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aborto espontâneo

Ter a gravidez terminando em aborto pode ser muito triste e penoso. As seguintes informações dirão os sintomas e tratamentos para os diferentes tipos de aborto. Talvez isto ajude a entender se tiver um aborto e é pouco provável que tenha feito algo para causá-lo. Existe uma boa chance de que seja capaz de ter um bebê na próxima vez.

O que é aborto?

Um aborto é o final espontâneo de uma gravidez antes da vigésima semana. O termo médico usado é aborto espontâneo.

Mais ou menos 20% de toda gravidez termina em aborto durante as primeiras 16 semanas. Muitos ocorrem dentro de 10 semanas. Algumas mulheres abortam mesmo antes de saber que estão grávidas; um atraso na menstruação pode ser o único sintoma.

Como isto ocorre?

Muitas vezes é difícil saber exatamente a causa do aborto. Contudo, a maior parte dos abortos ocorrem quando os cromossomos do espermatozóide encontram com os cromossomos do óvulo. Muitas vezes o bebê (também chamado de feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolver-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo termina a gravidez que não está se desenvolvendo normalmente.

Outras causas possíveis de aborto incluem infecção do útero, diabetes sem controle, alterações hormonais, e problemas no útero. Excesso de cigarro, álcool e drogas ilegais como a cocaína também causam o aborto principalmente no início da gravidez quando os principais órgãos do bebê estão se desenvolvendo.

Um cérvix (parte baixa do útero) incapaz algumas vezes causa um aborto. Durante o trabalho de parto o cérvix dá abertura para permitir que o bebê saia do útero e passe através da vagina. O cérvix que começa a aumentar a abertura muito cedo pode resultar em abortamento. Muitas vezes, se o problema é descoberto cedo, pode ser tratado e para a gravidez continue.

Uma queda da mãe raramente causa aborto pois o bebê está muito bem protegido dentro do útero. Complementando, não há nenhuma evidência que estresse emocional ou físico ou atividade sexual possam causar aborto numa gravidez normal.

Quais são os sintomas?

Os possíveis sintomas incluem:

- Sangramento da vagina. A quantidade de sangue pode variar de algumas gotas de sangue a sangramento intenso. O sangramento pode começar sem nenhum aviso ou pode apresentar um corrimento escuro primeiramente.
- Dor como cãibra em seu baixo abdômen
- Secreção abundante proveniente de sua vagina sem sangue ou dor. Isto pode significar que suas membranas se romperam (sua bolsa d’água estourou).

Pode ser percebido algum material sólido passando através de sua vagina. Tente guardar este material para seu médico examinar.

É possível que não tenha sangramento ou dor, mas o feto tenha morrido e os sintomas da gravidez já não existam mais.

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Lua diz: Os hormônios vegetais podem ser usados como anticoncepcionais?

Dr. Christian Ferraz: Na verdade, a gente tem vivido uma geração nova de hormonioterapia há aproximadamente 5 anos, onde surgiram os chamados “fitohormônios”, ou hormônios vegetais. Esses fitohormônios estão em processo avançado de pesquisa, e a gente sabe algumas aplicações práticas na medicina; A principal delas é a reposição hormonal na fase do climatério. O que se sabe é que a propriedade de reposição estrogênica desses hormônios é leve. Não traz os mesmos benefícios que a hormonioterapia convencional, mas, como tudo na pesquisa e na medicina científica, vai haver evolução e vamos atingir resultados muito promissores para o futuro.

Como anticoncepcional, é ainda apenas um sonho, porque na prática clínica, a quantidade de hormônios produzidos por esses vegetais é muito pequena e não seria capaz de evitar uma gravidez.

Dirce diz: Tenho 43 anos, estava tomando anticoncepcional e parei porque não tenho vida sexual ativa no momento. Devo continuar tomando, já que tenho idade para reposição hormonal?

Dr. Christian Ferraz: A maioria das mulheres entra na fase de perimenopausa ou perto da menopausa, por volta dos 48 a 52 anos. Também pode acontecer antes dos 48, ou até mesmo antes dos 40 anos, que nesse caso, seria menopausa precoce, que exige cuidados especiais, por causa dos riscos de complicações. Aos 43 anos, a mulher pode necessitar de hormonioterapia convencional ou usar métodos anticoncepcionais, se desejar evitar gravidez e fazer reposição. Fazendo a reposição hormonal convencional, você sentirá alívio com relação às ondas de calor e secura vaginal, mas não evitará gravidez. Fazendo uso da pílula anticoncepcional, você estará se beneficiando das duas formas, tanto a reposição hormonal quanto evitar gravidez.

Lembrando que, esses anticoncepcionais devem ser sempre de baixa dosagem, porque o uso de uma dosagem elevada após os 40 anos aumenta riscos de fenômenos cardiovasculares.

Luana diz: Como é transmitida a candidíase?

Dr. Christian Ferraz: A candidíase fica em segundo lugar na lista das infecções mais comuns na mulher. A cândida é um germe que já vive no intestino da mulher. Por diminuição das defesas vaginais da mulher, em algumas situações, essa cândida pode percorrer um caminho em direção à vagina e se multiplicar, causando os sintomas desagradáveis da candidíase aguda, que seria o quadro de corrimento abundante, com aspecto de “leite qualhado”, coceiras, ardência e até incômodo na relação sexual.

Apesar de tudo, é um germe comum e fácil de ser tratado. Basta que a mulher use a medicação correta, sob orientação médica.

É importante ressaltar que a mulher pode adquirir a candidíase na relação sexual. Daí a importância de tratar o casal porque o homem, normalmente, é um portador são, apesar de poucas vezes ele apresentar coceira ou ardência no pênis. Geralmente, é utilizado um creme para a mulher e uma medicação oral, tanto para o casal.

Meg diz: Em 2001, fiz uma videolaparoscopia para endometriose. Atualmente, ainda estou em tratamento com pílulas, sem interrupção. Isso pode causar danos irreversíveis? Até quando vou continuar assim?

Dr. Christian Ferraz: A videolaparoscopia é uma cirurgia que chegou ao Brasil há cerca de 20 anos. É um tipo de cirurgia minimamente invasiva. No Hospital Luís Argolo, em Santo Antonio de Jesus, há mais de 8 anos essa cirurgia é realizada, e temos operado uma grande quantidade de pacientes. Uma das indicações importantes de videolaparoscopia na mulher é endometriose. Trata-se de mulheres que têm quadro de dor pélvica, tipo cólica menstrual muito forte, dificuldade de engravidar e dor durante a relação sexual. Geralmente, os exames de rotina, ultrassom ou preventivo, não detectam nada. A videolaparoscopia é o exame de escolha para a investigação da cavidade peritonial do interior da barriga da mulher.

A endometriose é uma doença benigna, mas evolutiva. Ela tem tendência a permanecer no corpo da mulher, e, se não tratar de forma adequada, pode retornar de forma severa. O uso de anticoncepcional contínuo é uma forma paliativa de evitar que a mulher fique menstruada, evitando também o aumento dos focos de endometriose. Porém, nem sempre isso é suficiente. Às vezes, é importante o tratamento com substâncias mais potentes. No caso da Meg, é importante ela se submeter a uma nova avaliação médica.

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Internauta diz: Após o orgasmo acabo desmaiando, e quando acordo, fico falando besteiras. Pode ser um problema sério?

Dr. Christian Ferraz diz: Essa é uma situação bastante incomum. Não é normal desmaiar após o orgasmo. É interessante fazer uma avaliação de magnitude maior, até mesmo neurológica. Digo isso porque existem situações hormonais do ciclo menstrual e também do prazer que estão relacionados a problemas neurológicos. O orgasmo é seguido de exaustão e prazer, mas o desmaio é, realmente, incomum. Vale a dica, procure um especialista.

Internauta diz: Depois do parto normal, muda alguma coisa no comportamento sexual com a elasticidade da vagina?

Dr. Christian Ferraz diz: Eu digo cada vez mais que o melhor parto, não é o parto vaginal ou o cesariano. O melhor parto é o “normal”. Chamo de parto normal, o parto onde a mãe está feliz, o bebê saudável, a família comemorando e o obstetra dando graças a Deus que tudo deu certo. Muitas mulheres têm a felicidade de parir um bebê ou mais e não ter grandes mudanças na musculatura vaginal, outras têm em um único parto, uma séria de mudanças que, realmente, atrapalham. Se isso acontecer, não se preocupe, procure um especialista para fazer uma correção cirúrgica. Respondendo a sua pergunta, em algumas mulheres, o parto vaginal pode interferir na sexualidade, sim.

Internauta diz: O tamanho do pênis faz diferença na hora do sexo?

Dr. Christian Ferraz diz: Não precisa ninguém ficar diminuído pelo que vê na internet. A mulher é capaz de se adaptar tanto ao pênis maior quanto ao menor, porque o canal vaginal tem essa propriedade de elasticidade. Não importa, realmente, o tamanho do órgão genital masculino. O que a mulher precisa não é de um pênis grande. Ela precisa de um homem que acorde lhe tratando bem para que possam ter uma noite prazerosa. A mulher precisa de um bom companheiro.

Ginecologista de Plantão

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O ginecologista Christian Ferraz, que atende no IAM, Instituto de Assistência à Mulher, localizado na URMEC, em Santo Antonio de Jesus/BA, voltou a participar do programa Acorda Cidade, na Rádio Recôncavo FM, a partir das 7h30, todas as terças-feiras. No quadro desta terça, surgiram vários questionamentos interessantes. Confira:

Ouvinte anônima: Tenho 31 anos de idade e tento engravidar há 2 anos. Pesquiso várias coisas, mas não consigo. Qual seria a melhor tentativa?

Ginecologista: Cada vez mais os casais têm tido dificuldade para engravidar. Estudos mostram que a infertilidade e a dificuldade para engravidar têm crescido nos últimos anos. Alguns fatores já podem ser apontados como causadores desse problema. A opção da mulher de engravidar mais tarde acaba criando dificuldades, porque a reserva da fertilidade feminina tem a idade da mulher. A cada ano que passa, essa semente vai envelhecendo. Um casal que tenta, por exemplo, há mais de 12 meses e não obtém sucesso deve procurar assistência médica. Os fatores ovulatórios e peritoneais são os que mais atrapalham na mulher. Além disso, grandes miomas, principalmente nódulos que estão dentro da cavidade uterina, podem também atrapalhar. No homem, se faz importante o exame de esperma, chamado de espermograma, que identifica o problema e, com o acompanhamento de um urologista ou andrologista, é recomendado o tratamento.

Ouvinte anônima, 50 anos: De uns dias para cá, tenho sentido ardor no “pé da barriga”. O que pode ser?

Ginecologista: A mulher passa por várias fases na sua vida. Por volta dos 50 anos, a maioria vive uma fase de climatério, que antecede a menopausa, e isso interfere muito na vida mulher, inclusive na sua sexualidade. Essa ouvinte pode estar vivendo um pouco dessa fase. A diminuição na produção hormonal dos ovários faz com que a mulher tenha uma diminuição na lubrificação vaginal, que pode dar desconforto na hora da relação sexual. Isso pode traumatizar a mucosa vaginal, ou seja, causar pequenas fissuras e rachaduras que podem dar ardência. A queixa dela deve ser alguma infecção genital ou transtornos da fase climatérica. Procurando um especialista, ela terá bons resultados.

Ouvinte anônimo: Toda vez que tenho relação com minha esposa, ela tem vontade de urinar. Isso é comum?

Ginecologista: Não é uma situação comum. É importante avaliar se a parceira dele não inicia a relação sexual já com a bexiga um pouco acumulada de urina. Por isso, é necessário que a mulher adote medidas de precaução para que a relação seja prazerosa.

Ouvinte anônima: Tenho 29 anos, estou casada há 1 ano e 8 meses, e durante esse tempo a minha menstruação não tem vindo naturalmente. O sr. me indicaria um procedimento?

Ginecologista: A mulher que não usa qualquer medicação para evitar a menstruação e que não menstrua regularmente pode estar com distúrbio hormonal. É alguma condição que está atrapalhando o funcionamento cíclico da menstruação. Nesse caso, ela não pode se acomodar. É necessário fazer investigação e tratamento, porque essas situações podem levar a problemas de fertilidade e metabolismo no futuro e ao aumento do risco cardiovascular.

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Dr. Christian Ferraz: Na verdade, a gente tem vivido uma geração nova de hormonioterapia há aproximadamente 5 anos, onde surgiram os chamados “fitohormônios”, ou hormônios vegetais. Esses fitohormônios estão em processo avançado de pesquisa, e a gente sabe algumas aplicações práticas na medicina; A principal delas é a reposição hormonal na fase do climatério. O que se sabe é que a propriedade de reposição estrogênica desses hormônios é leve. Não traz os mesmos benefícios que a hormonioterapia convencional, mas, como tudo na pesquisa e na medicina científica, vai haver evolução e vamos atingir resultados muito promissores para o futuro.

Como anticoncepcional, é ainda apenas um sonho, porque na prática clínica, a quantidade de hormônios produzidos por esses vegetais é muito pequena e não seria capaz de evitar uma gravidez.

Dirce diz: Tenho 43 anos, estava tomando anticoncepcional e parei porque não tenho vida sexual ativa no momento. Devo continuar tomando, já que tenho idade para reposição hormonal?

Dr. Christian Ferraz: A maioria das mulheres entra na fase de perimenopausa ou perto da menopausa, por volta dos 48 a 52 anos. Também pode acontecer antes dos 48, ou até mesmo antes dos 40 anos, que nesse caso, seria menopausa precoce, que exige cuidados especiais, por causa dos riscos de complicações. Aos 43 anos, a mulher pode necessitar de hormonioterapia convencional ou usar métodos anticoncepcionais, se desejar evitar gravidez e fazer reposição. Fazendo a reposição hormonal convencional, você sentirá alívio com relação às ondas de calor e secura vaginal, mas não evitará gravidez. Fazendo uso da pílula anticoncepcional, você estará se beneficiando das duas formas, tanto a reposição hormonal quanto evitar gravidez.

Lembrando que, esses anticoncepcionais devem ser sempre de baixa dosagem, porque o uso de uma dosagem elevada após os 40 anos aumenta riscos de fenômenos cardiovasculares.

Luana diz: Como é transmitida a candidíase?

Dr. Christian Ferraz: A candidíase fica em segundo lugar na lista das infecções mais comuns na mulher. A cândida é um germe que já vive no intestino da mulher. Por diminuição das defesas vaginais da mulher, em algumas situações, essa cândida pode percorrer um caminho em direção à vagina e se multiplicar, causando os sintomas desagradáveis da candidíase aguda, que seria o quadro de corrimento abundante, com aspecto de “leite qualhado”, coceiras, ardência e até incômodo na relação sexual.

Apesar de tudo, é um germe comum e fácil de ser tratado. Basta que a mulher use a medicação correta, sob orientação médica.

É importante ressaltar que a mulher pode adquirir a candidíase na relação sexual. Daí a importância de tratar o casal porque o homem, normalmente, é um portador são, apesar de poucas vezes ele apresentar coceira ou ardência no pênis. Geralmente, é utilizado um creme para a mulher e uma medicação oral, tanto para o casal.

Meg diz: Em 2001, fiz uma videolaparoscopia para endometriose. Atualmente, ainda estou em tratamento com pílulas, sem interrupção. Isso pode causar danos irreversíveis? Até quando vou continuar assim?

Dr. Christian Ferraz: A videolaparoscopia é uma cirurgia que chegou ao Brasil há cerca de 20 anos. É um tipo de cirurgia minimamente invasiva. No Hospital Luís Argolo, em Santo Antonio de Jesus, há mais de 8 anos essa cirurgia é realizada, e temos operado uma grande quantidade de pacientes. Uma das indicações importantes de videolaparoscopoia na mulher é endometriose. Trata-se de mulheres que têm quadro de dor pélvica, tipo cólica menstrual muito forte, dificuldade de engravidar e dor durante a relação sexual. Geralmente, os exames de rotina, ultrasson ou preventivo, não detectam nada. A videolaparoscopia é o exame de escolha para a investigação da cavidade peritonial do interior da barriga da mulher.

A endometriose é uma doença benigna, mas evolutiva. Ela tem tendência a permanecer no corpo da mulher, e, se não tratar de forma adequada, pode retornar de forma severa. O uso de anticoncepcional contínuo é uma forma paliativa de evitar que a mulher fique menstruada, evitando também o aumento dos focos de endometriose. Porém, nem sempre isso é suficiente. Às vezes, é importante o tratamento com substâncias mais potentes. No caso da Meg, é importante ela se submeter a uma nova avaliação médica.

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