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NÃO ESQUEÇAM DE CUIDAR DO COLESTEROL!

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As gorduras presentes no sangue, o colesterol e os triglicérides, estão entre as mais estudadas, sendo o colesterol fundamental para algumas funções do organismo. A preocupação é quando surge um desequilíbrio na produção do colesterol, aumentando sua quantidade no sangue. A primeira informação importante é que o colesterol alto não dá sintoma a não ser quando já houve uma obstrução de artérias (infarto do miocárdio e derrame). Existem dois tipos de colesterol, o bom colesterol (HDL), que evita o depósito de gorduras nas artérias, e o colesterol ruim (LDL), que favorece a deposição de gorduras.

O que é a Tricomoníase

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Trata-se de um corrimento esverdeado e bolhoso, com odor, podendo ser acompanhado de coceira, causado por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis e adquirido por meio de relações sexuais ou de contatos íntimos com secreções de uma pessoa contaminada. Portanto, tricomoníase é considerada uma doença sexualmente transmissível.

O diagnostico é clínico e por meio de exames microscópicos realizados no próprio consultório médico, exames de laboratório ou pelo papanicolaou.

O tratamento é feito por meio de antibióticos e quimioterápicos, sendo obrigatório o tratamento do parceiro sexual.

Cigarro na gravidez pode predispor crianças a problemas cardíacos

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Crianças nascidas de mães que fumaram durante a gravidez apresentam níveis mais baixos de colesterol HDL, também conhecido como o “colesterol bom”, o que pode elevar os riscos de infarto e AVC ao longo da vida, é o que sugere um novo estudo australiano.

Participaram do estudo 405 crianças saudáveis de 8 anos, constatando-se que aquelas cujas mães fumaram durante a gravidez apresentaram níveis de HDL em torno de 1.3 millimoles por litro (mmol/L), em comparação ao nível normal de 1.5 mmol/L das crianças nascidas de mães não fumantes. Ainda não se sabe como o tabagismo durante a gravidez diminui os níveis de HDL das crianças.

“Nossos resultados sugerem que o tabagismo materno “carimba” um conjunto de características nas crianças enquanto elas se desenvolvem no útero, o que pode mais tarde predispô-las a infartos e AVCs. Essa influencia ou efeito aparente dura pelo menos oito anos e provavelmente até mais tempo”, disse David Celermajer, professor de cardiologia da Universidade de Sydney, que conduziu o estudo.

A equipe liderada por Celermajer observou que os índices de tabagismo entre gestantes ainda são altos – em torno de 15% na maioria dos países ocidentais. Segundo o grupo, isso representa que as novas descobertas podem ser importantes em iniciativas de prevenção de doenças cardíacas.

o que é Cervicite?

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Uma das causas de corrimento vaginal são as doenças do colo do útero, também chamadas de cervicite ou endocervicite.


Cervicite é uma irritação do colo do útero provocada por uma variedade de organismos diferentes.

Causas comuns são a gonorreia, herpes, clamídia e infecções bacterianas.

Existem também cervicites crônicas comuns nas mulheres depois do parto. É associada também frequentemente com a gravidez e o uso de contraceptivos orais. Menos frequentemente, a cervicite é causada por sensibilidades a determinados produtos químicos, incluindo aqueles presentes nos espermicidas, no látex das camisinhas e nos tampões vaginais.

As causas dessas doenças são várias, e todas necessitam de avaliação e tratamento por parte de um médico.

Os sintomas são inflamação, vermelhidão e corrimento que sai do colo do útero, podendo ou não se exteriorizar pelavagina.

O perfume da mulher é mais sedutor que o perfume

Mulheres, pensem duas vezes antes de borrifarem o seu perfume Chanel Nº 5. Um novo estudo sugere que o cheiro natural da mulher pode ser tudo o que ela precisa.

Pesquisas recentes mostram que o nível de testosterona do homem que está relacionado com o interesse sexual, é bem maior quando eles cheiram a camisa de uma mulher que está ovulando.

Esse cheiro entretanto, que ativa os seus sentidos a nível inconsciente são os ferohormonios. Eles são os sinalizadores químicos secretos, que influenciam o processo biológico para estimular o seu desejo sexual.

Os animais liberam esses ferohormonios com o objetivo de comunicação ou reprodução. Nos seres humanos não é diferente.

Mesmo que você não tenha consciência de reconhecer o cheiro dos ferohormonios, esses químicos tem um papel ajudando você a encontrar o seu parceiro.

Por exemplo, se você se sente atraída de forma inexplicável por um estranho que você acabou de encontrar, pode ser que esses químicos estejam agindo tornando a pessoa que você encontrou irresistível.

Os humanos tendem a ter atração por pessoas que são geneticamente diferente das suas, o que garante a diversidade da espécie.

Os pesquisadores tem confirmado a presença de um nervo sexual secreto (nervo “O”) que termina na sua cavidade nasal, sendo que suas fibras vão diretamente para as regiões sexuais do seu cérebro, e como esse nervo passa pelo córtex olfatório, ele não registra o cheiro conscientemente, mas identifica a química sexual.

INSÔNIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIS FREQUENTES

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Dormir é fundamental para o restabelecimento físico e mental do indivíduo. Dentre os diferentes distúrbios do sono, o mais frequente é a insônia. Para responder algumas perguntas sobre o assunto, entrevistamos Rosana Cardoso Alves, neurologista e assessora médica em Polissonografia do Fleury. As respostas você confere a seguir:

1- O que é insônia?

A insônia nada mais é do que a dificuldade em iniciar ou manter o sono. O distúrbio pode afetar pessoas de todas as idades e, caso não seja tratada, pode perdurar por anos.

2- Quais são os principais tipos?
• Insônia transitória: incapacidade de dormir bem durante várias noites, geralmente desencadeada por excitação ou estresse;
• Insônia de curto período: ocorre após períodos repetitivos de estresse no trabalho ou em casa, e pode resultar em duas ou três semanas de noites mal dormidas;
• Insônia crônica: caracterizada por sono inadequado ao longo de meses.

Exames na gravidez

Os exames na gravidez devem ser feitos sempre que o médico obstetra requisitar, durante o pré-natal, para garantir a saúde da mãe e do bebê.

Os exames que devem ser realizados durante a gravidez são os de sangue e as ultrassonografias, mas existem outros que podem ser solicitados em situações especiais, como a amniocentese ou a biópsia do vilo corial por exemplo.

Os exames que devem ser realizados pela grávida no pré-natal, em cada fase da gestação estão listados a seguir, separados por trimestre.

Exames na gravidez no primeiro trimestre

Exames indicados para todas as grávidas:

choro do bebê: saiba como identificar e lidar

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Em certos períodos do dia, regularmente, o seu bebê fica mais irritado e “chorão”? Caso sim, isso ocorre principalmente entre 18 e 24h – justamente quando você está mais cansada? Pode parecer uma tortura, mas saiba que esses períodos não vão durar muito. Geralmente as cólicas mais intensas duram cerca de três horas por dia durante umas 6 semanas e depois diminuem para cerca de uma ou duas horas por dia por três meses. Como o bebê vai se acalmar dentro de poucas horas e geralmente é bem mais tranquilo no resto do dia, não há motivo para pânico.

Se o choro não parar, mas pelo contrário intensificar e persistir através do dia ou da noite, ele pode ser causado por cólicas. Cerca de um quinto dos bebês desenvolve o problema, geralmente entre a segunda e a quarta semana de vida. Eles choram intensamente, muitas vezes gritando, estendendo ou encolhendo as perninhas e soltando gases. O estômago pode ficar avolumado devido aos gases. O choro pode estender durante o dia todo, piorando no começo da noite.

Infelizmente, ainda não sabemos os motivos que provocam a cólica em alguns bebês. Mas geralmente isso passa após o terceiro mês. Algumas vezes, em bebês alimentados com leite materno, as cólicas são sinais da sensibilidade do bebê ao tipo de alimento ingerido pela mãe.

Existem alguns procedimentos que podem ajudar você e o seu bebê a enfrentarem essa fase com mais tranquilidade. Porém, consulte seu pediatra:

Muito além do prazer, o beijo é também um santo remédio!

Ingrediente fundamental de todos os romances; descrito com maestria pelos escritores; protagonistas de todas as novelas.

Quem nunca se rendeu e se deixou apaixonar depois de um beijo, tipo aqueles de cinema, que atire a primeira pedra.

E o melhor, e que muita gente talvez não saiba, é que o beijo faz um bem danado para a saúde. Ele não só nos faz sentir muito bem, como também é um santo remédio.

beijo alivia o estresse e libera epinefrina na corrente sanguínea ativando a circulação e reduzindo o LDL colesterol (ruim).

O fato é que o beijo tem muito mais a oferecer do que somente atração sexual. A mucosa da boca é permeável à hormonios como a testosterona e durante o beijo de boca aberta o homem introduz esse hormônio na boca da mulher, sendo então absorvida por ela. Isso faz com que haja um aumento do libido e uma alteração metabólica que estimula o ato reprodutivo.

Saiba como aliviar as cólicas

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Ela vem e vai, num desconfortável círculo vicioso, e nessas voltas provoca pontadas capazes de fazer o corpo todo transpirar e se retorcer: é a cólica! “A dor é resultado de contrações musculares dos órgãos”, conta o clínico geral Paulo Olzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Toda essa dolorosa movimentação é uma tentativa do organismo de eliminar algo, seja um cálculo renal, a menstruação ou até mesmo as fezes.

Para Olzon, é importante desviar o foco de atenção da cólica. Banhos mornos são bem-vindos justamente por ajudar a relaxar e esquecer um pouco a dor. As bolsas de água quente são outras grandes aliadas. Há, também, remédios específicos contra espasmos. Alguns medicamentos reduzem o ritmo das contrações, diminuindo a movimentação da musculatura do órgão afetado. Mas, sempre, vale frisar, use só depois de falar com seu médico.

Caprichar na hidratação evita a prisão de ventre

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Ficar mais de três dias sem ir ao banheiro, sentir a barriga estufada e aquela indisposição… Tudo isso junto pode ser sinal de prisão de ventre. “A constipação se dá quando o trânsito intestinal fica lento e às vezes, as fezes ficam ressecadas”, descreve o médico Flávio Quilici, da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Por questões hormonais, que interferem na absorção de líquidos no aparelho digestivo, as mulheres tendem a ter o intestino mais preso. E elas costumam evitar o uso de vasos sanitários fora de casa, um hábito que, claro, só piora a situação.

Problema infantil

Logo que a criança sai das fraldas é até comum que não haja controle intestinal e ocorra a prisão de ventre, mas isso costuma melhorar em poucos meses. Porém, alguns hábitos culturais, como a vergonha de ir a banheiros desconhecidos, podem desencadear a verdadeira constipação. Não bastasse isso, hoje a molecada anda abusando de fast food, ou seja, de sandubas, frituras, salgadinhos e outras comidas que não contêm as benéficas fibras, o que breca de vez a digestão.

CÂNCER DE MAMA

Mamas são glândulas cuja principal função é a produção do leite, que se forma nos lóbulos e é conduzido até os mamilos por pequenos canais chamados ductos. Quando as células da mama passam a dividir-se de forma desordenada, um tumor maligno pode instalar-se principalmente nos ductos e mais raramente nos lóbulos.

Câncer de mama é uma doença que acomete mais as mulheres. São fatores de risco a idade avançada, a exposição prolongada aos hormônios femininos, o excesso de peso e a história familiar ou de mutação genética. Ser portadora dos genes BRCA1 e BRCA2 é um fator de risco importante.

Estão também mais propensas a desenvolver a doença por causa da longa exposição aos hormônios femininos, as mulheres que não tiveram filhos ou tiveram o primeiro filho após os 35 anos, não amamentaram, fizeram uso de reposição hormonal (principalmente com estrogênio e progesterona associados), menstruaram muito
cedo (antes dos 12 anos) e entraram mais tarde na menopausa (acima dos 50 anos).
No entanto, há casos de mulheres que desenvolvem a doença sem apresentar fatores de risco identificáveis.

Sintomas

CÂNCER DE MAMA

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É a causa mais frequente de morte por câncer na mulher, embora existam meios de detecção precoce que apresentam boa eficiência (exame clínico e auto-exame, mamografia e ultrassonografia).

FATORES DE RISCO

Idade acima de 50 anos
História própria ou familiar de câncer de mama
Não ter filhos
Exposição significativa a raio X
Primeira menstruação cedo
Menopausa tardia
Classe socioeconômica alta
Primeira gestação após os 30 anos
Dieta rica em gorduras

Uso prolongado de anticoncepcional oral (ainda é discutível)
Foram identificados dois genes, chamados BRCA1 e BRCA2 que, quando sofrem mutação, são preditivos de câncer de mama familiar, identificando assim, mulheres com maior risco para desenvolver câncer de mama. A identificação de grupo de risco permite a utilização de medicações preventivas (quimioprevenção), cirurgia (mastectomia) e uma atenção maior para estas mulheres.
Para a prevenção do câncer de mama deve-se combater os fatores de risco com a diminuição da gordura endógena e consequente redução de peso corporal e dieta rica em vitamina A. Evitar o ganho de peso, principalmente após a menopausa. Como orientação geral, toda mulher após os 20 anos deve aprender e fazer mensalmente o auto-exame das mamas. O primeiro exame clínico das mamas deve ser realizado aos 20 anos e repetido a cada três anos até os 40 e, então, anualmente. A primeira mamografia deve ser realizada aos 35 anos, repetida aos 40 anos e a partir daí a cada dois anos até os 50 anos, quando passa a ser realizada anualmente. Com os conhecimentos atuais de oncologia preventiva é possível fazer detecção precoce de câncer de mama, que na maioria das vezes recebe tratamento cirúrgico simples, conservador e exclusivo, sem necessidade de radioterapia ou de quimioterapia, e com grande probabilidade de cura.

AUTO-EXAME DE MAMA

Faça o auto-exame uma vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação. Para as mulheres que não menstruam mais, o auto-exame deve ser feito num mesmo dia de cada mês, como por exemplo, todo dia 10.
Fonte: Ministério da Saúde.

Dores durante a penetração

Desde muito cedo a mulher ouve falar das dores na primeira relação sexual, e algumas acabam construindo uma expectativa negativa, ansiedade e medo frente à experiência íntima. As dores podem aparecer por conta da falta de jeito do parceiro e a ausência de carícias preliminares adequadas para que aconteça a estimulação, a excitação, o relaxamento e a lubrificação suficiente para um coito sem dor.

Algumas mulheres, geralmente em períodos conflituosos de casamento, passam a sentir dores durante o coito como forma de expressão, muitas vezes inconsciente, de sua insatisfação ou frustração naquela área da sua vida.

Outros fatores, e esses de questões ligadas à saúde de bem-estar, também podem contribuir para o aparecimento de dores durante o sexo. O estresse é um deles. O acúmulo de atividades no dia a dia e a falta de prazer na vida podem levar ao quadro indesejável. Lesões pélvicas, hímen rígido e persistente, doenças inflamatórias da vagina, pós-menopausa, fungos, entre outros, aumentam o número de queixas.

Esse quadro disfuncional pode permanecer durante longo tempo, comprometendo os futuros relacionamentos ou provocando o aparecimento de outras disfunções sexuais, como vaginismo, falta de desejo e dificuldades para ter o orgasmo.

Veja algumas dicas importantes para a tentativa de eliminação das dores:

1. Faça primeiramente uma avaliação com o (a) ginecologista para descartar problemas de ordem orgânica;

2. Antes da relação sexual, observe a existência de medo ou preocupações com dores durante o coito. Em caso positivo, tente afastá-las focando sua atenção em fantasias e envolvendo-se eroticamente com o parceiro;

3. Volte sua atenção para as sensações corporais e somente vá para o coito se estiver bem excitada. O uso de um gel a base de água facilitará a entrada e os movimentos do pênis;

4. Existem posições que facilitam a penetração você precisa descobrir a que melhor lhe traz conforto;

5. Ao se aproximar do coito perceba se o corpo está contraído, principalmente, a região genital. Em caso positivo, relaxe essa área como se fosse fazer xixi.

Na maioria das vezes, as dores aparecem pela falta de lubrificação ou porque a mulher não está excitada. Pode ser que ela não tenha entrado no clima erótico, que as carícias não tenham sido suficientes para provocar sensações de prazer em seu corpo ou por não estar focada nessas sensações. A expectativa e tensão pelo momento da penetração também pode provocar a contração de toda a região pélvica e do intróito vaginal.

Contudo, relaxar pode não ser fácil, uma vez que a mulher provavelmente já sentiu dor em vezes anteriores. Nesse caso, em que o relaxamento é quase impossível, é preciso ter cuidado. Isso porque a sequência de tentativas frustradas tende a piorar o quadro e até dar origem a uma disfunção sexual chamada vaginismo.

Dicas para uma depilação mais suave

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Quando o assunto é depilação das partes íntimas dá até frio na barriga, pelo fato de a maioria das mulheres sofrerem com a dor e depois com pêlos encravados, inflamações e coisas do gênero. Mas seguindo algumas dicas dá pra diminuir o sofrimento.

Antes de começar a depilação, o ideal é deixar a área bem limpa pra evitar irritação. Para retirar a umidade e deixar a pele limpa, vale passar álcool e talco, mas sempre protegendo a mucosa.

Quem utiliza cera, deve sempre optar pelas descartáveis para afastar o risco de infecções e contaminação por bactérias e prestar atenção na temperatura, afinal trata-se de uma região fina e sensível.

Pra quem prefere usar a lâmina, o melhor momento para a depilação é a hora do banho, pelo fato de os pêlos estarem amolecidos e a pele limpa. Use sempre uma lâmina nova e lembre-se de esticar bem a pele para evitar cortes.

Dica 1 – No chuveiro, deixe a água quente escorrer na virílha por alguns minutos. Ela funciona como um antiinflamatório e dilata os poros.

Dica 2 – Use lâmina com cabeça móvel e passe no sentido dos pêlos. Assim, impede que eles encravem.

Dica 3 – Evite sabonete, hidratante ou condicionador. eles não são apropriados para esse fim e podem provocar alergia. Use creme para barbear, ou os próprios para depilação. aplique no local e espere por alguns minutos para os pêlos amolecerem.

As dicas são da dermatologista Rachel Afonso Vicente, da Sociedade Brasileira de Medicina Estética

Se você não liga muito pra dor e gosta de algo mais duradouro pode fazer a depilação com uma pinça, mas isso exige paciência. Esse processo é muito bom por não danificar a pele e ainda diminuir o ritmo de crescimento dos pêlos. Não esqueça de deixar a pinça bem limpa antes de ser utilizada.

As mulheres que sofrem com pêlos encravados podem recorrer ao uso de cremes com corticóides, antibióticos, ácido glicólico e antiinflamatórios. O uso de sabonetes e loções antissépticos também evita as irritações.

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Os seis vilões do casamento

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Rotina, filhos e até o videogame. Os desafios da vida a dois e como evitar desgastes e distanciamento.

A vida do casal depois da lua-de-mel não é feita só de romance. A rotina revela vilões que muitas vezes colocam o encanto e o amor em perigo. Os jantares em restaurantes descolados dão lugar ao lanche rápido no balcão da cozinha, e o tempo compartilhado ao final do dia, quem diria, agora é usado para jogar videogame e atualizar o Facebook.

Sim, as mudanças são naturais ao longo do tempo, porém é preciso atentar para os exageros em busca de relações mais harmoniosas e satisfatórias para os dois lados. Feras em terapia de casal e autoras de livros sobre o assunto, Lidia Aratangy e Magdalena Ramos apontam caminhos para lidar com os seis potenciais vilões do casamento e do sexo.

1.Tarefas domésticas
Dividir o mesmo teto significa dividir também a pilha de louça para lavar. E as brigas envolvendo trabalhos domésticos são comuns. Se a trabalhosa compra do mês e os copos fora do lugar andam disparando discussões, “então está na hora de distribuir as tarefas de maneira justa”, avalia a mediadora de conflitos Magdalena Ramos. A recomendação é que cada um escolha as responsabilidades de acordo com suas habilidades e preferências, mesmo que tenham feito tudo diferente por vários anos. “As mulheres tendem a pegar mais coisas para fazer, porém com o tempo começam a se ressentir e reclamar”, alerta. Segundo a terapeuta Lidia Aratangy, não deve existir o conceito de “ajudar em casa”, já que a responsabilidade é igual para os dois. A hora da faxina – ou mesmo a orientação de uma faxineira – deve servir como um exercício de companheirismo, e não virar um cabo de guerra.

2. As crianças
É consenso entre os especialistas que os filhos reduzem o tempo a sós do casal e a rotina sexual – reduzem, não eliminam. Os primeiros anos são os mais difíceis. “É uma temporada sem ‘eu e você’. Paciência, isso volta“, diz Magdalena. Separar um momento diário para conversar e brincar com as crianças é uma tentativa para que elas interrompam menos os pais durante outras atividades. “Quando eles sabem que terão um espaço para serem ouvidos, não ficam insistindo e atrapalhando”, diz Aratangy. De acordo com Magdalena, é normal que os pais discordem com o estilo do outro de educar. O caminho para evitar conflitos é realmente conversar e tentar um equilíbrio construtivo.

3. Televisão, computador e videogame
Como é bom chegar em casa e simplesmente relaxar. Televisão, jogos eletrônicos e novelas não são inimigos do casamento, desde que não isolem um dos pares. “Muita gente mora sob o mesmo teto, mas não compartilha nada. Em função disso, não constroem uma relação”, aponta Magdalena. Com o tempo, a distância entre os dois cresce e o tédio aumenta. Contudo, abrir totalmente mão de fazer o que gosta também não é o caminho. “É uma equação complicada conciliar o território das coisas partilhadas com os interesses individuais, que precisam ser mantidos”, avalia Lidia. “Um bom antídoto é perguntar como foi o dia do outro, escutar, esse já é um grande passo”, diz. Outra boa ideia é incluir o(a) parceiro(a) no programa – que tal jogar em equipe?

4. Descuido com o corpo
Compartilhar um pote de sorvete durante o filme, preparar aquela receita calórica ou bebericar todos os dias num happy hour caseiro; quem não gosta? Pesquisas revelam que o casamento faz bem para a saúde, mas engorda. Além disso, a natural sensação de segurança pode gerar certo relaxamento, que até pode ser bom, desde que não vire desleixo. “Não precisa estar de salto alto, mas também não precisa estar com a camiseta furada”, diz Aratangy. O descuido, ela conta, demonstra falta de interesse: homens e mulheres deixam de se cuidar porque acham que não são mais notados ou avaliados da mesma maneira pelo(a) parceiro(a). Assim, elogios podem estimular a autoestima e o desejo de caprichar mais no visual. O primeiro passo, no entanto, é cuidar da própria imagem.

5. Intimidade demais
Atenção para não confundir intimidade com falta de boas maneiras. Como os dois passam muito tempo juntos, é natural que não tenham vergonha um do outro. Isso é bom, mas com limites. “Fechar a porta para fazer xixi é sinal de respeito e dignidade, e isso tem que ser mantido”, exemplifica Lidia. Ela diz que a acomodação leva os casais a compartilharem demais: acham que se conhecem tanto que não há mais surpresas. A partir daí não demora muito para alguém espremer uma espinha ou até soltar gases na frente do outro. E assim aquele mistério, que tempera a relação, fica ameaçado.

6. Rotina e cansaço
É natural que o cansaço do dia a dia desestimule a interação entre os pares. Porém, desfrutar dos momentos juntos é fundamental para manter a saúde da união. Jantar separados ou na frente da televisão desperdiça um horário de troca precioso. Claro, a vida não é uma festa, todo mundo pode ter um dia ruim no trabalho ou estresse no trânsito. Assim, saber como administrar isso e, principalmente, não descontar o nervosismo no outro, é prática dos casais felizes. As brigas não devem se tornar constantes e permanentes, esperando que o dia a dia fique mais fácil ou com menos cobranças. “O casal maduro tem uma lógica equilibrada e adequada. Às vezes precisamos dispensar algumas discussões e viver mais a relação”, avalia Lidia.

Reportagem:  Júlia Reis

Mulher é Mais Vulnerável às DSTs

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A mulher é mais vulnerável a Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) do que o homem, de acordo com o presidente da Sociedade Cearense de Ginecologia e Obstetrícia, Fernando Aguiar.

”A anatomia feminina é um receptáculo, a vagina é mais úmida que o pênis. A uretra feminina também é mais curta, o que facilita a entrada de germes, além de ser próxima a duas cavidades, o ânus e a vagina”, explica ele. O ginecologista Frederico Perboyre acrescenta que a higiene do pênis também se torna mais fácil por ser um órgão exteriorizado.

O ginecologista Sérgio dos Passos Ramos considera que a mulher transmite mais que o homem as DSTs por não fazer facilmente o diagnóstico. “No homem, a maioria dos problemas se manifesta claramente e ele logo identifica. Na mulher, podem ficar mais escondidos.”

As DSTs são transmitidas por meio do contato sexual, que não se resume à penetração do pênis na vagina. De acordo com o ginecologista Sérgio dos Passos Ramos, essas doenças podem ser transmitidas em todo o contato do pênis com a vagina, com a vulva (parte externa da vagina), com o ânus ou com a boca. Portanto, não é necessária ejaculação para contaminação por vírus e bactérias. Qualquer contato sexual pode transmitir doenças como AIDS e HPV. Daí a importância do preservativo em toda relação sexual.

Entrevista retirada do Jornal O Povo

FOLICULITE E ESPINHA: COMO DIFERENCIÁ-LAS?

Sabe aquelas erupções avermelhadas que costumam aparecer nas coxas ou nas costas? O mais provável é que elas não sejam acne! Foliculite e espinhas têm um aspecto muito similar; entretanto, são inflamações provocadas por agentes distintos e que não podem ser tratadas da mesma maneira.

A acne surge a partir de uma glândula sebácea que se entope devido ao acúmulo de gordura ou de uma proteína chamada queratina – ambas componentes naturais da pele. Essa lesão do poro poderá ocorrer em vários estágios: os leves, que resultam nos cravos e comedões, e os graves, que contêm pus. Já a foliculite é uma infecção desencadeada quando a bactéria estafilococos entra na unidade do pelo – mais conhecida como folículo pilossebáceo.

Para quem não é especialista em identificar se o problema está no poro ou no folículo, essa é uma tarefa difícil, certo? E o dermatologista Claudio Wulkan, da Clínica Wulkan de Dermatologia e Ginecologia (www.clinicawulkan.com.br), confirma que o exame isolado é bastante complicado.

“Até a acne pode apresentar-se de diversas maneiras, dependendo do grau em que ela estiver. Bolinhas vermelhas no rosto e nas costas são espinhas. Já se elas estiverem em outros locais do corpo, como na virilha ou na barba, serão foliculites”, ensina o Dr. Claudio.

Quer aprender as especificidades de cada uma? Veja a seguir quais são os tratamentos mais eficazes e as maneiras de se livrar desses sinaizinhos inconvenientes.

Foliculite

Primeiro, é preciso esclarecer o fato de que, apesar de o nome soar parecido, a inflamação não tem qualquer relação com a celulite, como é comum de se acreditar.

Costas, coxas, nádegas e nuca são os locais que mais costumam apresentar pelos encravados. A bactéria se “infiltra” com maior facilidade em folículos lesionados, por exemplo, por picadas de insetos e devido à depilação. Segundo o especialista, “Má higiene, excesso de suor e roupas apertadas também estão associados à foliculite”.

A gravidade vai depender das camadas de pele que a inflamação atingir. Quanto mais profunda, maiores serão as chances de o corpo ficar com marcas e cicatrizes. Assim, o Dr. Claudio alerta: “Se a foliculite se agravar, pode virar um furúnculo”.

Para tratar do problema, é indicado tomar o antibiótico prescrito por um especialista. Mas também é possível seguir algumas medidas preventivas, como esfoliar a pele para evitar pelos encravados, manter as mãos e unhas limpas para não contaminar os folículos e usar calças mais soltas.

Acne e espinhas

A acne surge em locais de grande concentração de glândulas sebáceas, mas, infelizmente, não é tão fácil descobrir o que a provoca. Conforme exemplifica o dermatologista, “Trata-se de uma doença multifatorial que pode ter causas genéticas, hormonais ou até mesmo ser desencadeada por infecções bacterianas de diferentes graus”.

O Dr. Claudio defende ainda que cada um dos estágios demanda um tipo de tratamento; portanto, o ideal é sempre procurar um especialista. E lembre: nada de automedicação!

Enquanto o problema está no começo, a aplicação de ácido retinoide é o suficiente. As espinhas devem ser cuidadas com antibióticos. Já as lesões mais graves só podem ser tratadas com uma substância chamada isotretinoína.

“Além disso, é possível fazer a prevenção diária com sabonetes que tiram a oleosidade, loções adstringentes, esfoliantes e limpeza de pele”, explica o médico.

Cuidados com a saúde da Mulher

Alguns cuidados simples no dia-a-dia podem transformar a vida de uma mulher. A prevenção das doenças que acometem o público feminino é importante para um futuro mais saudável e para a melhoria do bem-estar de todos.

Desde cedo, as mulheres podem e devem cuidar da sua saúde. A adolescência é um ótimo período para adquirir hábitos saudáveis e equilíbrio, que farão a diferença no futuro.

Alimentação

Procure alimentar-se adequadamente com alimentos ricos em vitaminas e nutrientes e nos horários corretos. Faça pelo menos 5 refeições ao dia, dando preferência para alimentos com pouca concentração de açúcares e gorduras saturadas. Coloque no seu cardápio alimentos ricos em cálcio, ferro, vitaminas e fibras. As frutas, verduras, legumes e grelhados – principalmente peixe, frango e carne vermelha magra – são boas opções e, com criatividade, podem fazer parte de saladas saborosas.

Cuidados com a pele

Limpe, hidrate e tonifique sua pele. O uso de filtro solar diariamente pela manhã e com renovação no meio do dia  previne o câncer de pele. Evite a exposição ao sol de 10 às 16 horas, quando os raios ultravioletas estão mais fortes. Use óculos de sol.

Para melhorar a hidratação da pele, procure usar sabonetes neutros – os de glicerina são ótimos para a hidratação. A água do banho não deve ser muito quente. Após o banho, use um hidratante em todo o corpo. Importante: mantenha uma ingestão líquida de pelo menos 2 litros todos os dias, incluindo água, sucos ou vitaminas de frutas e água de côco.

Postura

Preste atenção em sua postura quando estiver sentada, andando ou fazendo exercícios físicos. Preserve o bem-estar de sua coluna.

Atividade física

Os exercícios físicos regulares previnem doenças como diabetes2, hipertensão arterial3, colesterol4 alto e osteoporose5, além de melhorarem a disposição para as tarefas do dia-a-dia e ajudarem a manter um peso corporal adequado. Procure inclui-los em suas atividades rotineiras.

Prevenção contra varizes

Para previnir o surgimento de varizes, deite no final do dia em uma cama e coloque as pernas para cima por pelo menos 15 minutos. Use calçados confortáveis, faça caminhadas em solo plano, não fique durante muito tempo sentada ou de pé. Procure fazer exercícios com os pés pelo menos a cada 2 horas para ativar a circulação. Converse com um angiologista sobre a necessidade de usar meias elásticas para prevenir as varizes.

Não fuja do médico

A visita anual a alguns especialistas médicos deve fazer parte da sua rotina para prevenir doenças comuns nas mulheres como câncer de colo de útero, câncer de mama, câncer de pele, diabetes e obesidade. Vá anualmente ao ginecologista, ao oftalmologista, ao dermatologista e a um clínico geral.

A saúde é sua

Participe ativamente dos cuidados com sua saúde procurando informações de fontes confiáveis e seguindo os conselhos do seu médico.

Saúde mental

Invista no aprimoramento de seus conhecimentos: faça cursos de atualização em uma área que desperte seu interesse, aprenda novos idiomas, leia muitos livros, informe-se sobre o mundo. Mantenha sua mente ativa! Isso vai deixá-la mais feliz e realizada e pode previnir doenças como a demência senil.

O ginecologista

A primeira consulta ao ginecologista deve ser feita após a primeira menstruação e mantida anualmente ou conforme orientação médica. Para prevenção do câncer de colo de útero (é o câncer que mais mata a mulher, depois do câncer de mama) deve ser realizado anualmente o exame preventivo ou exame de Papanicolaou.

A partir dos 15 anos toda adolescente deve fazer o auto-exame das mamas mensalmente, sempre após a menstruação. O ginecologista deve orientar a realização de uma primeira mamografia aos 35 anos, para que sirva de parâmetro para as avaliações futuras. Antes desta idade, caso seja necessário um estudo das mamas, geralmente o ginecologista solicita uma ultrassonografia, que visualiza melhor a mama neste estágio de desenvolvimento.

A partir de 45 anos, a ultrassonografia transvaginal com doppler ajuda a previnir o câncer de ovário, que é raro, mas pode ser fatal. Ela pode ser solicitada anualmente pelo ginecologista, de acordo com a necessidade de cada paciente.

Prevenção contra a osteoporose

A densitometria óssea também deve ser realizada após os 45 anos anualmente, com avaliação da massa óssea da coluna lombar e do colo do fêmur, para detectar perdas ósseas significativas. Assim a osteoporose é prevenida ou acompanhada com as medidas que se fizerem necessárias.

Para previnir a osteoporose é importante que as mulheres tenham uma ingestão satisfatória de cálcio na dieta, não só na idade adulta, mas principalmente antes dos 30 anos para que os depósitos de cálcio no organismo sejam satisfatórios. O cálcio é encontrado em alimentos como leite, ovos, queijos, iogurtes, manteiga, couve, sardinhas em lata em óleo comestível, figos secos, brócolis, salmão.

Menopausa

Na menopausa, toda mulher só deve fazer reposição hormonal se indicada criteriosamente por um ginecologista. Além disso, deve realizar exames para estudar o seu perfil osteometabólico e cardiovascular.

Gravidez

Durante uma gravidez, a mulher deve ser acompanhada por um obstetra competente em consultas pré-natais para garantir que sejam tomados os cuidados e prevenidas doenças na mãe e no bebê. O obstetra deve orientar os cuidados e exames a serem realizados, além de conversar a respeito das vantagens e desvantagens dos tipos de parto existentes e das dúvidas de suas pacientes.

Um guia para uma menopausa saudável

É normal que a mulher de meia idade fique um pouco assustada quando chega a menopausa. Depois da última menstruação, o corpo feminino entra em uma fase de transição chamada climatério, na qual os níveis do hormônio feminino estrogênio caem. Isso provoca várias alterações no organismo, e cerca de 80% das mulheres apresentam sintomas como dor muscular e nas juntas, tonturas, secura vaginal, ondas de calor, sudorese noturna, osteoporose, aumento do risco cardiovascular, insônia e alterações na distribuição da gordura corporal.

O climatério também pode ter consequências psicológicas, como alterações do humor e do sono. A mulher pode se sentir deprimida por se achar “menos mulher” ou “velha demais”. Tudo isso afeta a qualidade de vida. “A reposição hormonal muitas vezes é adotada para melhorar isso.

Para enfrentar bem o climatério não bastam os remédios. É preciso adotar atitudes saudáveis. As pessoas esperam um remédio que resolva todos os sintomas. O que mais conta é o estilo de vida. O ideal é evitar excessos, ter uma alimentação saudável, fazer atividade física e evitar o tabagismo.

Assim como toda fase de transição, o climatério traz mudanças e algumas delas permanecerão mesmo depois que ele passar. Veja a seguir algumas dicas que podem ajudar a encarar essa travessia da melhor forma possível:

1- Pratique exercícios físicos

Duas horas e meia por semana já são o suficiente. Esse tempo deve ser dividido em três ou quatro sessões ao longo do período. De acordo com o cardiologista Dr. César Jardim, coordenador do Clinic Check-up do Hospital do Coração (HCor), os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhada, corrida e natação. O mais indicado é ir ao médico e fazer uma avaliação física e um teste de esforço. Assim, a pessoa vai saber se pode praticar esporte. Se ela tiver pressão alta ou colesterol, deve checar com o médico se está liberada para fazer exercício.

Dependendo do condicionamento físico adquirido após um determinado período de treinamento, a atividade física pode ser intensificada e alguns estudos mostram que esse aumento traz benefícios para a saúde em geral.

Além de evitar o ganho de peso provocado pela falta de estrogênio, a atividade física ajuda no combate àosteoporose porque fortalece os ossos.

2- Estimule a memória

Mulheres podem vivenciar episódios de falta de memória durante o climatério. Para evitar que isso aconteça o melhor é treinar a memória com jogos que estimulam o raciocínio e as lembranças, como as palavras cruzadas.

3- Cuide da alimentação

Um cardápio balanceado vai ajudar a controlar o peso e evitar a gordurinha que naturalmente passa a se acumular na barriga a partir da menopausa.

Além disso, a partir dos 40 anos a mulher deve ingerir mais cálcio para diminuir as chances de osteoporose. Alimentos como leite e seus derivados não gordurosos – queijo e iogurte, por exemplo –, contêm cálcio. A ingestão de vitamina D serve para auxiliar na fixação da substância no organismo. Ela está presente em peixes como atum e salmão e é sintetizada quando a pele é exposta ao sol. Dê preferência a horários em que a radiação é menos nociva: antes da 10h ou depois das 16h.

4- Faça um acompanhamento médico multidisciplinar

A mulher tem que começar a se cuidar antes do climatério, mas ao entrar nessa fase a atenção deve ser redobrada, principalmente se a paciente manifestar sintomas incômodos. O ginecologista vai verificar, por meio de exames, se areposição hormonal é necessária. Além disso, o nutricionista ou nutrólogo (médico especializado em cuidados com a alimentação) pode recomendar uma dieta balanceada. O cardiologista vai se certificar de que coração e vasos funcionam sem problemas.

5- Durma bem

Descansar direito é fundamental não só para manter a rotina, mas também para preservar a memória e a estabilidade emocional. A insônia é um sintoma muito comum do climatério. O cardiologista Dr. César Jardim aconselha tentar tratar a causa da falta de sono, para somente depois tratar a insônia em si. “Em um primeiro momento, adote medidas não-medicamentosas, como o estabelecimento de uma rotina de sono. Dormir sempre na mesma hora e lugar. Não fazer refeições pesadas nem exercícios físicos antes de ir para a cama. Se não der certo, o médico pode prescrever remédios para relaxar ou induzir o sono.” É muito importante conversar com o médico e não se automedicar.