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MAIS DA METADE DAS BRASILEIRAS DESCONHECE A DOENÇA QUE PODE CAUSAR INFERTILIDADE

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A endometriose é uma doença que afeta 176 milhões de mulheres no mundo todo, sendo que seis milhões dessas são brasileiras. Mesmo com esse número alarmante, segundo pesquisa realizada em 2014 pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) com o apoio da farmacêutica Bayer, 53% das 10 mil brasileiras entrevistadas desconhecem a doença.

Foram entrevistadas mulheres de 10 capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. E quando observamos os dados separadamente, de acordo com a região, os números assustam ainda mais. Pois, em Manaus 82% das entrevistadas não sabem o que é endometriose e apenas 52% das mulheres de São Paulo já ouviram falar sobre a doença que pode até mesmo levar à infertilidade.

CÂNCER DE MAMA

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Câncer de mama é um tumor maligno, formado pelo desenvolvimento de células de maneira desordenada, criando um ou mais nódulos na mama.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é o câncer que mais causa mortes e o mais comum nas mulheres brasileiras, que a consideram a doença mais temida, já que afeta a percepção da sexualidade e a imagem pessoal.

Por não existir uma causa específica para essa doença, os especialistas apontam alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de câncer. Os principais indicativos são:

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA | CLIMATÉRIO

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A menopausa é um momento marcante na vida das mulheres. Ela é um evento inevitável, que ocorre devido ao esgotamento dos óvulos e o consequente fim dos ciclos ovulatórios, caracterizando a transição entre a idade fértil e o climatério.

Para que não haja confusão com os termos, é bom lembrar que menopausa é o nome dado à última menstruação da vida da mulher, enquanto que climatério é período pós-menopausa, ou seja, a fase da vida que se inicia após a última menstruação. Portanto, não é tecnicamente correto dizer que uma mulher está na menopausa. O certo é dizer que a mulher teve a sua menopausa e agora encontra-se no climatério.

Miomas: tudo o que você precisa saber

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O mioma é um problema tipicamente feminino e já conhecido de muitas mulheres. Esse tumor benigno, que se desenvolve no útero, atinge cerca de 50% das mulheres em idade entre 30 e 50 anos. Mas calma, apesar da grande incidência da doença, a sua presença nem sempre é preocupante.

Ainda não se sabe ao certo o que provoca o aparecimento de um ou múltiplos nódulos, que podem ser de tamanho e localização variáveis. O surgimento pode ocorrer após a menarca – primeira menstruação – e se prolongar até a menopausa. É mais comum em mulheres negras, pacientes que apresentam história da doença na família (mãe ou irmã) ou ganho de peso, isso porque com o sobrepeso pode ocorrer disfunção hormonal devido ao maior número de células de gordura. Outros fatores relacionados ao estilo de vida ainda estão em estudo.

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O que é Nódulo na mama?

Sinônimos: Massa mamária

Um nódulo mamário é um inchaço, protuberância ou nódulo na mama.

Considerações

O tecido mamário normal está presente em homens e mulheres de todas as idades. O tecido responde a alterações hormonais e, portanto, alguns nódulos podem aparecer e desaparecer.

Nódulos mamários podem aparecer em todas as idades:

  • Recémnascidos podem ter nódulos mamários relacionados ao estrogênio da mãe. O nódulo geralmente desaparece sozinho à medida que o estrogênio é eliminado do corpo do bebê. Isto pode acontecer com meninos e meninas.
  • Meninas jovens geralmente desenvolvem os “brotos mamários” um pouco antes do início da puberdade. Esses brotos podem ser sensíveis. São comuns em torno dos 9 anos, mas podem ocorrer desde os 6.
  • Meninos adolescentes podem desenvolver aumento das mamas e nódulos em decorrência de alterações hormonais na puberdade. Embora isso possa estressar o adolescente, os nódulos ou aumento em geral desaparece(m) sozinho(s) em alguns meses .
  • Os nódulos nos seios nas mulheres adultas causam preocupação de câncer de mama, embora muitos nódulos não sejam cancerosos.

ENDOMETRIOSE

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A endometriose é uma doença caracterizada pela implantação de fragmentos do tecido que reveste a parte interna do útero – o endométrio – fora da cavidade uterina.

Essa condição tem sido estudada há muitos anos, mas seus mecanismos ainda não são totalmente conhecidos. Supõe-se que, quando a mulher menstrua, minúsculos pedaços do endométrio, em vez de serem eliminados, subam pelas trompas, implantem-se na cavidade abdominal adjacente e cresçam sob a ação dos hormônios.

O problema é que, a cada ciclo menstrual, esse tecido endometrial implantado em outras regiões abdominais – sobretudo nos ovários, nas trompas, na superfície externa do útero e na área entre a vagina e o reto – também sangra, provocando sintomas incômodos e algumas vezes incapacitantes.

Apesar disso, a endometriose não costuma evoluir para formas mais graves ou para câncer. Sua conseqüência mais importante é a infertilidade, que pode ocorrer em mulheres com a trompa obstruída ou deformada, ou mesmo por uma combinação de fatores hormonais e imunológicos.

O que é a Tricomoníase

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Trata-se de um corrimento esverdeado e bolhoso, com odor, podendo ser acompanhado de coceira, causado por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis e adquirido por meio de relações sexuais ou de contatos íntimos com secreções de uma pessoa contaminada. Portanto, tricomoníase é considerada uma doença sexualmente transmissível.

O diagnostico é clínico e por meio de exames microscópicos realizados no próprio consultório médico, exames de laboratório ou pelo papanicolaou.

O tratamento é feito por meio de antibióticos e quimioterápicos, sendo obrigatório o tratamento do parceiro sexual.

Pólipos endometriais

O que é

Pólipos endometriais são geralmente lesões benignas que são encontradas em até 2% das mulheres na pré-menopausa submetidas a curetagem uterina. Geralmente são assintomáticos, mas podem ocasionar sangramento intermenstrual ou aumento do fluxo menstrual.

Diagnóstico

São diagnosticados por ultrassonografia, histerossalpingografia (Rx da cavidade uterina e trompas) e por histeroscopia.

Como se trata

Quando são diagnosticados são retirados por curetagem ou histeroscopia.

Pergunte ao Doutor

MULHER

A infecção urinária é qualquer infecção no trato urinário. O trato urinário fabrica e armazena urina e a remove do corpo. Partes do trato urinário incluem rins, ureteres, bexiga e uretra.


Ouça o que diz o Dr. Christian Ferraz sobre infecção urinária:

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Ouça o jingle da nova campanha publicitária do IAM – Instituto de Assistência à Mulher

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Pergunte ao doutor: Hipotireoidismo é mais comum após os 40

Na entrevista a seguir, entenda por que a queda na produção dos hormônios tireoidianos T3 e T4 acomete principalmente quem já passou dos 40 anos.
Qual é a prevalência do hipotireoidismo entre as mulheres que já completaram quatro décadas de vida?
Uma pesquisa feita pela Associação Americana dos Endocrinologistas Clínicos mostra que nos Estados Unidos uma em cada quatro mulheres examinadas por causa de queixas relacionadas com a aproximação da menopausa recebem diagnóstico de hipotireoidismo depois de fazer os exames. Um recente levantamento feito no Rio de Janeiro revelou que a prevalência do hipotireodismo variou de 9,4% em mulheres por volta de 40 anos a 19,1% naquelas acima de 75 anos.
Por que quem está  faixa dos 40 anos tem mais chance de ter hipotireoidismo?
Isso tem  a ver com as alterações hormonais típicas do climatério, que começam justamente nessa faixa etária.
É comum haver confusão dos sintomas do hipotireoidismo com os da menopausa?
Sim, pois eles são semelhantes, como cansaço, depressão, confusão mental, perda da memória, falta de disposição, alterações no humor, na libido e na pele, queda capilar, insônia, ansiedade, nervosismo e ganho de peso.
Como identificar o hipotireoidismo nessa faixa etária?
Da mesma forma que nas outras fases da vida, ou seja, por meio do exame clínico, com avaliação de sintomas e sinais, e da dosagem do hormônio TSH.
O que fazer para não ser pega de surpresa?
O ideal é que  as mulheres que estão na fase do climatério incluam a avaliação da função tireoidiana em seus exames de rotina.

ENDOMETRIOSE: CONHEÇA OS FATORES DE RISCO

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endometriose atinge de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva, segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Isso significa que mais de seis milhões de mulheres no Brasil sofrem com esse problema. A endometriose é uma condição na qual o tecido que reveste a parede interna do útero (endométrio) cresce em outras regiões do corpo, causando dor, sangramento irregular e possível infertilidade. Essa formação de tecido normalmente ocorre na região pélvica, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e na pélvis. “Os sintomas principais da endometriose são as cólicas menstruais que não melhoram com medicação habitual, dores na relação sexual e sintomas urinários e intestinais como dor ao evacuar e sangramento”, explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Segundo a especialista, o diagnóstico da doença costuma ser muito tardio, uma vez que ela tem uma evolução lenta e muitas mulheres ignoram esses sintomas. Por isso é importante fazer o acompanhamento com o ginecologista e ficar atento aos fatores que podem favorecer a doença. Conheça-os:

Histórico familiar

Ainda não se sabe a causa exata da endometriose, mas sabe-se que o histórico familiar é um fator importante para se observar. “Mulheres com mãe ou irmã com endometriose apresentam maior risco de ter a doença e podem apresentar formas mais graves”, explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Por isso, se você tem algum caso da doença na família, converse com seu ginecologista e fique atento para o acompanhamento.

CERCA DE 80% DAS MULHERES TERÃO INFECÇÃO URINÁRIA

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Infecção urinária ou cistite é uma doença comum que acomete 80% das mulheres ao longo da vida. Desse total, cerca de 30% podem desenvolver infecção urinária de repetição, caracterizada pela ocorrência de pelo menos dois episódios nos últimos seis meses.

Para explicar mais sobre o assunto, o urologista Claudio Murta, Coordenador do Centro de Referência em Saúde do Homem do Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini (unidade da Secretaria de Estado da Saúde que, apesar do nome, atende também mulheres), conta quais são os principais sintomas, se a doença é transmissível e explica por que ela atinge mais o sexo feminino.

O que é infecção urinária e por que ela acontece?

É a ação de uma bactéria que entra pelo canal da uretra e vai até a bexiga, provocando inflação do órgão e contaminação da urina. Esse microorganismo atua de forma benéfica no trato intestinal, mas quando entra em contato com o sistema urinário torna-se nocivo e causa desconforto ao paciente.

NOVA FORMA DE DIAGNOSTICAR O CÂNCER DE MAMA

O câncer de mama é hoje uma doença presente em milhares de famílias ao redor do mundo. Principalmente nos grandes centros urbanos, devido à concentração populacional, o número de casos é expressivo.

Já se sabe que o câncer de mama não é uma doença única, mas, sim, um grupo de moléstias distintas categorizadas com o mesmo nome. A experiência também tem mostrado que pacientes com tumores muito iguais no tamanho e na microscopia podem evoluir com prognósticos diferentes. No passado, nós nos surpreendíamos com o fato de que algumas pacientes com tumores volumosos apresentavam sobrevida longa e até eram passíveis de cura, enquanto outras, com tumores minúsculos, logo evoluíam para disseminação da doença e morriam. A grande interrogação que se impunha naquele momento era o que determinava tamanha diferença.

PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE DEVE COMEÇAR NA JUVENTUDE

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É comum associar a osteoporose à velhice, já que a doença, caracterizada pela perda de massa óssea e deterioração esquelética, é mais comum na faixa etária acima dos 50 anos – uma em cada três mulheres nesse grupo sofre da doença; entre os homens, a proporção é de um em cada cinco. Mas isso não quer dizer que pessoas com menos idade estão livres da doença. A enfermidade pode afetar também os mais jovens, e mesmo que não afete, a prevenção deve começar bem mais cedo do que se pensa.

Uma em cada três mulheres tem osteoporose em todo o mundo
Brasileiros sofrem com deficiência de vitamina D por falta de sol

A melhor maneira de evitar futuros problemas é começar a se prevenir ainda na adolescência, quando o esqueleto está se estabelecendo e construindo massa óssea. O equilíbrio desse processo é atingido aos 20 anos. Depois, a estrutura começa a enfraquecer e, a partir dos 40 anos, inicia-se a faixa de risco de osteoporose.

Porém, 70% das brasileiras entre 16 e 44 anos acham que a prevenção deve começar somente na fase adulta, como revelou a pesquisa Firme e Forte Osteoporose, divulgada pela Abrasso (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo). Por consequência, as precauções com a saúde dos ossos acabam sendo tomadas tardiamente.

CÂNCER DE OVÁRIO

Ovários são duas glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos, progesterona e estrogênio. Eles têm também a função de produzir e armazenar os óvulos, que são liberados, um a cada mês e recolhidos pelas tubas uterinas, enquanto durar a vida reprodutiva da mulher.

Câncer de ovário é o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o mais letal. Sua incidência está associada a fatores genéticos, hormonais e ambientais. A história familiar é o fator de risco isolado mais importante (cerca de 10% dos casos). Câncer de ovário pode acometer a mulher em qualquer idade, mas é mais frequente depois dos 40 anos.

Os genes BRCA1 e BRCA2, que também podem causar câncer de mama, estão amplamente correlacionados com o câncer de ovário. As portadoras do primeiro gene apresentam 45% de possibilidade de desenvolver esse tipo de câncer durante a vida; as portadoras do segundo gene têm 25%.

Há uma relação entre câncer de ovário e atividade hormonal feminina. Portanto, mulheres que não tiveram filhos nem nunca amamentaram, as que tiveram menopausa tardia ou câncer de mama, assim como as que têm parentes de primeiro grau com câncer de ovário apresentam risco mais elevado de desenvolver a doença.

Endometriose

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O que é:

A endometriose é uma situação caracterizada pelo crescimento do tecido endometrial do útero, fora do útero. Seu principal sintoma é a cólica intensa durante o período menstrual e seu tratamento pode ser feito com a toma de medicamentos supressores da menstruação e nos casos mais graves pode ser necessária a remoção dos órgãos afetados.
O melhor exame para diagnosticar a endometriose é laparoscopia, mas o médico poderá pedir também uma ultra sonografia pélvica.

Sintomas da Endometriose

São sintomas da endometriose:

Cólica menstrual muito forte e incapacitante;
Menstruação abundante;
Dor durante a relação ou logo após;
Dor pélvica de longa data;
Dificuldade em urinar;
Dor no fundo das costas;
Dificuldade em engravidar;
Sangramento anal na época da menstruação.
Contudo, algumas mulheres não apresentam sintomas.

Endometriose Profunda

Na endometriose profunda os sintomas da doença são mais intensos e o tratamento poderá ser feito através da retirada do tecido endometrial com uma cirurgia. Para muitas mulheres esta opção pode representar a cura da endometriose.

Endometriose tem cura

A cura da endometriose pode ser alcançada através do tratamento clínico da doença, mas nos casos de endometriose profunda a melhor solução parece ser a retirada de todo tecido endometrial numa cirurgia.

Tratamento para Endometriose

O tratamento da endometriose pode ser feito com:

Analgésicos;
Pilula anticoncepcional de uso contínuo;
Indução da menopausa;
Retirada do útero:
Cirurgia para remoção do tecido endometrial;
Cirurgia para retirada dos órgãos afetados (casos mais graves).
A escolha do tratamento vai depender da idade da mulher, do seu desejo ou não de ter filhos e da gravidade dos sintomas que ela apresenta. A endometriose regride com a menopausa e por isso a antecipação da menopausa pode ser uma das opções de tratamento.

Causas da Endometriose

As causas da endometriose ainda são desconhecidas mas suspeita-se de que:

Por algum motivo as células da menstruação ao invés de irem para o útero passam pelas trompas e depositam-se em outros locais da cavidade abdominal, ou que
Haja um fator genético envolvido e uma possível alteração do sistema imunológico.
Complicações da Endometriose

Algumas das complicações da endometriose são:

Infertilidade;
Aumento do risco de aborto;
Comprometimento dos órgãos afetados pelo tecido endometrial;
Remoção de órgãos da cavidade pélvica por estarem afetados pela doença.
O endométrio é um tecido normalmente encontrado apenas no revestimento uterino interno. Na endometriose, pequenos fragmentos deste tecido podem refluir para o interior do corpo afetando, por exemplo: ovário; intestino; bexiga; vagina.

Quando este tecido afeta outros órgão cria aderências que podem causar intensas dores abdominais de difícil diagnóstico.
Fonte: Tua Saúde.

CÂNCER DE MAMA

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É a causa mais frequente de morte por câncer na mulher, embora existam meios de detecção precoce que apresentam boa eficiência (exame clínico e auto-exame, mamografia e ultrassonografia).

FATORES DE RISCO

Idade acima de 50 anos
História própria ou familiar de câncer de mama
Não ter filhos
Exposição significativa a raio X
Primeira menstruação cedo
Menopausa tardia
Classe socioeconômica alta
Primeira gestação após os 30 anos
Dieta rica em gorduras

Uso prolongado de anticoncepcional oral (ainda é discutível)
Foram identificados dois genes, chamados BRCA1 e BRCA2 que, quando sofrem mutação, são preditivos de câncer de mama familiar, identificando assim, mulheres com maior risco para desenvolver câncer de mama. A identificação de grupo de risco permite a utilização de medicações preventivas (quimioprevenção), cirurgia (mastectomia) e uma atenção maior para estas mulheres.
Para a prevenção do câncer de mama deve-se combater os fatores de risco com a diminuição da gordura endógena e consequente redução de peso corporal e dieta rica em vitamina A. Evitar o ganho de peso, principalmente após a menopausa. Como orientação geral, toda mulher após os 20 anos deve aprender e fazer mensalmente o auto-exame das mamas. O primeiro exame clínico das mamas deve ser realizado aos 20 anos e repetido a cada três anos até os 40 e, então, anualmente. A primeira mamografia deve ser realizada aos 35 anos, repetida aos 40 anos e a partir daí a cada dois anos até os 50 anos, quando passa a ser realizada anualmente. Com os conhecimentos atuais de oncologia preventiva é possível fazer detecção precoce de câncer de mama, que na maioria das vezes recebe tratamento cirúrgico simples, conservador e exclusivo, sem necessidade de radioterapia ou de quimioterapia, e com grande probabilidade de cura.

AUTO-EXAME DE MAMA

Faça o auto-exame uma vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação. Para as mulheres que não menstruam mais, o auto-exame deve ser feito num mesmo dia de cada mês, como por exemplo, todo dia 10.
Fonte: Ministério da Saúde.

Miomas afetam cerca de 40% das mulheres

A grande incidência na população feminina – cerca de 40% das mulheres – e o fato de ser mais comum na raça negra fazem os miomas mais frequentes na população baiana. Essas tumorações benignas do útero podem variar quanto à localização e tamanho, e têm como principal sintoma o distúrbio menstrual, com aumento do fluxo e do número de dias de menstruação, podendo causar, além de dor pélvica, até mesmo infertilidade.

O mais preocupante é a alta incidência da doença, que afeta as mulheres em idade reprodutiva. Além das mulheres de raça negra, é preciso considerar a herança genética, analisando se existe histórico dessa patologia na família, pois essas pacientes têm a probabilidade de desenvolver miomas aumentada. Os cuidados para a prevenção e detecção prévia da doença devem ser iniciados com a primeira menstruação.

Os tratamentos são definidos de acordo com fatores como a idade e desejo reprodutivo da paciente, além de características do mioma. O caso pode ser cirúrgico, clínico ou combinado. Os tratamentos hormonais, que bloqueiam a menstruação, impedem o crescimento e o aparecimento de novos nódulos e acabam com o sangramento excessivo, mas não funcionam em miomas muito grandes e de componente submucoso.

No caso da cirurgia, os métodos utilizados podem ser variados, como laparotomia, laparoscopia, histeroscopia e histerectomia. No caso da histerectomia, a via vaginal é a que tem melhores resultados, por gerar menos dor e oferecer menor risco de infecção, com menos tempo de internamento e retorno precoce às atividades. A embolização dos miomas é um método mais moderno, sem cirurgia, porém tem limitações e não pode ser usado em todos os casos.

Mulher é Mais Vulnerável às DSTs

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A mulher é mais vulnerável a Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) do que o homem, de acordo com o presidente da Sociedade Cearense de Ginecologia e Obstetrícia, Fernando Aguiar.

”A anatomia feminina é um receptáculo, a vagina é mais úmida que o pênis. A uretra feminina também é mais curta, o que facilita a entrada de germes, além de ser próxima a duas cavidades, o ânus e a vagina”, explica ele. O ginecologista Frederico Perboyre acrescenta que a higiene do pênis também se torna mais fácil por ser um órgão exteriorizado.

O ginecologista Sérgio dos Passos Ramos considera que a mulher transmite mais que o homem as DSTs por não fazer facilmente o diagnóstico. “No homem, a maioria dos problemas se manifesta claramente e ele logo identifica. Na mulher, podem ficar mais escondidos.”

As DSTs são transmitidas por meio do contato sexual, que não se resume à penetração do pênis na vagina. De acordo com o ginecologista Sérgio dos Passos Ramos, essas doenças podem ser transmitidas em todo o contato do pênis com a vagina, com a vulva (parte externa da vagina), com o ânus ou com a boca. Portanto, não é necessária ejaculação para contaminação por vírus e bactérias. Qualquer contato sexual pode transmitir doenças como AIDS e HPV. Daí a importância do preservativo em toda relação sexual.

Entrevista retirada do Jornal O Povo

Mioma uterino

Porque aparece
Ainda não se sabe ao certo o que leva ao aparecimento dos miomas, mas não é uma causa única. Aparentemente, estrogênio e progesterona estão envolvidos no seu crescimento e desenvolvimento, mas mutações genéticas no útero e vascularização da área onde se desenvolveu o mioma são fatores que também interferem na formação dos nódulos. O que é comprovado é que a incidência de miomas uterinos é maior nas mulheres negras do que nas brancas, mas muitas outras teorias continuam sendo pesquisadas.

Diagnóstico
Os principais sintomas que podem indicar o problema são: períodos menstruais intensos e prolongados; sangramentos mensais atípicos; dor pélvica; pressão pélvica ou sensação de peso; dor nas costas ou pernas; dor durante as relações sexuais; sensação de pressão na bexiga; crescimento anormal do abdômen inferior; cólicas no período menstrual e pré-menstrual. O problema pode ser identificado com exames ginecológicos de rotina e com a ultra-sonografia abdominal. Os miomas são classificados de acordo com a sua localização, tamanho e quantidade. Há três principais tipos:
 Subseroso: localizado na porção mais externa do útero, este tipo de nódulo provoca uma saliência, dando ao útero uma aparência nodular. Geralmente, não afeta o fluxo menstrual, mas causa dor. Pode crescer e se deslocar do útero, ficando ligado apenas por uma pequena porção do tecido. Neste caso, é chamado de pediculado;
 Intramural: trata-se do mioma mais comum. Ele se desenvolve na parede uterina e se desloca para dentro, aumentando o tamanho do útero. Provocam um fluxo menstrual intenso, além de dor pélvica e sensação de peso;
 Submucoso: é o tipo mais raro de mioma uterino. Localizado abaixo do revestimento interno do útero, provoca sangramentos intensos e prolongados períodos menstruais.

Riscos
Na maioria das vezes, os nódulos são pequenos, mas podem crescer e chegar a tamanhos similares ao de uma gravidez de cinco a seis meses. Em alguns poucos casos, o mioma pode causar infertilidade. Em situações em que o fluxo menstrual é intenso, há risco de anemia.

Tratamento
Dependendo do tipo e do tamanho do mioma, o médico poderá indicar tratamentos diferentes. Em muitos casos, as mulheres conseguem conviver por muitos anos com os miomas, apenas fazendo exames de acompanhamento. O tratamento clínico, com o uso de medicamentos para inibir o crescimento dos miomas, pode ajudar a controlar os sintomas. Em outras situações, é preciso retirar o nódulo com cirurgia. O tratamento cirúrgico é chamado de miomectomia e os procedimentos dependerão do tipo do mioma a ser removido. Em casos de miomas localizados na camada externa do útero (subseroso), por exemplo, a retirada pode ser feita pela chamada laparotomia, que consiste na abertura do abdômen com cirurgia convencional, ou pela videolaparoscopia, que é uma cirurgia com câmera, sem a abertura do abdômen. Dependendo da gravidade, pode ser necessária a retirada completa do útero, procedimento chamado de histerectomia. No entanto, vale destacar que em 1/3 das pacientes que realizam essa operação, o tratamento e a retirada apenas do mioma já seriam suficientes. Isso ressalta a importância de uma segunda opinião médica antes de concordar com a histerectomia.

Quando procurar o médico
Ao apresentar qualquer um dos sintomas descritos.

Prevenção
Não se conhece qualquer tipo de prevenção para o mioma uterino.