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Mamografia ajuda a prevenir. Cuide-se!

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A estimativa é alarmante: a expectativa do Ministério da Saúde para o próximo ano é de cerca de 50 mil novos casos de câncer de mama no Brasil.
Não se sabe exatamente o que pode causá-lo, mas, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), há alguns fatores de risco associados à doença que podemos considerar:

- Histórico familiar, especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe, pai, irmã ou irmão) foram acometidos antes dos 50 anos de idade;

Será que estou grávida?

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Confira o sintoma e descubra o que pode causá-lo, além da gravidez, é claro.

Ausência da menstruação

Principal sinal de que uma mulher está grávida. Assim que o óvulo é fecundado, e até o final da gravidez, aparecem os hormônios que suspendem a menstruação.
Quando aparece: durante toda a gravidez.
Outras causas: aumento ou perda excessiva de peso, problemas hormonais, acarretando a não ovulação, tensão emocional, stress, medicação.

Estrias: como lidar com as marcas incoveniente

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Nos dicionários, a estria é definida como “pequena linha”, “filete”, “sulco muito estreito” e “linha extremamente fina”. Dito desse modo, parece algo quase imperceptível, para o qual não se deve dar importância. Mas sabemos que não é assim. As cicatrizes resultantes do rompimento de fibras elásticas e colágenas da pele – geralmente provocado pelo desenvolvimento do corpo durante a adolescência, a gravidez ou por ganhos abruptos de peso – são uma das marcas dérmicas que mais desagradam às mulheres.

Os cuidados da mulher dos 20 aos 70 anos

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Desde que a mulher nasce ela passa por profundas transformações, físicas e emocionais. Cada fase passa por necessidades específicas. Por isso, aprender a ouvir o próprio corpo e adotar hábitos comportamentais saudáveis é que farão a grande diferença para um viver mais e melhor.

Cuidados aos 20 anos – Este é um excelente período para adquirir hábitos saudáveis para a vida inteira. Aprenda há dividir o tempo para conciliar estudo, diversão e atividade profissional. Assim você evita o stress e fica mais satisfeita com os resultados. Nessa etapa, procure um ginecologista de confiança, marque uma consulta para escolher o anticoncepcional que mais se adapte a você para prevenir uma gravidez indesejada.

É possível secar e mudar o corpo depois dos 30?

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Após os 30 anos o metabolismo começa a ficar mais lento. Esse fato contribui para o aumento do percentual de gordura e também dificulta a perda de peso.

Para quem está nessa faixa etária, o mais indicado é melhorar a alimentação (com a orientação de um nutricionista, é claro) e focar em treinamentos mais intensos, incluindo exercícios aeróbicos.

Uma atividade muito recomendada é o treinamento funcional, que vem mostrando muito resultado em relação aos objetivos nessa fase, por ser uma atividade em que se prioriza o movimento do corpo como um todo e não somente de um músculo.

Dessa forma, o aluno consegue trabalhar, em um mesmo exercício, vários grupos musculares. Com disciplina e uma dieta balanceada, é possível notar resultados a partir de três meses de treinamento.

Como manter a beleza dos seios durante e depois da gravidez

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Estrias, flacidez e queda são alguns dos problemas mais comuns enfrentados por muitas mulheres durante ou após a gestação. Os efeitos indesejados nos seios, decorrentes do estiramento da pele, assim como o escurecimento dos mamilos e as doloridas rachaduras, podem ser solucionados ou pelo menos amenizados com cuidados simples. Mas para estar com tudo em cima, é preciso começar antes mesmo do início da gravide.

Os cuidados favorecem não somente a parte estética, mas também o conforto na amamentação. Na gravidez o aumento de hormônios provoca o crescimento e a ramificação do sistema de dutos mamários, levando ao aumento uniforme dos seios. Como consequência, comumente podem ocorrer a saliência e o ressecamento dos mamilos e o aparecimento das estrias, ocasionadas pelo rompimento das fibras de colágeno e elastina.

Por isso, é fundamental que a mulher prepare os seios antes mesmo da gestação com uma boa hidratação da pele. Para ajudar na regeneração celular e no combate ao envelhecimento, são indicados cremes e óleos à base de macadâmia ou manteiga de karitê, que devem ser aplicados na forma de massagens rotativas nas mamas, duas vezes ao dia. Não é recomendado passar hidratante nas aréolas nem nos mamilos.

Para quem quer um tratamento mais específico na prevenção de estrias, o dermatologista Jardis Volpe, especialista em estética, indica o uso de infravermelho. No método, uma luz estimula a produção de colágeno e a hidratação cutânea, melhorando o aspecto geral da pele. O ideal é fazer de quatro a seis sessões, cerca de três meses antes de a mulher engravidar.

A futura gestante também não pode se esquecer da saúde. Uma dieta balanceada, com alimentos ricos em licopeno (como o tomate), biotina (presente na carne vermelha, nos ovos e nos grãos) e vitamina C (como as frutas cítricas), contribui para obter uma pele mais firme. A realização de atividade física – quando autorizada pelo obstetra – também pode colaborar para uma gestação saudável e seios mais bonitos.

Durante a gestação

Depois do resultado positivo, os cuidados com as mamas devem ser redobrados. O corpo começa a se preparar para a amamentação e, além da manutenção da hidratação da pele, as grávidas devem usar o sutiã de sustentação, para suportar com conforto o aumento do volume mamário. Com alças mais largas, ele ajuda a distribuir o peso dos seios igualmente nos ombros, diminuindo o impacto sobre a coluna. As peças devem ser utilizadas em toda a gestação, tanto durante o dia quanto de noite, para evitar flacidez, estrias e ingurgitamento, o famoso leite empedrado.

Após o parto

Com o início da amamentação, muitas mulheres reclamam de fissuras nos mamilos. Para manter os seios saudáveis e sem dores é necessário, primeiramente, uma lactação correta. Isso inclui fazer com que o bebê abocanhe parte da aréola e não somente o bico do seio na hora de mamar. Outra dica importante para prevenir rachaduras é passar o próprio leite na aréola.

CUIDADO COM AS ARMADILHAS DAS DIETAS

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A balança – um dos maiores medos das mulheres – às vezes parece não querer colaborar. Nesses momentos, mesmo colocando em prática todos os seus conhecimentos sobre dietas e emagrecimento, o ponteiro insiste em não descer? Cuidado com os produtos que você consome!

Entenda como funciona seu metabolismo

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Boa parte das pessoas que luta contra os ponteiros da balança já culpou, ao menos uma vez, o metabolismo ‘lento demais’ pela dificuldade de emagrecer. De fato, algumas pessoas queimam calorias em um ritmo mais rápido do que outras. Saiba porque isso acontece e aprenda como é possível acelerar o metabolismo, eliminando mais calorias e mantendo a boa forma.

Entenda como funciona seu matabolimos. Ouça a matéria:

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Diagnóstico e tratamento de miomas

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Grande parte dos miomas é descoberta durante o exame de rotina, pois na maioria dos casos, eles não incomodam a mulher. Mais uma boa razão para ir regularmente ao ginecologista. A necessidade de tratamento do problema está relacionada com a presença de sintomas e a escolha da melhor opção deve ser feita em conjunto com o médico. Mas é preciso atenção, pois quanto mais tempo se leva para diagnosticá-los e tratá-los, mais os casos se complicam.

Mesmo que o ginecologista tenha percebido o aumento do útero da mulher – sintoma que indica a presença de mioma – o diagnóstico só poderá ser confirmado pela realização da ultrassonografia abdominal, que é um exame simples e indolor. Tal técnica possibilita que o médico determine o tamanho, a forma e a textura do útero.

A Importância do Pré-Natal para a Saúde

O pré-natal é a assistência que se dá à mulher a partir do momento em que ela engravida, no qual o médico procura diagnosticar e tratar doenças preexistentes, da realização de um diagnóstico precoce de qualquer alteração tanto da mãe quanto do feto para que dentro das possibilidades existentes hoje elas possam ser corrigidas.

O pré-natal é muito importante para que se tenha uma assistência também psicológica e emocional para a mulher, pois este é um período onde a mulher vive uma fase mais sensível, mais emotiva, onde surgem muitas dúvidas e medos. E é fundamental que possamos também orientá-las e ajudá-las a se situar de uma maneira equilibrada e tranqüila, simplesmente voltada às sensações boas e novas que ela começa a apresentar. Através de um acompanhamento é possível assegurar maior equilíbrio à gestante.

Regularidade

No pré-natal tem-se inicialmente consulta mensal e depois que a paciente chega à gravidez a termo, passamos a ter consultas com intervalos menores, dependendo de cada caso. Durante essas consultas mensais é claro que qualquer coisa que aconteça de diferente este intervalo pode mudar, comenta.

Síndrome do ovário policístico

Os ovários são dois órgãos, um de cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semi-sólido. São os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. Os outros casos são assintomáticos.

A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.

A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultra-som.

Ouça o que diz o Doutor Christian Ferraz sobre ovário policístico:

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Recomendações

* Consulte regularmente seu ginecologista. Não deixe de fazer o exame ginecológico e outros que ele possa indicar;

* Não se descuide. Mulheres com ovário policístico correm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares na menopausa;

* Controle seu peso. A obesidade agrava os sintomas da síndrome.

O guia das perguntas difíceis

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Nascimento, religião, sexo, família. Toda mãe já passou pela saia justa de ser questionada sobre estes e outros temas por seu filho e não soube o que dizer.

Selecionamos sugestões de respostas para as perguntas mais cabeludas – e mais comuns – das crianças. Assim você pode se preparar melhor para estes questionamentos e ajudar seu filho a entender o mundo da maneira mais real e sincera possível – sempre dentro das medidas da compreensão dele.

De onde eu vim?

Dúvidas sobre de onde vêm os bebês são geralmente as primeiras a surgir, conta a supernanny Cris Poli. Elas representam o período de autoconhecimento pelo qual toda criança passa.

OMS diz que pode levar 6 meses para provar ligação de zika e microcefalia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, nesta sexta-feira (19), que as evidências que apontam para a associação entre o vírus da zika e a microcefalia são cada vez mais fortes, mas ainda pode levar de 4 e 6 meses para provar definitivamente que a relação existe.

Apesar de a OMS reiterar que ainda faltam evidências mais conclusivas sobre a relação entre zika e microcefalia, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, voltou a afirmar, nesta sexta-feira, que o vírus causa microcefalia e síndrome de Guillain-Barré.

Em uma semana, cresce o número de casos suspeitos de microcefalia

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Dados recentes do Ministério da Saúde apontam que em uma semana o número de casos suspeitos de microcefalia passou de 1.248 para 1.761, contabilizando um aumento de 41%.

Veja também: Microcefalia: orientações às gestantes

Segundo o levantamento apresentado pela pasta, o estado de Pernambuco continua apresentado o maior número de suspeitas da má-formação, totalizando 804 casos. Em seguida, estão os estados de Paraíba (316), Bahia (180), Rio Grande do Norte (106), Sergipe (96), Alagoas (81), Ceará (40), Maranhão (37), Piauí (36), Tocantins (29), Rio de Janeiro (23), Mato Grosso do Sul (9), Goiás (3) e Distrito Federal (1).

Novos parâmetros

No dia 4 de dezembro, o Ministério da Saúde mudou o critério para definição de microcefalia. Até então, o órgão considerava casos suspeitos aqueles em que as crianças nasciam com o perímetro cefálico (circunferência da cabeça) igual ou menor a 33 cm. De acordo com o novo parâmetro, só serão diagnosticados com microcefalia os bebês cuja circunferência da cabeça tenha 32 cm ou menos, o que na prática deve diminuir o número de crianças consideradas suspeitas de apresentar a má-formação.

Ecocardiografia fetal

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A Clínica IAM (Instituto de Assistência à Mulher), pioneira em nível regional em ultra-sonografia 3D/4D oferece a mais alta tecnologia a serviço da vida. No IAM o seu bebê só falta falar. Agora com Ecocardiografia Fetal. Venha viver essa alegria. O serviço de ecocardiografia fetal do IAM – Instituto de Assistência à Mulher está localizado na Urmec, Santo Antônio de Jesus, Bahia. Mais informações e marcação do exame através dos telefones (75)3311-3771/3311-3772/ 3311-3773.

A ecocardiografia fetal é um método ultrassonográfico não invasivo realizado no abdome da mulher grávida após a 18ª semana de gestação, para avaliação intrauterina morfológica e funcional do coração do feto. Clique na imagem para ampliar.

Indicações

  • Detecção ou exclusão de anormalidades cardíacas fetais durante o pré-natal
  • Detecção ou suspeita de cardiopatia congênita à ultrassonografia obstétrica
  • Fatores de risco materno-familiares para cardiopatias
  • Gestação prévia com cardiopatia congênita
  • Avaliação de repercussões de arritmias cardíacas fetais

Contraindicações

Não há

Preparo

Não há

Como é feito

O transdutor é colocado sobre o abdome materno, a fim de se obter as imagens do coração do feto. No monitor são observadas as possíveis alterações anatômicas e funcionais da circulação fetal normal

Limitações

  • Antes da 18ª. semana de gestação: não é recomendada a realização devido à imaturidade do feto, que dificultaria a avaliação das estruturas cardíacas
  • No final da gestação também pode haver dificuldade na visualização das estruturas cardícas (janela acústica inadequada ou desfavorável)
  • .Agitação ou posicionamento inadequado do feto
  • Gestação múltipla

CONTRACEPTIVOS DE LONGO PRAZO

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pílula anticoncepcional transformou a vida da mulher ao proporcionar praticidade e autonomia, além de prevenir problemas de saúde como a endometriose. Entretanto, a disciplina requerida para tomar o medicamento muitas vezes não é seguida pelas mulheres. Resultado: gravidez indesejada, já que muitas utilizam o medicamento como único anticoncepcional. Segundo dados do estudo “Nascer no Brasil”, da Fundação Oswaldo Cruz, para 30% das grávidas brasileiras a gestação não foi planejada.

Uma forma de evitar esse problema por simples esquecimento são os métodos chamados de longo prazo. Em setembro de 2014, a Academia Americana de Pediatria publicou uma nova diretriz, que endossa a recomendação do Colégio Americano de Ginecologia e amplia as orientações de uso desse tipo de anticoncepcional, inclusive para adolescentes. Entre as principais opções estão o dispositivo intra-uterino (DIU de cobre) e o sistema intrauterino, o SIU (também conhecido como DIU medicado ou DIU hormonal). Tais métodos podem proteger as pacientes por períodos de até dez anos.

SÍNDROME METABÓLICA

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A síndrome metabólica, conhecida também por síndrome plurimetabólica, pode ser definida como um conjunto de fatores de risco inter-relacionados que aumentam a possibilidade de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e/ou diabetes mellitus tipo II.

A causa exata para o aparecimento de síndrome metabólica não está ainda definida, mas sabe-se que a obesidade abdominal e a resistência à insulina parecem ter um papel essencial para o aparecimento da síndrome.

Diagnóstico da Síndrome Metabólica

O diagnóstico da Síndrome Metabólica é com base nos critérios para diagnóstico da Síndrome Metabólica:

  • Glicemia em jejum entre os 100 e 125 ou entre 140 e 200 após refeições;
  • Valores de HDL baixos e LDL elevados;
  • Níveis aumentados de triglicéridos e ácido úrico;
  • Obesidade, avaliada pela medida da circunferência abdominal nos homens >102 cm e nas mulheres > 88cm
  • Alguns marcadores no sangue alterados, entre eles a proteína C-reativa.

O indivíduo tem síndrome metabólica se apresentar pelo menos 3 destes critérios e o tratamento deve ser iniciado rapidamente para evitar as consequências que a doença possa vir a provocar.

Cólica na gravidez

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A cólica na gravidez é normal, principalmente no início e fim da gestação.

No início pode-se referir à adaptação do corpo da mãe ao crescimento do bebê e no final uma das causas de cólica na gravidez pode ser o peso e movimentos do bebê.

A partir das 37 semanas a cólica na gravidez é esperada e normalmente se refere à proximidade da hora do parto.

Cólica no início da gravidez

No início de gravidez a cólica pode ser um dos sinais de que a mulher está grávida e ocorre devido ao crescimento do útero e a adaptação à implantação do embrião. Infecções urinárias ou vaginais, com corrimento, também são responsáveis pelo aparecimento de cólicas no início da gravidez.

Durante a gravidez, a acumulação de gazes no intestino pode causar cólica por ingestão de determinados alimentos como feijão, brócolis ou sorvete.

A cólica depois da relação sexual na gravidez é normal, pois o orgasmo provoca contração uterina.

Cólica no final da gravidez

A cólica no final da gravidez poderá significar que a hora do parto se aproxima. A cólica resulta da movimentação do bebê dentro da barriga ou do seu peso que pressiona músculos, ligamentos e veias, causando dor e desconforto.

Tratamento da cólica na gravidez

O tratamento da cólica na gravidez pode ser feito com paracetamol que deve ser indicado pelo médico obstetra para diminuir o desconforto.  Na maior parte dos casos a cólica melhora com a mudança de posição ou com relaxamento através da yoga ou atividade física na água, por exemplo.

Por outro lado, quando a cólica na gravidez é acompanhada de febre, sangramento, calafrios, vômitos ou dor ao urinar, no início ou no final da gravidez é importante procurar ajuda médica imediatamente.

A gravidez ectópica, que ocorre quando o embrião se implanta noutro local que não o útero,  é uma das maiores causas de cólicas na gravidez. O início de aborto espontâneo também pode ser acompanhado por cólicas, assim como viroses, intoxicações alimentares, apendicite ou infecções urinárias.

Fonte: Tua Saúde.

Conhecendo seu corpo depois de ter seu bebê

As Melhores Dicas daquelas que Sabem – As Mães

A gravidez e o parto são dois dos momentos mais emocionantes, desafiantes e transformadores na vida de uma mulher. Muitas mudanças ocorrem no seu corpo desde o momento da concepção, e isto cobrará uma ação, tanto física quanto emocional.

As futuras mães sabem quais mudanças ocorrerão no seu corpo durante a gravidez, no entanto, a pergunta sobre o que acontece no corpo depois do parto também deve ser abordada, inclusive se a mulher já tiver filhos. Cada gravidez é diferente e estas dicas foram criadas para assegurar que as futuras mães sejam especialistas nas mudanças corporais que vêm com o parto.

Sangramento depois do parto

Todas as novas mães sangram depois de ter seu bebê; estes sangramentos são chamados de “lóquios”, e são completamente naturais. É a forma em que o organismo libera da camada interna do útero depois do parto.O fluxo de sangue será reduzido e sua cor mudará com o tempo, desse modo, não se desespere, já que isto é normal.O tempo de sangramento de uma mulher varia, mas em média são cinco a seis semanas após do parto. O fluxo diminuirá gradualmente, porém se não se reduzir com o tempo, ou se você começar á apresentar um aumento no mesmo, ou sua cor mudar, isto pode ser um sinal de um problema e você deve entrar em contato com seu médico.

1 Os exercícios para a base pélvica ajudarão muito

À medida que o bebê cresce durante a gestação, seu peso, junto com o peso do útero expandido, exerce uma pressão e tensão adicionais sobre os músculos que sustentam a bexiga, o intestino e o útero.

A saída acidental e involuntária da urina, às vezes depois de tossir, espirrar ou com exercícios, se chama “incontinência do esforço”, e é um dos problemas mais comuns nas novas mães. A capacidade de superar a incontinência varia enormemente de uma mulher para outra. Para algumas, o problema desaparece em algumas semanas, mas para outras pode persistir durante meses ou tornar-se um problema crônico. Uma maneira de enfrentar a incontinência, assim como reduzir um pouco do inchaço causado por potenciais feridas, suturas e hematomas nos órgãos genitais durante o processo do parto e concepção, é através de exercícios regulares para a base pélvica, antes e depois do parto.  Estes devem ser realizados durante pelo menos três vezes ao dia e devem tornar parte da rotina diária de uma mãe. Algumas se preocupam porque pensam que fazer estes exercícios imediatamente depois do parto poderia ser prejudicial, no entanto, os médicos afirmam que quanto mais rápido uma mulher começa a fazer exercícios, melhor. Os médicos também podem encaminhar as mães para especialistas, os quais podem proporcionar maior ajuda e assistência, e é importante não ignorar o problema ou se sentir constrangida a respeito, já que existem soluções.

2 Relações íntimas depois do parto

A maioria das mulheres não desejam ter relações sexuais durante, pelo menos, várias semanas depois do parto, e o motivo para isto é simplesmente o cansaço, para não mencionar a dor perineal associada, a libido diminuída ou a secura vaginal causadas pelo parto, o pós-parto e a amamentação. As mudanças hormonais e o estresse emocional podem fazer com que uma mulher se sinta pouco atraente por um longo período depois do parto. Frequentemente, os tecidos vaginais são forçados, machucados e rasgados, e as mulheres podem ter fluxo sanguíneo durante algum tempo depois do parto – pode levar semanas para que estas feridas sarem e as consequências do parto também.

É preferível, geralmente, esperar até o check-up em seis semanas com o médico antes de ter relações novamente.

Embora não esteja estabelecido um período de tempo no qual a atividade sexual possa ser retomada, ambos os membros do casal devem estar prontos, física e emocionalmente, e isto varia entre os casais.

3 Vitaminas e contracepção durante a amamentação

Depois do parto, os seios da mãe podem estar sensíveis, inchados e, em alguns casos, duros. Algumas mulheres podem apresentar suores noturnos, ondas de calor e febre quando começam a amamentar; isto é completamente natural e deve desaparecer depois de alguns dias.  A amamentação nem sempre ocorre de forma natural como se espera, mas existem técnicas de posições que podem ajudar para que o processo não seja doloroso. É sempre recomendável que a mulher tome suplementos diariamente, para benefício, tanto da mãe como do bebê. Devemos recordar também que a amamentação não significa que a mulher não possa engravidar.  É importante o controle da natalidade para proteger a gravidez não planejada, já que a primeira ovulação é extremamente imprevisível. Há muitas crenças equivocadas relativas à fertilidade depois do parto; algumas mulheres não menstruam até vários meses depois do parto, no entanto, algumas poderiam liberar seu primeiro óvulo antes que seu sangramento esteja presente e, por conseguinte, poderiam engravidar novamente. Uma vez que está em condições de ter relações íntimas novamente, fale com seu médico em relação às alternativas contraceptivas disponíveis para as mães recentes; existem muitas opções e é importante selecionar a mais adequada para a maternidade. As mães que amamentam devem evitar contraceptivos que contenham estrogênios, já que este hormônio afeta a produção de leite. Os métodos não hormonais e os contraceptivos que contêm apenas progestagênios, são os ideais durante a amamentação.

4 Seja realista em relação ao peso e nutrição

Os médicos recomendam abster-se do exercício exaustivo até umas seis semanas depois do parto. Os músculos abdominais foram esgotados severamente durante os nove meses da gravidez e durante o parto, de forma que estes músculos abdominais e dorsais estão mais fracos do que antes da gravidez. Existem alguns exercícios simples que podem ajudar imediatamente depois da gravidez. Ao realizar os exercícios corretos utilizando uma boa técnica, estabelecerá uma grande diferença, mas lembre-se de se mover lentamente. Se uma mulher for submetida a uma cesariana, deve consultar um médico para a indicação específica quando iniciar os exercícios “abdominais”, no entanto não os faça muito rápido e seja realista com suas expectativas; não há uma fórmula mágica que retorne instantaneamente o corpo que tinha a mãe antes da gravidez. Levando em conta que uma dieta balanceada é fundamental para a boa saúde e bem-estar, principalmente se estiver amamentando. Consuma alimentos nutritivos e saudáveis, e aumente a ingestão de líquidos.

Não tente ser uma supermulher. Solicite ajuda se você precisar dela e não tenha medo de dizer ‘não’.

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