Arquivo da categoria: Doenças Femininas

Vaginite

Por que aparece
O surgimento da vaginite pode ocorrer por:
1 Infecção bacteriana – Na vagina habitam diferentes espécies de bactérias. A infecção bacteriana acontece quando a população de uma dessas bactérias cresce exageradamente, quebrando o equilíbrio que existe normalmente entre elas.
2 Infecção por fungos – A mais frequente é provocada pela Candida albicans, fungo que também pode se desenvolver na boca e nas unhas. É relativamente comum ocorrer uma infestação por esse fungo depois de tratamento com antibióticos, em mulheres com diabetes descontrolada e por causa de desequilíbrios hormonais.
3 Tricomoníase – Infecção provocada por um parasita protozoário, o Trichomonas vaginalis. É uma doença que pode ser transmitida sexualmente. O tratamento, portanto, deve ser feito também pelo parceiro da paciente.

Displasia mamária

O termo displasia mamária está caindo em desuso porque dá ideia de doença quando o que acontece é uma alteração funcional bastante comum da mama. Considerando que a normalidade no tecido mamário é difícil de ser definida em razão das modificações naturais verificadas nas mamas ao longo da vida, os médicos preferem falar agora em Alteração Funcional Benigna da Mama (AFBM). Uma dessas alterações é a mastopatia fibrocística, em que a mama apresenta um aspecto denso e tem-se a impressão de existirem vários caroços nos seios. No entanto, não há formação de um nódulo verdadeiro, apenas dor e retenção hídrica no tecido da mama, especialmente na fase pré-menstrual (a dor pode ser tão intensa que não permite à mulher deitar-se de bruços ou praticar exercícios). Outra AFBM frequente é o chamado fibroadenoma, um tumor benigno da mama, sólido, fibroelástico, móvel e bem regular. É importante registrar que essas alterações não induzem e nem se transformam em câncer de mama. Assim, o risco de câncer de mama é o mesmo para a mulher que apresenta alteração benigna funcional de mama daquela que não apresenta. Entre os 15 e 40 anos de idade é a época em que as AFBMs se manifestam. Elas tendem a melhorar após a gestação e a lactação e a desaparecer depois da menopausa.

Por que aparece - Não existe certeza sobre quais fatores determinam o aparecimento das AFBMs.

Diagnóstico - As queixas da paciente e o exame clínico permitem ao médico fazer o diagnóstico.

Riscos – Não há perigo de uma AFBM se transformar em câncer. No entanto, pelo fato de as mamas apresentarem um tecido mais denso, pode ficar difícil a identificação de uma lesão suspeita. O próprio autoexame fica prejudicado. É por isso que os médicos costumam solicitar a ultrassonografia com maior frequência em mulheres com AFBM.

Tratamento - A maioria das mulheres não necessita de nenhum tratamento. Mas quando os sintomas incomodam muito, o médico poderá sugerir o uso de pílulas anticoncepcionais, diuréticos leves e analgésicos. Outra recomendação útil é adotar o uso de sutiãs com alças largas de sustentação para aliviar o impacto dos seios inchados.

Quando procurar o médico - Sempre que a qualidade de vida ficar prejudicada por causa de muita dor, alteração do sono, dificuldade de concentração no trabalho e mudanças de humor.

Prevenção - Vale a pena reduzir o consumo de alimentos com cafeína (café, refrigerantes do tipo cola, chocolate, alguns chás), e recorrer a sutiãs largos, que fixam melhor as mamas.

Miomas afetam cerca de 40% das mulheres

A grande incidência na população feminina – cerca de 40% das mulheres – e o fato de ser mais comum na raça negra fazem os miomas mais frequentes na população baiana. Essas tumorações benignas do útero podem variar quanto à localização e tamanho, e têm como principal sintoma o distúrbio menstrual, com aumento do fluxo e do número de dias de menstruação, podendo causar, além de dor pélvica, até mesmo infertilidade.

O mais preocupante é a alta incidência da doença, que afeta as mulheres em idade reprodutiva. Além das mulheres de raça negra, é preciso considerar a herança genética, analisando se existe histórico dessa patologia na família, pois essas pacientes têm a probabilidade de desenvolver miomas aumentada. Os cuidados para a prevenção e detecção prévia da doença devem ser iniciados com a primeira menstruação.

Os tratamentos são definidos de acordo com fatores como a idade e desejo reprodutivo da paciente, além de características do mioma.

Períodos menstruais intensos: miomas, pólipos e doenças do colo uterino são algumas das causas

O que pode causar um período menstrual mais intenso, com maior intensidade de sangramento e maior duração?

O sangramento menstrual mais intenso pode acorrer por diversos motivos. Primeiro é preciso ter certeza de que o fluxo aumentado não é uma característica própria da paciente – muitas mulheres possuem um fluxo fisiologicamente aumentado. Depois, precisa-se entender se o motivo do fluxo aumentado tem uma causa relacionada a uma disfunção hormonal (sangramento uterino anormal disfuncional) ou se há uma causa orgânica, ou seja, doenças uterinas como miomas, pólipos endometriais, pólipos cervicais e doenças do colo uterino.

Câncer de Mama em Jovens

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O número de casos de câncer de mama em mulheres jovens aparentemente está crescendo em todo o mundo. Ainda não é possível identificar apenas uma causa para o aumento dos casos. No entanto, atualmente, pode-se falar em cura para os casos de câncer de mama detectados precocemente.

O início da puberdade marcado pelo desenvolvimento das mamas, quando associado a obesidade representa um fator de risco para o câncer de mama. Existe uma associação entre câncer de mama, idade precoce da menarca e maior índice de massa corporal e gordura corporal.

Cuidados Essenciais

  • Aparência e Forma de suas Mamas

É importante que você conheça a aparência e a forma de sua mama para poder notar rapidamente qualquer alteração. Converse com o seu médico imediatamente, caso perceba alguma alteração.

CÂNCER DE OVÁRIO

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Ovários são duas glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos, progesterona e estrogênio. Eles têm também a função de produzir e armazenar os óvulos, que são liberados, um a cada mês e recolhidos pelas tubas uterinas, enquanto durar a vida reprodutiva da mulher.

Câncer de ovário é o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o mais letal. Sua incidência está associada a fatores genéticos, hormonais e ambientais. A história familiar é o fator de risco isolado mais importante (cerca de 10% dos casos). Câncer de ovário pode acometer a mulher em qualquer idade, mas é mais frequente depois dos 40 anos.

HPV

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O Human Papiloma Virus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. É uma infecção transmitida sexualmente (DST). A ausência de camisinha no ato sexual é a principal causa da transmissão.

Também é possível a transmissão do HPV de mãe para filho no momento do parto, devido ao trato genital materno estar infectado. Entretanto, somente um pequeno número de crianças desenvolve a papilomatose respiratória juvenil.

CÂNCER DE OVÁRIO

Ovários são duas glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos, progesterona e estrogênio. Eles têm também a função de produzir e armazenar os óvulos, que são liberados, um a cada mês e recolhidos pelas tubas uterinas, enquanto durar a vida reprodutiva da mulher.

Câncer de ovário é o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o mais letal. Sua incidência está associada a fatores genéticos, hormonais e ambientais. A história familiar é o fator de risco isolado mais importante (cerca de 10% dos casos). Câncer de ovário pode acometer a mulher em qualquer idade, mas é mais frequente depois dos 40 anos.

Os genes BRCA1 e BRCA2, que também podem causar câncer de mama, estão amplamente correlacionados com o câncer de ovário. As portadoras do primeiro gene apresentam 45% de possibilidade de desenvolver esse tipo de câncer durante a vida; as portadoras do segundo gene têm 25%.

Há uma relação entre câncer de ovário e atividade hormonal feminina. Portanto, mulheres que não tiveram filhos nem nunca amamentaram, as que tiveram menopausa tardia ou câncer de mama, assim como as que têm parentes de primeiro grau com câncer de ovário apresentam risco mais elevado de desenvolver a doença.

Endometriose

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O que é:

A endometriose é uma situação caracterizada pelo crescimento do tecido endometrial do útero, fora do útero. Seu principal sintoma é a cólica intensa durante o período menstrual e seu tratamento pode ser feito com a toma de medicamentos supressores da menstruação e nos casos mais graves pode ser necessária a remoção dos órgãos afetados.
O melhor exame para diagnosticar a endometriose é laparoscopia, mas o médico poderá pedir também uma ultra sonografia pélvica.

Sintomas da Endometriose

São sintomas da endometriose:

Cólica menstrual muito forte e incapacitante;
Menstruação abundante;
Dor durante a relação ou logo após;
Dor pélvica de longa data;
Dificuldade em urinar;
Dor no fundo das costas;
Dificuldade em engravidar;
Sangramento anal na época da menstruação.
Contudo, algumas mulheres não apresentam sintomas.

Endometriose Profunda

Na endometriose profunda os sintomas da doença são mais intensos e o tratamento poderá ser feito através da retirada do tecido endometrial com uma cirurgia. Para muitas mulheres esta opção pode representar a cura da endometriose.

Endometriose tem cura

A cura da endometriose pode ser alcançada através do tratamento clínico da doença, mas nos casos de endometriose profunda a melhor solução parece ser a retirada de todo tecido endometrial numa cirurgia.

Tratamento para Endometriose

O tratamento da endometriose pode ser feito com:

Analgésicos;
Pilula anticoncepcional de uso contínuo;
Indução da menopausa;
Retirada do útero:
Cirurgia para remoção do tecido endometrial;
Cirurgia para retirada dos órgãos afetados (casos mais graves).
A escolha do tratamento vai depender da idade da mulher, do seu desejo ou não de ter filhos e da gravidade dos sintomas que ela apresenta. A endometriose regride com a menopausa e por isso a antecipação da menopausa pode ser uma das opções de tratamento.

Causas da Endometriose

As causas da endometriose ainda são desconhecidas mas suspeita-se de que:

Por algum motivo as células da menstruação ao invés de irem para o útero passam pelas trompas e depositam-se em outros locais da cavidade abdominal, ou que
Haja um fator genético envolvido e uma possível alteração do sistema imunológico.
Complicações da Endometriose

Algumas das complicações da endometriose são:

Infertilidade;
Aumento do risco de aborto;
Comprometimento dos órgãos afetados pelo tecido endometrial;
Remoção de órgãos da cavidade pélvica por estarem afetados pela doença.
O endométrio é um tecido normalmente encontrado apenas no revestimento uterino interno. Na endometriose, pequenos fragmentos deste tecido podem refluir para o interior do corpo afetando, por exemplo: ovário; intestino; bexiga; vagina.

Quando este tecido afeta outros órgão cria aderências que podem causar intensas dores abdominais de difícil diagnóstico.
Fonte: Tua Saúde.

Alterações benignas de mama

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As principais alterações benignas das mamas são fibroadenoma e alterações funcionais

Fibroadenoma de mama

O fibroadenoma de mama é um nódulo de origem e evolução benigna que aparece geralmente entre 15 e 25 anos de idade.

Quase sempre mede de 1 a 2 cm, é duro, móvel, único, não doloso, bem delimitado, como se fosse uma “bolinha de vidro” dentro da mama.

Seu tratamento de rotina é a sua retirada por meio de pequeno cirurgia, com incisão estética na região periareolar. Em jovem, com ultra-sonografia de aspecto benigno e punção aspirativa afastando células malígnas, pode-se optar por uma conduta observadora.

Alterações funcionais benignas das mamas (AFBM)

CERVICITE OU ENDOCERVICITE

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A cervicite, também conhecida por endocervicite, é uma inflamação do colo do útero provocada por uma variedade de organismos diferentes. Também há a cervicite crônica, que é a irritação constante no colo do útero, acometendo em maior proporção mulheres após o parto e que usam pílula.

Essa irritação pode ser causada por outras doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia, herpes, clamídia e infecções bacterianas. Outra causa possível para a Cervicite é a sensibilidade causada por determinados produtos químicos, como os dos espermicidas das camisinhas e até mesmo dos tampões vaginais.

Alterações Benignas das Mamas

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As principais alterações benignas das mamas são o fibroadenoma e as alterações funcionais.

O fibroadenoma é um nódulo pequeno, com até 3 cm, de origem e evolução benigna, de consistência dura e elástica, móvel à palpação, de superfície lobulada, bem delimitado, indolor, geralmente único e que aparece depois da adolescência.

Trata-se de uma lesão sem potencial de malignização. Certos tipos de câncer, chamados tumores circunscritos, podem simular um fibroadenoma, sendo, portanto, prudente que os fibroadenomas sejam submetidos à confirmação histopatológica (estudo da célula).

A causa mais frequente de dor mamária é a alteração funcional benigna da mama, antes conhecida como displasia mamária. A dor é cíclica e depende da ação dos hormônios ovarianos sobre a mama, tornando-a túrgida e dolorida, principalmente no período pré-menstrual e que pode ainda ser agravada pela ingestão exagerada de cafeína (café, chá mate, chocolate). A mulher com duas ou mais gestações e que amamentou por mais de seis meses, em geral, não refere esse tipo de dor mamária. Os traumas, infecções, neurites e inflamações nos arcos costais são outras causas de dor na região das mamas. Como regra geral lembre-se: o câncer de mama não provoca dor na sua fase inicial.

Alterações Benignas das Mamas

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As principais alterações benignas das mamas são o fibroadenoma e as alterações funcionais.

O fibroadenoma é um nódulo pequeno, com até 3 cm, de origem e evolução benigna, de consistência dura e elástica, móvel à palpação, de superfície lobulada, bem delimitado, indolor, geralmente único e que aparece depois da adolescência.

Trata-se de uma lesão sem potencial de malignização. Certos tipos de câncer, chamados tumores circunscritos, podem simular um fibroadenoma, sendo, portanto, prudente que os fibroadenomas sejam submetidos à confirmação histopatológica (estudo da célula).

A causa mais frequente de dor mamária é a alteração funcional benigna da mama, antes conhecida como displasia mamária. A dor é cíclica e depende da ação dos hormônios ovarianos sobre a mama, tornando-a túrgida e dolorida, principalmente no período pré-menstrual e que pode ainda ser agravada pela ingestão exagerada de cafeína (café, chá mate, chocolate). A mulher com duas ou mais gestações e que amamentou por mais de seis meses, em geral, não refere esse tipo de dor mamária. Os traumas, infecções, neurites e inflamações nos arcos costais são outras causas de dor na região das mamas. Como regra geral lembre-se: o câncer de mama não provoca dor na sua fase inicial.

Câncer de Mama em Jovens

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O número de casos de câncer de mama em mulheres jovens aparentemente está crescendo em todo o mundo. Ainda não é possível identificar apenas uma causa para o aumento dos casos. No entanto, atualmente, pode-se falar em cura para os casos de câncer de mama detectados precocemente.

O início da puberdade marcado pelo desenvolvimento das mamas, quando associado a obesidade representa um fator de risco para o câncer de mama. Existe uma associação entre câncer de mama, idade precoce da menarca e maior índice de massa corporal e gordura corporal.

Cuidados Essenciais

ENDOMETRIOSE

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Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.

Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.

É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.

Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.

INFECÇÃO URINÁRIA

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A infecção urinária pode acometer pessoas de ambos os sexos, independentemente da idade, porém predomina nas mulheres adultas. É causada por bactérias que contaminam a uretra e que podem atingir a bexiga causando cistite ou, nos casos mais graves, infectam todo o trato urinário e atingem os rins.

As mulheres estão mais propensas a contraírem infecção urinária por terem a uretra mais curta e mais próxima da vagina e do ânus. Por esse motivo, é extremamente importante ter atenção especial à higiene dessa região corporal.

O diagnóstico da infecção urinária se inicia no consultório médico por meio do histórico clínico e da avaliação dos sintomas, entre os quais dor ao urinar, vontade incontrolável de urinar, micções frequentes e com pouco volume, e pode ser confirmado pelo exame de urina que detectará, entre outras alterações, a presença de bactérias. Dependendo da necessidade, o médico poderá também solicitar uma cultura de urina que, na maioria dos casos, identifica a bactéria que está causando a infecção.

só para mulheres

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Criamos a categoria “Só Para Mulheres”, onde você poderá interagir contando suas experiências com filhos, saúde, relacionamentos, tirando dúvidas, relatando histórias de superação, dando suas dicas de beleza, enfim… a categoria é “Só Para Mulheres”. Converse com a gente. Venha fazer parte do nosso universo feminino. Frequentemente, estaremos trazendo especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas sobre saúde, estética, sexualidade, comportamento e muitas outras áreas. A categoria está no topo do site. Seja bem-vinda. Comente à vontade.

HPV

O Human Papiloma Vírus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. É uma infecção transmitida sexualmente (DST). A ausência de camisinha no ato sexual é a principal causa da transmissão.

Também é possível a transmissão do HPV de mãe para filho no momento do parto, devido ao trato genital materno estar infectado. Entretanto, somente um pequeno número de crianças desenvolve a papilomatose respiratória juvenil.

O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratado, torna-se a principal causa do desenvolvimento do Câncer de colo do útero e do Câncer de Garganta. 99% das mulheres que possuem Câncer de colo do útero foram infectadas por esse vírus.

SINTOMAS

CÂNCER DE MAMA

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Câncer de mama é um tumor maligno, formado pelo desenvolvimento de células de maneira desordenada, criando um ou mais nódulos na mama.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é o câncer que mais causa mortes e o mais comum nas mulheres brasileiras, que a consideram a doença mais temida, já que afeta a percepção da sexualidade e a imagem pessoal.

Por não existir uma causa específica para essa doença, os especialistas apontam alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de câncer. Os principais indicativos são:

• Ser mulher;
• Idade – mulheres acima dos 50 anos correm mais risco;
• Histórico familiar (parentes que já tiveram a doença);
• Não ter filhos ou ter depois dos 30 anos;
• Elevado consumo de álcool (uma dose diária);
• Excesso de peso (gordura na região abdominal);
• Falta de exercícios físicos;
• Ciclo menstrual: mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco ligeiramente maior de ter câncer de mama;
• Tratamento com dietilestilbestrol: no passado, grávidas tomaram essa droga para reduzir o risco de aborto espontâneo. Mais tarde descobriu-se que o medicamento tinha efeitos teratogênicos (causando más-formações) e carcinogênicos.

síndrome dos ovários policísticos

A síndrome dos ovários policísticos é uma doença caracterizada pela menstruação irregular, pela alta produção do hormônio masculino – testosterona – e pela presença de micro cistos nos ovários.

A causa da doença é desconhecida. Atinge entre 7% e 10% das mulheres no mundo, independente da idade.

SINTOMAS

A falta crônica de ovulação ou a deficiência dela é o principal sinal da síndrome.

Em conjunto, outros sintomas podem ajudar a detectar essa doença, como:

  • Atrasos na menstruação (desde a primeira ocorrência do fluxo);
  • Aumento de pelos no rosto, seios e abdômen;
  • Obesidade;
  • Acne.

Em casos mais graves, pode predispor o desenvolvimento de diabetes, doenças cardiovasculares, infertilidade e câncer do endométrio.