Arquivo da categoria: Exames de Rotina

Que exames ginecológicos a mulher deve fazer a cada idade?

mulher-de-cabelo-preso-sorrindo

Durante a infância, há algum exame específico que as meninas devem fazer?

Durante a infância, as meninas são acompanhadas pelos médicos pediatras, porém no momento da telarca (aparecimento das mamas), que ocorre entre 8 e 10 anos de idade, elas podem ser consultadas por um ginecologista.


A partir de quantos anos uma adolescente deve ir ao ginecologista?

Adolescência é um período da vida que se estende dos 10 aos 20 anos de idade e a consulta com um ginecologista poderá ser feita se a adolescente quiser, desejar, planejar o início da atividade sexual ou já tê-la iniciado. É interessante também que a adolescente acompanhe sua mãe para que desmistifique a consulta com o ginecologista.

Microcefalia

microcefalia

Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça da pessoa é significativamente menor do que a de outros da mesma idade e sexo. Microcefalia normalmente é diagnosticada no começo da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.

Crianças com microcefalia tem problemas de desenvolvimento. Não há tratamentos para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.

Causas

Microcefalia é o resultado de um crescimento anormal do cérebro que pode ocorrer no útero ou na infância. Microcefalia pode ser genética. Algumas outras causas são:

  • Malformações do sistema nervoso central
  • Diminuição do oxigênio para o cérebro fetal: algumas complicações na gravidez ou parto podem diminuir a oxigenação para o cérebro do bebê
  • Exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos na gravidez
  • Desnutrição grave na gestação
  • Fenilcetonúria materna
  • Rubéola congênita na gravidez
  • Toxoplasmose congênita na gravidez
  • Infecção congênita por citomegalovírus.

A importância da ecocardiografia fetal

Ecocardiografia-Fetal2

ecocardiografia fetal é um exame que permite avaliar o desenvolvimento, a função e a anatomia do coração do feto ainda durante a gravidez. O exame não oferece risco para a gestante ou para a criança, trazendo os benefícios de um diagnóstico precoce e de um tratamento eficaz das cardiopatias fetais. Dessa forma, certas doenças – como determinadas formas de arritmia – já podem ser tratadas dentro do útero da mãe.

O diagnóstico complementa a avaliação do ultrassom morfológico, uma vez que é realizado por um cardiologista pediátrico e fetal especializado, e também  possibilita o planejamento do parto para receber e tratar devidamente o recém-nascido que apresenta doenças cardíacas congênitas como a transposição das grandes artéria e a hipoplasia do VE ou do VD.  Essas doenças requerem correção cirúrgica imediatamente após o nascimento.

No caso das formas de arritmia fetais que podem ser tratadas dentro do útero, o  ecocardiograma fetal diagnostica e acompanha a resposta do feto ao tratamento, sendo ferramenta importantíssima no pré-natal das gestantes. O exame pode ser realizado através do abdômen materno a partir de 20 semanas, embora a melhor época seja por volta de 24 semanas de gestação.

Não há dúvidas de que o diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas durante a gestação contribui para um melhor atendimento ao bebê e aumenta as chances de sucesso no tratamento. A presença de casos de cardiopatia congênita na família do pai ou da mãe e em filhos anteriores são fatores de risco bem conhecidos. Algumas infecções adquiridas pelas gestantes, como a toxoplasmose, a rubéola e a citomegalovirose, também podem comprometer a formação do coração fetal, assim como a diabetes, tanto a pré-existente quanto a adquirida durante a gestação.

Certas medicações de uso materno também estão associadas ao desenvolvimento de doença cardíaca fetal, principalmente quando utilizadas nos primeiros meses de gestação, exemplos incluem alguns anticonvulsivantes e alguns antidepressivos. Diante desses casos, o obstetra responsável encaminha a gestante para uma avaliação pelo ecocardiograma fetal.

As cardiopatias congênitas são consideradas as más formações fetais mais comuns. Dessa forma, é conveniente aprofundar a investigação com um ecocardiograma sempre que o ultrassom sugerir algum defeito na formação do coração fetal ou até mesmo de outro órgão, uma vez que podem haver associações.

Atualmente, realiza-se a avaliação da translucência nucal entre a 11ª a 13ª  semana de gravidez. Deve-se sempre suspeitar de cardiopatia congênita  quando é detectado um aumento do líquido na região da nuca do feto, principalmente na presença de um cariótipo normal. Da mesma forma, todo feto com cariótipo alterado deve ter seu coração avaliado por especialista, visto que as cardiopatias são extremamente frequentes nesse grupo.

Como na maioria das vezes as doenças ocorrem em fetos que não apresentam quaisquer fatores de risco, o coração fetal deve ser rastreado sistematicamente pelo ultrassonografista. Em caso de qualquer suspeita, ele encaminhará a gestante para uma avaliação especializada.

Outros aspectos devem ser destacados: gestantes com idade superior a 35 anos merecem uma avaliação pré-natal mais rigorosa devido às maiores chances de malformações fetais. Não é a toa que muitos obstetras têm incluído o ecocardiograma fetal entre os exames de rotina nesse grupo de pacientes.

O serviço de ecocardiografia fetal do IAM – Instituto de Assistência à Mulher está localizado na Urmec, Santo Antônio de Jesus, Bahia. Mais informações e marcação do exame através dos telefones (75)3311-3771/3311-3772/ 3311-3773.

O USO DE ABSORVENTES INTERNOS E A SÍNDROME DO CHOQUE TÓXICO

absorvente-interno-externo

Há poucos meses, o caso da modelo americana que precisou amputar a perna direita devido a uma infecção possivelmente causada pelo uso de absorventes internos chamou a atenção das mulheres do mundo todo para a “Síndrome do Choque Tóxico” (SCT)

Descrita pela primeira vez em 1978, é uma doença rara, que pode atingir ambos os sexos e é caracterizada pelo conjunto de sintomas causado pelas toxinas de bactérias Gram-positivas, em especial a Staphylococcus aureus. Essas toxinas desencadeiam uma série de reações graves que podem culminar em insuficiência renal aguda e morte.

Segundo a dra. Renata Lopes Ribeiro, médica-assistente da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da FMUSP e membro da equipe de Medicina Fetal do Fleury e da Maternidade São Luiz (SP), a maioria dos casos de SCT foi associada ao uso de tampões, pois o acúmulo de sangue menstrual coletado por muitas horas e a composição dos absorventes internos usados antigamente favoreciam a proliferação da bactéria.

O que é a Laparoscopia

Laparoscopia é um procedimento diagnóstico e terapêutico para examinar e realizar cirurgias através por meio de pequenas cânulas de metal que são inseridas no abdome.

Atualmente a visualização interna é feita através por meio de câmaras de vídeo miniaturizadas, o que permite maior definição dos procedimentos.

Esste procedimento recebe o nome de Vídeo-laparoscopia.

Tanto a laparoscopia como a vídeo-laparoscopia exigem Anestesia Geral e Iinternação hHospitalar.

Esses procedimentos são muito importantes para o diagnóstico e tratamento da infertilidade, endometriose, e outros problemas ginecológicos.

AUTOEXAME DAS MAMAS

20_06_2011_214411_78163752seiobananastomat

O Câncer de Mama é a maior causa de óbitos por cancro das mulheres brasileiras. Para prevenir o desenvolvimento e detectar precocemente essa doença, o autoexame das mamas é o primeiro passo.

Cerca de 80% dos tumores de mama são descobertos pelas próprias mulheres.

O ideal é que cada uma conheça detalhadamente as suas mamas, facilitando a percepção de qualquer alteração.

A realização desse exame é recomendada para todas as mulheres maiores de 20 anos de idade. O autoexame é feito após sete dias do início da menstruação. Após a menopausa, deve-se escolher um dia por mês para fazê-lo.

A partir dos 40 anos, as mulheres devem realizar anualmente a mamografia, exame que permite a identificação de lesões não palpáveis. O câncer de mama atinge principalmente mulheres em idade em torno da menopausa (entre 45 e 55 anos). Em todas as faixas etárias podem aparecer nódulos benignos, que também vão precisar de tratamento.

só para mulheres

557620_359953534099007_1177206376_n3

Criamos a categoria “Só Para Mulheres”, onde você poderá interagir contando suas experiências com filhos, saúde, relacionamentos, tirando dúvidas, relatando histórias de superação, dando suas dicas de beleza, enfim… a categoria é “Só Para Mulheres”. Converse com a gente. Venha fazer parte do nosso universo feminino. Frequentemente, estaremos trazendo especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas sobre saúde, estética, sexualidade, comportamento e muitas outras áreas. A categoria está no topo do site. Seja bem-vinda. Comente à vontade.

Curetagem Uterina

O que é a raspagem (curetagem uterina)?

A curetagem uterina é um procedimento cirúrgico que visa à raspagem da camada interna do útero (endométrio) por meio de instrumental cirúrgico (cureta) com finalidade diagnóstica ou terapêutica.

Para que serve a curetagem uterina?

As principais indicações de curetagem uterina são:

a. Obtenção de amostra (material) endometrial com finalidade diagnóstica;

b. Tratamento do sangramento uterino anormal (disfuncional) em casos graves;

c. Esvaziamento uterino no abortamento.

Como é realizada? Há dor? É necessário anestesia?

A curetagem uterina deve ser realizada, preferencialmente, em ambiente hospitalar. Há necessidade de anestesia. Para os casos de esvaziamento uterino no abortamento, dá-se preferência à anestesia geral. Nas situações de indicação diagnóstica, em que normalmente é necessária apenas a obtenção de pouco material para diagnóstico, a anestesia local pode ser suficiente.

Para acesso à cavidade uterina é necessário que o colo do útero esteja dilatado. Nos casos de abortamento em curso, é frequente a dilatação espontânea do colo uterino. Entretanto, em todos os casos em que não haja dilatação espontânea do colo uterino, ele deve ser dilatado.

A dilatação pode ser realizada por meio de instrumentos denominados “velas” ou através da introdução, no colo, de dilatadores higroscópicos (“laminária”- uma alga marinha) que, quando colocados no colo uterino, em contato com fluidos, têm a capacidade de expandir seu diâmetro (por absorção dos fluidos) e consequentemente dilatar o colo uterino. É ainda possível dilatar o colo por meio da utilização de medicamentos (misoprostol) que causam dilatação do canal cervical.

Após a dilatação do colo uterino, raspa-se cuidadosamente a cavidade do útero com auxílio da cureta, que é um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher. O material obtido deve sempre ser enviado para estudo anatomopatológico.

Toda mulher sexualmente ativa precisa de acompanhamento ginecológico regular

A consulta anual ao ginecologista é a oportunidade de avaliar o estado geral de saúde, examinar os seios e o aparelho genital e solicitar exames laboratoriais importantes, como o Papanicolau, que pode diagnosticar doenças que ocorrem no colo do útero, detectando inclusive o risco do aparecimento de câncer.

No caso de fazer uso contínuo de algum medicamento, mesmo que sejam as modernas e seguras pílulas anticoncepcionais de baixa dose, as visitas ao médico são ainda mais recomendadas para garantir o bem-estar e a eficácia do produto.

Em geral, o melhor momento para marcar as consultas é uma semana após o final da menstruação – nesse período os seios estão menos sensíveis, tornando o exame de mamas mais confortável. O fato de não estar menstruada também ajuda na coleta de material para o exame Papanicolau e não prejudica seus resultados.

Um dia antes da visita ao ginecologista é aconselhável não usar nenhum produto vaginal ou ducha. Também não é recomendado ter relações sexuais nas horas que antecedem a consulta, para não interferir nos exames.

Esse momento também é importante para esclarecer dúvidas ou pedir aconselhamentos, por isso é fundamental que você tenha confiança no seu médico. Para não esquecer nada, leve anotadas as questões que gostaria de tratar e não saia do consultório com incertezas.

Exames na gravidez

Os exames na gravidez devem ser feitos sempre que o médico obstetra requisitar, durante o pré-natal, para garantir a saúde da mãe e do bebê.

Os exames que devem ser realizados durante a gravidez são os de sangue e as ultrassonografias, mas existem outros que podem ser solicitados em situações especiais, como a amniocentese ou a biópsia do vilo corial por exemplo.

Os exames que devem ser realizados pela grávida no pré-natal, em cada fase da gestação estão listados a seguir, separados por trimestre.

Exames na gravidez no primeiro trimestre

Exames indicados para todas as grávidas:

Biópsia do endométrio ajuda tratamento de reprodução assistida

z_3814

Uma pesquisa brasileira sugere que realizar uma biópsia de endométrio em mulheres que estão em tratamento de reprodução assistida aumenta as chances de sucesso da gravidez. A técnica, descrita pela primeira vez em 2003, ainda é considerada controversa.

A biópsia de endométrio é um procedimento invasivo, que dura cerca de dez minutos, e geralmente é indicado para diagnóstico de câncer ou de infertilidade. O uso da técnica para tentar aumentar taxas de gravidez foi descrito em 2003 por médicos israelenses e, desde então, ainda não se sabe ao certo qual é o mecanismo que estaria envolvido.

O estudo brasileiro é resultado de uma tese de doutorado defendida na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e foi conduzido pelo médico Fernando Prado Ferreira no Centro de Reprodução Humana do Hospital Santa Joana – maternidade particular da cidade.

O objetivo inicial do estudo era descobrir se, ao realizar a biópsia de endométrio antes do ciclo de fertilização, ubstâncias que poderiam ou não facilitar no processo de implante do embrião. Para isso, Ferreira analisou 98 mulheres, com idade média de 33 anos, que tentavam o primeiro ciclo de fertilização: 49 delas fizeram a biópsia e 49 não.

Segundo Ferreira, não foi possível correlacionar a taxa de gravidez com as substâncias analisadas, mas, por acaso, ele percebeu que a taxa de sucesso de gravidez foi cerca de 40% maior nas mulheres que fizeram a biópsia antes do ciclo. Os resultados da pesquisa serão apresentados em julho no 27.º Congresso Anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bons Hábitos

vida_saudavel

Não há dúvidas de quem bons hábitos prolongam a vida. Veja atitudes que contribuem para uma vida longa, saudável e feliz:

Faça consultas e exames rotineiramente: Identifique em seu médico um amigo a quem deve visitar regularmente. Dessas visitas saem as recomendações e os pedidos de exames que ele considera necessários. Seguir suas orientações é a maneira correta de se antecipar a problemas e ter condições de corrigi-los rapidamente.

Ame-se: Lembre-se de cuidar bem de você! Você só conseguirá ser boa para as pessoas que a cercam se sua autoimagem for positiva. Olhe-se no espelho. Está feliz com o que vê? Se a resposta for não, trabalhe para mudar isso.

Mantenha bons relacionamentos: Os verdadeiros amigos são jóias que precisamos preservar. Dê atenção a eles, aprenda a ouvi-los. Igualmente, relacione-se bem com a natureza. Delicie-se com as belas paisagens, os suaves sons, os agradáveis aromas. Vez ou outra acompanhe com calma as lentas transformações do horizonte durante um pôr-do-sol.

Adote normas de segurança: No trânsito, pratique direção defensiva. Nunca dirija se tiver bebido nem pegue carona com alguém alcoolizado. Evite os acidentes dentro de casa: não permita revestimentos soltos, objetos espalhados pelo chão ou fios atravessando a passagem. Durante a noite só se movimente com luz acesa e guarde corretamente remédios, inflamáveis e qualquer material ou objeto que possa provocar um acidente.

Controle o estresse: Ele faz parte da vida, mas, em grau elevado, pode precipitar o aparecimento de doenças e facilitar a ocorrência de acidentes. Faça uma coisa de cada vez. Aprenda a parar de vez em quando para relaxar e respirar fundo. Nesse momento, concentre-se apenas na respiração, acompanhando o lento movimento do ar entrando e saindo do seu corpo. Orações e meditações também representam escudos defensivos para os momentos de estresse.

Valorize os bons hábitos: Faça sexo seguro, não fume e beba com moderação. Lembre-se que o fumo é, individualmente, o maior causador de mortes possíveis de serem evitadas.

Reposição Hormonal

Blog do Dr Christian Ferraz

Reposição hormonal

A Terapia Hormonal (TH) foi originalmente desenvolvida para tratar os sintomas do climatério – calores repentinos, suores, insônia, irritação, secura vaginal, entre outros. O tratamento consiste em repor no organismo o hormônio estrogênio, associado ou não com outro hormônio, a progesterona.

Durante os anos 90, observações sobre a saúde das mulheres que faziam uso da TH sugeriam que a terapia poderia fazer mais do que promover o alívio dos incômodos sintomas do climatério como, por exemplo, rejuvenescer. A revista médica britânica Lancet publicou um estudo em que mostra a importância dos níveis de estrogênio para a aparência. A pele da mulher que faz reposição hormonal é mais espessa, hidratada e resistente, apresentando menor tendência a rugas.

Outro fator importante: a TH consegue prevenir e tratar a osteoporose, vantagem comprovada por trabalhos científicos que mostram que ela ajuda a reduzir o risco de fraturas, pois os hormônios agem na preservação da massa óssea.

Presença do médico

Como em qualquer outra terapia, há contraindicações que devem ser observadas e a opção pela TRH não pode ser feita sozinha. Ou seja, a decisão deve ser tomada em conjunto com…

Continue lendo…

CUIDADOS COM O ÚTERO

cancro-do-colo-do-utero

O câncer de útero é o terceiro tipo de câncer que mais afeta as brasileiras. O primeiro é o câncer de mama e o segundo, de pele.(não melanoma). De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de útero mata mais de 4 mil mulheres por ano, atualmente. Sua incidência no país é maior nas regiões norte e nordeste. É uma doença muito comum em países pobres ou em desenvolvimento.

FATORES DE RISCO: Início da atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), higiene precária e uso prolongado de contraceptivos orais.

Estudos recentes mostraram que o vírus do papiloma humano (HPV) e da Herpes Tipo II (HSV) desempenham papel importante na transformação das células cervicais em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero e o contágio por ele está diretamente associado ao relacionamento sexual e troca de parceiros.

PREVENÇAO: O rastreamento através do exame do papanicolaou (preventivo) continua sendo o melhor método preventivo. A coleta de material para o exame inclui amostras de células da região externa e interna do colo do útero. A eficácia do exame depende da observação de certos cuidados. A mulher deve evitar manter relações sexuais, usar duchas, medicamentos vaginais ou anticoncepcionais locais nos dois dias anteriores ao exame.

FREQÜÊNCIA DO EXAME: Os dois primeiros, uma vez por ano. Se os dois resultados forem negativos para displasia ou neoplasia, o exame passa a ser necessário apenas a cada dois anos. Ele deve ser feito por toda mulher sexualmente ativa, ou que já manteve relações sexuais, principalmente depois dos 25 anos. A presença de distúrbios como menstruação muito longa, sangramento vaginal no meio do ciclo ou depois de relações sexuais pode exigir a frequência maior do exame, a critério medico.

SINTOMAS: Dor e sangramento durante a relação sexual são os principais, quando o tumor já está em estágio invasivo de desenvolvimento.

Biópsia de Mama – Como Funciona esse Exame?

Ela é feita quando outros testes indicam que a mulher possui uma área que pode ser câncer de mama e consiste na remoção de uma amostra de tecido.

Há vários tipos de biópsia e o médico escolhe a mais indicada para cada caso:

- Biópsia por aspiração com agulha fina: uma agulha bem fina, às vezes guiada por ultrassonografia, é usada para retirar líquido do nódulo. Se o nódulo for sólido, pequenos pedaços de tecido são removidos e analisados ao microscópio. Se a biópsia não der um resultado claro ou se o médico não tiver certeza do diagnóstico, uma segunda biópsia ou um tipo diferente de biópsia pode ser necessário.

- Biópsia estereotáxica por agulha grossa: ela é usada para remover vários cilindros de tecido e é feita com anestesia local.

- Biópsia cirúrgica: algumas vezes uma cirurgia é necessária para remover todo nódulo ou parte dele e analisá-lo ao microscópio. Muitas vezes remove-se também tecido sadio ao redor do nódulo.

Análise da biópsia

Se o tecido removido não for canceroso, não há necessidade de tratamento. Se for, a biópsia pode dizer se trata de um câncer agressivo ou não. As amostras são graduadas de 1 a 3. Os cânceres que se mais se assemelham ao tecido normal tendem a crescer e se espalhar mais lentamente. Geralmente, um grau menor indica câncer de crescimento mais lento, e o maior, os mais agressivos.

A amostra da biópsia também pode ser testada para ver se contém receptores para certos hormônios, como progesterona e estrogênio, designadas como progesterona positivo e estrogênio positivo. Esses cânceres tendem a ter prognóstico melhor, pois respondem a tratamento hormonal. Dois em cada três casos de câncer de mama apresentam esses receptores.