GINECOLOGISTA DE PLANTÃO

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Lua diz: Os hormônios vegetais podem ser usados como anticoncepcionais?

Dr. Christian Ferraz: Na verdade, a gente tem vivido uma geração nova de hormonioterapia há aproximadamente 5 anos, onde surgiram os chamados “fitohormônios”, ou hormônios vegetais. Esses fitohormônios estão em processo avançado de pesquisa, e a gente sabe algumas aplicações práticas na medicina; A principal delas é a reposição hormonal na fase do climatério. O que se sabe é que a propriedade de reposição estrogênica desses hormônios é leve. Não traz os mesmos benefícios que a hormonioterapia convencional, mas, como tudo na pesquisa e na medicina científica, vai haver evolução e vamos atingir resultados muito promissores para o futuro.

Como anticoncepcional, é ainda apenas um sonho, porque na prática clínica, a quantidade de hormônios produzidos por esses vegetais é muito pequena e não seria capaz de evitar uma gravidez.

Dirce diz: Tenho 43 anos, estava tomando anticoncepcional e parei porque não tenho vida sexual ativa no momento. Devo continuar tomando, já que tenho idade para reposição hormonal?

Dr. Christian Ferraz: A maioria das mulheres entra na fase de perimenopausa ou perto da menopausa, por volta dos 48 a 52 anos. Também pode acontecer antes dos 48, ou até mesmo antes dos 40 anos, que nesse caso, seria menopausa precoce, que exige cuidados especiais, por causa dos riscos de complicações. Aos 43 anos, a mulher pode necessitar de hormonioterapia convencional ou usar métodos anticoncepcionais, se desejar evitar gravidez e fazer reposição. Fazendo a reposição hormonal convencional, você sentirá alívio com relação às ondas de calor e secura vaginal, mas não evitará gravidez. Fazendo uso da pílula anticoncepcional, você estará se beneficiando das duas formas, tanto a reposição hormonal quanto evitar gravidez.

Lembrando que, esses anticoncepcionais devem ser sempre de baixa dosagem, porque o uso de uma dosagem elevada após os 40 anos aumenta riscos de fenômenos cardiovasculares.

Luana diz: Como é transmitida a candidíase?

Dr. Christian Ferraz: A candidíase fica em segundo lugar na lista das infecções mais comuns na mulher. A cândida é um germe que já vive no intestino da mulher. Por diminuição das defesas vaginais da mulher, em algumas situações, essa cândida pode percorrer um caminho em direção à vagina e se multiplicar, causando os sintomas desagradáveis da candidíase aguda, que seria o quadro de corrimento abundante, com aspecto de “leite qualhado”, coceiras, ardência e até incômodo na relação sexual.

Apesar de tudo, é um germe comum e fácil de ser tratado. Basta que a mulher use a medicação correta, sob orientação médica.

É importante ressaltar que a mulher pode adquirir a candidíase na relação sexual. Daí a importância de tratar o casal porque o homem, normalmente, é um portador são, apesar de poucas vezes ele apresentar coceira ou ardência no pênis. Geralmente, é utilizado um creme para a mulher e uma medicação oral, tanto para o casal.

Meg diz: Em 2001, fiz uma videolaparoscopia para endometriose. Atualmente, ainda estou em tratamento com pílulas, sem interrupção. Isso pode causar danos irreversíveis? Até quando vou continuar assim?

Dr. Christian Ferraz: A videolaparoscopia é uma cirurgia que chegou ao Brasil há cerca de 20 anos. É um tipo de cirurgia minimamente invasiva. No Hospital Luís Argolo, em Santo Antonio de Jesus, há mais de 8 anos essa cirurgia é realizada, e temos operado uma grande quantidade de pacientes. Uma das indicações importantes de videolaparoscopoia na mulher é endometriose. Trata-se de mulheres que têm quadro de dor pélvica, tipo cólica menstrual muito forte, dificuldade de engravidar e dor durante a relação sexual. Geralmente, os exames de rotina, ultrasson ou preventivo, não detectam nada. A videolaparoscopia é o exame de escolha para a investigação da cavidade peritonial do interior da barriga da mulher.

A endometriose é uma doença benigna, mas evolutiva. Ela tem tendência a permanecer no corpo da mulher, e, se não tratar de forma adequada, pode retornar de forma severa. O uso de anticoncepcional contínuo é uma forma paliativa de evitar que a mulher fique menstruada, evitando também o aumento dos focos de endometriose. Porém, nem sempre isso é suficiente. Às vezes, é importante o tratamento com substâncias mais potentes. No caso da Meg, é importante ela se submeter a uma nova avaliação médica.

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