e outra. Essa ideia equivocada é muito influenciada pelo cinema e pelos filmes eróticos, nos quais a mulher grita, sobe pelas paredes e faz caras e bocas. A quietinha pode ter um orgasmo muito prazeroso e intenso, já a mais escandalosa pode não ter a mesma sensação. Sentir é uma coisa, expressar é outra. A forma de expressão pode estar distorcida pelos nossos valores culturais.

Tomar vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica antes de transar ajuda ou atrapalha o orgasmo da mulher e do homem?
Depende da quantidade e de como cada corpo reage. O que se sabe é que o álcool, num primeiro momento, intensifica a percepção, deixando a pessoa mais atenta e sensível. Porém, num segundo momento, ele pode causar depressão e moleza. O difícil é achar o equilíbrio. Desde que consumido socialmente e com moderação, o álcool desinibe e diminui a tensão. Por outro lado, quem bebe demais tende a acabar a noite na cama, mas só para dormir.

Quero proporcionar um orgasmo vaginal para a minha mulher – ela diz que só tem clitoriano. Como eu faço?
Orgasmo é orgasmo. Esse mito persiste – principalmente na cabeça dos homens – porque Freud falou que as mulheres mais maduras teriam orgasmos vaginais. Mas isso foi há 120 anos. O orgasmo acontece basicamente pela estimulação da enervação da região do clitóris. É um grande engano achar que a sua parceira vai ter um orgasmo por causa da penetração. O orgasmo acontece porque a relação foi boa suficiente para excitar homem e mulher nos seus genitais e erotismo. Não fique preocupado com essa diferença, isso tira o foco do mais importante, que é curtir o prazer a dois.

Por que dizem que gozar faz bem pra pele?

Quando alguém está se excitando, o corpo vai acelerando, os batimentos cardíacos aumentam e circulação também, a pele fica mais ruborizada e cheia de vida. É como se você desse uma “chacoalhada” no corpo. Além disso, muitas substâncias são liberadas e neurotransmissoras ativados durante o orgasmo. Dessa forma, vários fatores contribuem para a “cara boa” no dia seguinte.

O orgasmo muda no decorrer da vida ou ele é sempre igual em todas as idades?
A plenitude sexual das mulheres acontece entre 30 e 45 anos. Com o avançar do tempo, algumas mudanças estruturais com a queda hormonal podem interferir na lubrificação da vagina, na própria questão do desejo e consequentemente no orgasmo. Então, se houver indicação médica, o recomendado é a reposição hormonal. Homens e mulheres na terceira idade costumam demorar mais a chegar o orgasmo, que também será menos intenso. Ambos vão necessitar de mais estímulo.

O que é um microorgasmo?
Algumas mulheres nunca sentirão o chamado orgasmo total. Elas terão picos prazerosos de pouca intensidade, que algumas pessoas chamam de microorgasmo. Os que muitas mulheres relatam é que sentem flashes rápidos de sensações prazerosas. Se a gente pensar que o orgasmo mais intenso tem de três a sete segundos, o microorgasmo pode ter dois segundos. Cientificamente, ainda não há clareza sobre essa diferença entre orgasmos.

O orgasmo feminino ajuda ou atrapalha a fecundação do espermatozoide?
Ajuda. Durante as contrações provocadas pelo orgasmo, a vagina se distende e forma o chamado “lago de espermatozoides”, numa espécie de conchinha que fica no final da vagina e começo do útero; nesse local o sêmen se acumula. Com as contrações, o útero faz uma sucção do esperma. Então, essas contrações, dependendo da intensidade, podem facilitar a chegada do sêmen nas trompas, onde ocorre a fecundação dos óvulos. Pensando no sexo apenas do ponto de vista biológico, podemos dizer que o orgasmo tem a função de facilitar a fecundação quando a mulher está fértil. E obviamente também é possível engravidar sem ter um orgasmo!

Fonte:  “Delas”.

As fantasias sexuais mais desejadas pelos homens

1. Sexo a três ou mais
É instintivo. Para os homens, quanto mais, melhor. Em geral eles sonham em fazer sexo com duas, três ou mais mulheres, e observá-las fazendo sexo entre si faz parte da fantasia. Eles não se importam com a homossexualidade feminina, mas raramente em suas fantasias de sexo em grupo há lugar para outro homem.

2. Praticar sexo anal
As fantasias de sexo anal geralmente são associadas a situações de poder e vêm acompanhadas de pensamentos de submissão. A parceira se rende ao sexo anal enquanto o homem a domina.

3. Ver mulheres se masturbando
A masturbação feminina ainda é um assunto tabu, e por isso mesmo estimula a imaginação dos homens. Pensar ou ver mulheres se masturbando com acessórios ou com os dedos é motivo de grande excitação para eles. Além disso, a exibição feminina em geral provoca os homens sexualmente.

4. Sexo em lugar inusitado
No carro, no elevador, no escritório, em cima da moto ao ar livre: muitos homens gostam de imaginar a relação sexual em ambientes diferentes dos que estão habituados. A mudança de contexto, mesmo imaginária, pode tirar a relação sexual da mesmice.

5. Sexo selvagem
Suor, puxões de cabelo, mordidinhas e tapinhas. Especialmente para os homens que vivem um relacionamento mais tradicional, papai-mamãe, é comum fantasiar com noites de sexo intenso e selvagem, com situações de dominação e até mesmo um leve sadomasoquismo.

Com consultoria de Oswaldo Rodrigues Jr, psicólogo e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade; Amaury Mendes Júnior, ginecologista, sexólogo, professor e médico do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Imacolada Marino Gonçalves, terapeuta sexual; Loja do Prazer e Adão e Eva Toys; delas.com.br

Pode ter relações sexuais durante a gravidez?

Sexo durante a gravidez pode

Grávidas podem ter relações sexuais normalmente. O sexo está liberado durante todo o período da gravidez para as mulheres com gestação normal. A gestante só deve evitar relações sexuais caso tenha algum problema específico, mediante orientação médica.

Algumas das complicações que podem comprometer a vida sexual durante a gravidez são: ameaça de abortamento, trabalho de parto prematuro, placenta baixa e o período final da gravidez, quando o colo do útero começa dilatar. Se houver cólicas ou sangramento, procure o obstetra pré-natalista antes de retomar as atividades sexuais.

Sobre esse tema, ouça a Rádio Saúde com Dr. Christian Ferraz:


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É fundamental que a grávida não se sinta rejeitada pelo marido. Com o decorrer da gestação provavelmente também será necessário adaptar as posições, para que a barriga não atrapalhe durante a relação.

Sexóloga responde perguntas sobre prazer e desejo

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Fátima Protti tira dúvidas sobre gel estimulante, reposição hormonal e outros

Li uma reportagem sobre tomar testosterona em pequenas doses para melhorar o desejo. Isso procede? Este hormônio pode provocar crescimento dos pelos e engrossar a voz? Existe algum estimulante natural?

O uso da testosterona para aumento da libido feminina ainda está em estudo devido aos riscos de câncer de mama, aumento de gordura e glicose no sangue. As mudanças nos pelos, cabelos ou voz são os menores dos problemas.

Além disso, testosterona só é eficaz para aumentar a libido caso a mulher necessite da reposição do hormônio. Ou seja, nos casos em que a falta ou baixa de libido está relacionada com problemas no relacionamento conjugal, problemas sexuais ou desinteresse afetivo pelo parceiro, o efeito não acontece.

Existem propagandas de medicações naturais ou homeopáticas que prometem o aumento da libido, mas nada com garantia científica de sucesso.

Um novo medicamento deve chegar ao mercado brasileiro no fim do ano que vem e promete resolver o problema de libido. Mas a eficácia da medicação esbarra nos aspectos acima mencionados, beneficiando apenas as mulheres com necessidade de reposição química para melhorar sua condição de bem estar e satisfação.

É verdade que o vinho é afrodisíaco? Pra mim funciona muito bem.

O vinho leva a fama de bebida afrodisíaca desde os tempos em que os romanos homenageavam o deus Baco, que personificava um jovem festivo e entregue aos prazeres da vida.

O vinho ou qualquer bebida alcoólica é, em um primeiro momento, desinibidor dos centros superiores do cérebro e promove desenvoltura da fala, do pensamento, euforia, sentimento falso de poder, desinibição do senso crítico e impulsos sexuais. Contudo, depois de algum tempo e com a ingestão contínua de álcool, ele passa a ser um depressor dos centros inferiores provocando relaxamento, sonolência, irritabilidade e às vezes crises depressivas. É preciso dosar a bebida para que o momento possa ser bem aproveitado de forma consciente.

Para quem aprecia, um bom vinho ajuda os mais inibidos a se descontrair dando vazão para o desejo e possibilitando o melhor aproveitamento afetivo e sexual daquele momento. Na verdade, todo o ritual que se organiza para o encontro: escolha da pessoa, o ambiente, o vinho e todo significado que vai se construindo previamente já é extremamente afrodisíaco.


Qual gel vaginal eu escolho para ter mais prazer e como ele funciona?

O gel deve ser escolhido de acordo com o objetivo de uso que o casal tem em mente. Ele é somente mais um recurso diante de uma variedade de produtos para a obtenção do prazer, como camisinhas, óleos corporais, perfumes, brinquedos eróticos.

Hoje no mercado existem vários tipos de gel lubrificante íntimo: inodoro e incolor (o mais conhecido); coloridos ou com efeitos térmicos, que esquentam ou esfriam. Há também o gel conhecido como redutor vaginal e um lubrificante anestésico que promete novas sensações. Para relações anais o gel com anti-séptico e cicatrizantes naturais é o indicado.

O importante é que qualquer gel seja à base de água para não danificar a camisinha. Além disso, o gel hipoalergênico pode ser interessante para mulheres com hipersensibilidade.

Fonte: “Delas”

Converse mais sobre sexo

Na teoria parece muito fácil, mas na prática nem sempre é assim. Nem todas temos o hábito de falar abertamente sobre sexo com o parceiro e, em alguns casos, sequer nos conhecemos o suficiente para dizer do que realmente gostamos ou não. Mas compartilhar com ele nossas fantasias e dizer (ou mostrar) como e onde sentimos mais prazer ao sermos tocadas são atitudes essenciais para criar uma atmosfera de entrega e uma relação mais apimentada. No início pode até parecer meio constrangedor se você não está acostumada, mas vamos combinar que sexo bom é aquele em que as duas partes se sentem à vontade e realizadas. Conversamos com Franciele Minotto, terapeuta sexual. Aproveite!

Insegurança
É preciso muita confiança para expor as dúvidas e vivências sexuais, de acordo com doutora Minotto. Ela nota que, em muitos casos, as dúvidas são simples, mas as mulheres sentem vergonha de perguntar para não passarem por “ignorantes sexuais”. “Há todos os tipos de dificuldade, desde falar sobre masturbação até de identificar a própria anatomia”, diz Minotto. Além disso, ainda paira no ar o preconceito de saber demais sobre sexo. “Muitas preferem não perguntar a serem consideradas experientes sexualmente”, observa a terapeuta.

Sem papas na língua
Não tenha receio ou vergonha de conversar sobre tudo, inclusive sobre sexo. “É inadmissível a falta de diálogo. Devemos saber o que gostamos e o que queremos. Exigir que o parceiro saiba como nos agradar sem darmos pistas do que nos agrada é exigir que um cego guie outro cego”, diz a terapeuta. Converse sobre suas experiências, fantasias e necessidades. Isso vai fazer dele um colaborador de seu prazer e vice-versa.
Fique atenta aos sentidos
Muitas mulheres comparam-se tanto com o padrão perfeito daquelas mulheres capa de revista que ficam fazendo uma verdadeira ginástica para esconder suas imperfeições do parceiro. Atrapalha tudo! Prazer e desejo sexual têm pouca relação com corpo escultural. “Quem fica preocupada demais com a forma física perde o todo. Relação sexual baseia-se nos sentidos do olfato, tato, audição e paladar; quando não estamos prestando atenção nesses sentidos não estamos participando dela, nos comportamos como uma boneca que quer parecer bonita, e não obter prazer”, diz ela. “Todas as pessoas, capas de revista ou não, estão aptas a obter prazer sexual. Basta estarem presentes e se concentrarem nas sensações, e não na forma”, completa.

O que você pode fazer?
Prazer sexual e orgasmo são entidades diferentes. Algumas vezes não conseguimos chegar ao orgasmo por não nos desligarmos de nossos medos e ansiedades, ou pela falta de concentração nas sensações. Não chegar lá eventualmente, ou em menos de 50% das vezes, não é problema a ser considerado. Mas, quando o orgasmo virar raridade, melhor procurar um especialista para investigar das causas. O que você pode fazer? “Tente novamente, quantas vezes forem necessárias, e lembre-se sempre de que o ato sexual também necessita de concentração e dedicação”, aconselha a terapeuta.

Qual a relação entre desempenho sexual, obesidade e alimentação?

No nosso dia a dia, as pessoas querem ter um melhor desempenho em tudo, inclusive nos relacionamentos sexuais, porém quase ninguém fala muito sobre isso, não é mesmo? Mas como praticamente todo mundo (sexualmente ativo, eu digo) passa por isso de uma forma satisfatória ou não, escolhi este tema porque eu acredito ser de suma importância na vida das pessoas. Vida sexual ativa e satisfatória também faz parte da saúde e qualidade de vida.

Problemas como, por exemplo: dificuldades de ereção, frigidez, ejaculação precoce, de vontade ou libido são questões que a maioria das pessoas não comenta nem com os melhores amigos.

Abordaremos este assunto do ponto de vista nutricional e também emocional, uma vez que este aspecto está inevitavelmente envolvido em tudo na nossa vida.

Como já é sabido, e muito se tem comentado atualmente, quem não segue uma alimentação saudável e equilibrada acaba sendo vítima de uma série de problemas de saúde. A saúde sexual é um dos primeiros sinais, embora as pessoas nem o percebam.

De acordo com estudos na área da psicologia, uma pessoa que se sente gorda demais tem mais chances de se deprimir. Mas há também pesquisas mostrando que indivíduos que se alimentam bem, fazem exercícios regularmente e se sentem bem com seu corpo tendem a ter maior autoestima.

Estudos realizados por duas revistas, Journal of American Medical Association (JAMA) e Obesity, confirmam o que já se tem afirmado com muita frequência nos meios de comunicação, que a alimentação equilibrada pode mudar para melhor várias coisas na sua vida, inclusive a atividade sexual.

O estudo do JAMA, que durou dois anos, foi realizado com 110 homens com idade entre 35 e 55 anos, que tinham em comum a obesidade (Índice de Massa Corpórea acima de 30) e dificuldades de ereção. Concluiu-se que aqueles que tinham perdido cerca de 10% do peso, com dieta adequada e exercícios físicos regulares, voltaram a ter um bom desempenho sexual. E o outro grupo, que recebia apenas informações sobre uma alimentação saudável, não teve redução significativa no peso, no total. E não houve mudanças no desempenho sexual.

No estudo da Obesity, participaram 500 pessoas (homens e mulheres), que foram submetidas a um programa intensivo para perda de peso e modificações do estilo de vida. Foram avaliadas nos quesitos apetite sexual, desempenho sexual, entre outros. A pesquisa mostrou que os maiores IMCs (Índices de Massa Corporal) estavam associados com uma diminuição da qualidade de vida sexual. Os maiores prejuízos relatados ficam por conta dos participantes do sexo feminino, em comparação com os homens. A perda de apetite e desempenho sexual, bem como a fuga dos encontros sexuais, foi associada ao excesso de peso dessas mulheres.

E com base nesses dados, acabamos caindo no mesmo ponto: alimentação saudável. Falemos então um pouco mais sobre alimentos.

Há milênios que relacionam determinados alimentos com o desejo sexual. Alimentos afrodisíacos e que fazem milagres no desempenho na cama ainda precisam de estudos, pois carecem de comprovação científica.

Alguns alimentos têm na sua composição elementos capazes de gerar benefícios que, aliados a uma alimentação saudável e à prática de exercícios regulares, podem levar a uma melhora na capacidade sexual.

Clamídia

Por que aparece
A bactéria chamada Chlamydia trachomatis passa de uma pessoa a outra durante uma relação sexual. Um bebê pode infeccionar-se durante o parto em razão de infecção no canal vaginal e a doença pode causar infecção nos olhos e pneumonia no recém-nascido.

Diagnóstico
Cerca de 75% das mulheres e 50% dos homens não apresentam sintomas de infecção por clamídia. É por isso que muitas pessoas infectadas permanecem sem tratamento e, com isso, continuam a espalhar a doença. Em mulheres, os sintomas podem ser um corrimento esbranquiçado pela vagina, acompanhado de coceira, e dor na relação sexual. Nos homens pode aparecer uma secreção anormal pelo pênis. Ambos os sexos podem apresentar uma sensação de queimação ao urinar. Como muitas vezes a clamídia é assintomática, o médico irá detectar o risco de ter a doença pelo histórico sexual. A confirmação do diagnóstico se dá pela presença de sintomas, por um exame de urina e do corrimento (ou secreção no homem).

Riscos
É uma infecção contagiosa. Qualquer pessoa infectada deve abster-se de relacionamentos sexuais até a doença ser erradicada. Na mulher, se não tratada, pode causar gravidez tubária, partos prematuros e até levar à infertilidade.

Tratamento
Uma vez diagnosticada a clamídia, o médico receitará antibiótico. O parceiro sexual deve ser tratado também.

Quando procurar o médico
Homens e mulheres sexualmente ativos deveriam visitar o médico com frequência e fazer os exames de rotina, mesmo que não apresentem nenhum sintoma de DST. A suspeita por clamídia deve ser investigada na presença dos sintomas.

Prevenção
Por ser uma doença sexualmente transmissível e de difícil identificação, pratique sempre sexo seguro.

Converse mais sobre sexo

Na teoria parece muito fácil, mas na prática nem sempre é assim. Nem todas temos o hábito de falar abertamente sobre sexo com o parceiro e, em alguns casos, sequer nos conhecemos o suficiente para dizer do que realmente gostamos ou não. Mas compartilhar com ele nossas fantasias e dizer (ou mostrar) como e onde sentimos mais prazer ao sermos tocadas são atitudes essenciais para criar uma atmosfera de entrega e uma relação mais apimentada. No início pode até parecer meio constrangedor se você não está acostumada, mas vamos combinar que sexo bom é aquele em que as duas partes se sentem à vontade e realizadas.
Insegurança
É preciso muita confiança para expor as dúvidas e vivências sexuais, de acordo com doutora Minotto. Ela nota que, em muitos casos, as dúvidas são simples, mas as mulheres sentem vergonha de perguntar para não passarem por “ignorantes sexuais”. Há todos os tipos de dificuldade, desde falar sobre masturbação até de identificar a própria anatomia. Além disso, ainda paira no ar o preconceito de saber demais sobre sexo.

Sem papas na língua
Não tenha receio ou vergonha de conversar sobre tudo, inclusive sobre sexo. “É inadmissível a falta de diálogo. Devemos saber o que gostamos e o que queremos. Exigir que o parceiro saiba como nos agradar sem darmos pistas do que nos agrada é exigir que um cego guie outro cego”. Converse sobre suas experiências, fantasias e necessidades. Isso vai fazer dele um colaborador de seu prazer e vice-versa.
Fique atenta aos sentidos
Muitas mulheres comparam-se tanto com o padrão perfeito daquelas mulheres capa de revista que ficam fazendo uma verdadeira ginástica para esconder suas imperfeições do parceiro. Atrapalha tudo! Prazer e desejo sexual têm pouca relação com corpo escultural. “Quem fica preocupada demais com a forma física perde o todo. Relação sexual baseia-se nos sentidos do olfato, tato, audição e paladar; quando não estamos prestando atenção nesses sentidos não estamos participando dela, nos comportamos como uma boneca que quer parecer bonita, e não obter prazer”.

O que você pode fazer?
Prazer sexual e orgasmo são entidades diferentes. Algumas vezes não conseguimos chegar ao orgasmo por não nos desligarmos de nossos medos e ansiedades, ou pela falta de concentração nas sensações. Não chegar lá eventualmente, ou em menos de 50% das vezes, não é problema a ser considerado. Mas, quando o orgasmo virar raridade, melhor procurar um especialista para investigar das causas. O que você pode fazer? “Tente novamente, quantas vezes forem necessárias, e lembre-se sempre de que o ato sexual também necessita de concentração e dedicação”.