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Será que estou grávida?

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Confira o sintoma e descubra o que pode causá-lo, além da gravidez, é claro.

Ausência da menstruação

Principal sinal de que uma mulher está grávida. Assim que o óvulo é fecundado, e até o final da gravidez, aparecem os hormônios que suspendem a menstruação.
Quando aparece: durante toda a gravidez.
Outras causas: aumento ou perda excessiva de peso, problemas hormonais, acarretando a não ovulação, tensão emocional, stress, medicação.

Quantidade de água e atividade física durante a gravidez

Beber bastante água – cerca de 2 litros por dia – e exercitar-se regularmente também é muito importante para uma gravidez saudável e para o bem-estar da mãe e do bebê.

Mulheres grávidas podem caminhar, dançar, nadar e fazer ioga, desde que não haja nenhuma contra-indicação médica para a prática de exercícios físicos.

Atividades de alto risco como mergulho e esqui devem ser evitadas. O ideal é que toda atividade física seja orientada por um profissional de saúde responsável e com prática em acompanhar mulheres gestantes.

O que é HCG ou Gonadotrofina Coriónica Humana

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HCG (sigla em inglês para Gonadotrofina Coriónica Humana) também é o nome no Brasil do exame para detectar a gravidez.

O embrião, quando atinge o útero, produz um hormônio chamado Hormônio Coriônico Gonadotrófico (HCG). Esse hormônio “manda” o ovário produzir estrogênio e a progesterona.

Esse estrogênio e progesterona chegam à hipófise, “avisando” a hipófise de que a mulher está grávida.

Nesse caso, a hipófise para de produzir os hormônios que iriam estimular o ovário para a ovulação, suspendendo, assim, o ciclo menstrual.

Quando uma mulher está grávida, é o exame desse hormônio que dá certeza da gravidez. Esses exames costumam dar positivo no primeiro dia de falha da menstruação.

Cigarro na gravidez pode predispor crianças a problemas cardíacos

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Crianças nascidas de mães que fumaram durante a gravidez apresentam níveis mais baixos de colesterol HDL, também conhecido como o “colesterol bom”, o que pode elevar os riscos de infarto e AVC ao longo da vida, é o que sugere um novo estudo australiano.

Participaram do estudo 405 crianças saudáveis de 8 anos, constatando-se que aquelas cujas mães fumaram durante a gravidez apresentaram níveis de HDL em torno de 1.3 millimoles por litro (mmol/L), em comparação ao nível normal de 1.5 mmol/L das crianças nascidas de mães não fumantes. Ainda não se sabe como o tabagismo durante a gravidez diminui os níveis de HDL das crianças.

“Nossos resultados sugerem que o tabagismo materno “carimba” um conjunto de características nas crianças enquanto elas se desenvolvem no útero, o que pode mais tarde predispô-las a infartos e AVCs. Essa influencia ou efeito aparente dura pelo menos oito anos e provavelmente até mais tempo”, disse David Celermajer, professor de cardiologia da Universidade de Sydney, que conduziu o estudo.

A equipe liderada por Celermajer observou que os índices de tabagismo entre gestantes ainda são altos – em torno de 15% na maioria dos países ocidentais. Segundo o grupo, isso representa que as novas descobertas podem ser importantes em iniciativas de prevenção de doenças cardíacas.

Pode pintar o cabelo e fazer luzes durante a gestação?

Grávidas podem pintar o cabelo, mas só a partir da 12ª semana. As tinturas para cabelo e os tonalizantes são compostos por substâncias que podem ser absorvidas pelo organismo e provocar malformações no feto. “A partir da 12ª semana de gravidez as chances de malformação diminuem”, explica Roberto Eduardo Bittar, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.

Mas, segundo o especialista, o ideal é optar pelas hennas durante toda a gestação, já que o produto não contém iodo, nem amônia na composição. “Na aplicação de outro produto, evite o contato com a raiz do cabelo, protegendo o couro cabeludo”, alerta. Cláudia Garcia Magalhães, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp) recomenda ainda que a gestante não prepare nem aplique a tintura em si mesma.

Já as luzes só estão liberadas se forem feitas com a técnica da touca e com água oxigenada. “Se for adicionado outro composto para melhorar a cor, o perigo será semelhante ao das tinturas”, alerta a dermatologista Aparecida Machado de Moraes, chefe da Dermatologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Gravidez: hipertensão arterial subjacente é pior que o uso de anti-hipertensivos no primeiro trimestre da gestação para riscos de malformações congênitas, segundo artigo do BMJ

Mulheres grávidas e seus filhos nascidos vivos (465.754 pares de mães-bebês), da organização de cuidados com a saúde Kaiser Permanente, no norte da Califórnia, no período de 1995 a 2008, participaram do estudo de coorte retrospectivo que avaliou o uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) durante o primeiro trimestre da gravidez e o risco de malformações nos bebês.

A prevalência de uso de inibidores da ECA no primeiro trimestre da gravdez foi de 0,9/1000, e o uso de outros medicamentos anti-hipertensivos foi de 2,4/1000. Após ajustes para idade materna, etnia, paridade e obesidade, o uso de inibidores da ECA durante o primeiro trimestre da gestação parece estar associado com risco aumentado de defeitos cardíacos congênitos nos recém-nascidos em comparação com os controles normais (aqueles sem hipertensão ou uso de qualquer anti-hipertensivo durante a gravidez). Uma associação semelhante foi observada para o uso de outros anti-hipertensivos e casos de defeitos cardíacos congênitos. No entanto, em comparação com controles com hipertensão (aqueles com diagnóstico de hipertensão arterial, mas sem o uso de anti-hipertensivos), sem utilizar inibidores da ECA ou de outros anti-hipertensivos, no primeiro trimestre, foi encontrado aumento do risco de defeitos congênitos do coração nos recém-nascidos.

Concluiu-se que o uso materno de inibidores da ECA no primeiro trimestre da gestação tem um perfil de risco semelhante ao uso de outros anti-hipertensivos sobre as malformações nos recém-nascidos vivos. O risco aparente de malformações associadas ao uso de inibidores da ECA (e outros anti-hipertensivos) no primeiro trimestre da gestação é maior devido à hipertensão subjacente, ao invés de ser maior com o uso de medicamentos neste período da gravidez.

Fonte: British medical Journal – BMJ

Parto natural é três vezes mais seguro

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Pesquisa da OMS mostra que cesarianas desnecessárias aumentam risco para mãe e bebê.

Em meio à epidemia de cesarianas que enfrenta o Brasil, segundo palavras do próprio Ministro da Saúde José Gomes Temporão, a Organização Mundial de Saúde (OMS) acaba de divulgar um novo estudo sobre o risco desta opção cirúrgica, quando feita sem necessidade médica: os partos naturais são quase três vezes mais seguros para mães e bebês.

A pesquisa feita com 107 mil mulheres, todas da Ásia, identificou que quando a criança nasce por meio das cesáreas sem indicação por quesitos médicos, a mortalidade da mãe, a necessidade de fazer transfusão de sangue e o encaminhamento dos bebês após o nascimento para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são 2,7 vezes com mais freqüentes.

O alerta foi feito com base em um índice alarmante: 27,3% das asiáticas avaliadas na pesquisa foram submetidas a cesarianas, taxa alta comparada aos 15% preconizados pela OMS, porém bem inferior ao índice encontrado entre as brasileiras. Do total de partos no País, 43% são cesáreas. Quando na conta entram apenas os procedimentos realizados em maternidades particulares, o registro sobe para 84%, informou ano passado a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Comissão do parto natural

O índice é recordista mundial, afirma o Conselho Federal de Medicina (CFM) e, apesar dos esforços do governo para reduzir as taxas, o efeito foi inverso. O cenário é de aumento de cesarianas já que em 2000, 80% dos partos em unidades privadas em saúde eram deste tipo.

Em muitos casos, lamentam os especialistas, a escolha pela cesárea é por motivos banais. Data de aniversário no mesmo dia do que a mãe, agendas complicadas, mês ou signo preferidos já apareceram como justificativa. Ano passado foi noticiado que alguns casais marcaram a cesárea para o dia 09/09/09 só por causa do ineditismo da data.

A atriz e apresentadora Fernanda Lima foi escalada pelo Ministério da Saúde para tentar ajudar na mudança de quadro. Na época em que estava grávida de gêmeos, ela fez propaganda sobre a importância do parto natural. A causa também virou bandeira do CFM que criou no final do ano passado uma comissão especial para cuidar do assunto.

“Fizemos um fórum em novembro de 2009 e reunimos obstetras, pediatras e mulheres para tentar reverter o quadro, em uma parceria sugerida pela ANS”, afirmou o médico pediatra José Fernando Vinagre, coordenador da Comissão de Parto Natural do CFM. “Já sabemos que para a reversão dos índices precisamos que os hospitais tenham condições de oferecer excelência no atendimento e realização do parto natural. Por isso, este ano, começamos a visitar as maternidades por todo País e vamos fazer uma ampla pesquisa com os obstetras para identificar quais são as principais demandas e falhas atuais”, completou Vinagre. A pesquisa deve ser concluída em julho e a esperança do Conselho e traçar outro paradigma de maternidade.

9 horas contra 90 minutos

Com relação aos médicos, a rotina atribulada de trabalho – mais de 70% atuam em dois ou mais empregos revelou censo feito pelo Conselho de Medicina de São Paulo – pode ser um dos motivos. É sabido que alguns trabalhos de parto chegam a durar nove horas e a maior parte das cesáreas podem ser feitas em uma hora e meia. Apesar disso, as vantagens do parto natural são incalculáveis, informa o Ministério da Saúde.

Estudos internacionais já demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas, antes do período normal de gestação (40 semanas), têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, acabam precisando de internação em unidades de cuidados intermediários ou mesmo em UTIs neonatais. Além disso, no parto cirúrgico há uma separação abrupta e precoce entre mãe e filho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo.

Males da mulher moderna

Entender os motivos que fazem as mulheres priorizarem a cesariana também foi o foco de uma enquete realizada por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Eles acompanharam de perto 23 grávidas que acabaram fazendo cesárea. Ao perguntar a opinião delas sobre o aumento crescente de mulheres que fazem uma cesárea, o principal fator foi o medo das dores do parto e o desconhecimento das vantagens do parto normal. “Algumas mulheres do setor privado destacaram a possibilidade de programar o parto devido à vida agitada da mulher contemporânea, em vez de esperar pela imprevisibilidade do parto normal”, afirmam os pesquisadores nos Cadernos de Saúde Pública, veículo em que o estudo foi publicado.

Parto induzido aumenta riscos desnecessários

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Sem indicação médica, o procedimento eleva as chances da mulher ir para a UTI e os riscos de histerectomia pós-parto.

As mulheres grávidas que decidem induzir o parto sem razão médica estão assumindo riscos desnecessários, segundo revela estudo feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta sexta-feira.

Para este estudo, foram analisados na América Latina 37.444 partos de risco, dos quais 11.077 foram induzidos, e comparados os resultados com o restante dos partos naturais.

Foi registrado um total de 1.847 partos induzidos por escolha voluntária da mãe, 4,9% do total, tendo a oxitocina como o método mais utilizado em 83% dos casos.

Nestes casos, as mulheres apresentaram mais probabilidades de precisar de anestesia durante o parto, três vezes mais chances de ingressar na unidade de terapia intensiva, assumiram risco cinco vezes maior de histerectomia pós-parto e precisaram mais de remédios uterotônicos.

O estudo demonstra que nos partos induzidos o risco de cesárea e de outras intervenções cirúrgicas é mais elevado e a necessidade de um tempo para a recuperação é maior, o que acarreta maiores gastos médicos.

Não houve constância de riscos para os bebês, exceto pelo fato de que as mães apresentaram risco 22% maior de lactação retardada, ou seja, com seu início entre 1h e sete dias depois do parto, ao invés de na primeira hora após o nascimento, como considera norma a OMS.

A recomendação da OMS é que indução de parto seja feita somente em casos justificados por razões médicas. O organismo de saúde ressalta que os riscos de resultados adversos maternos e perinatais não compensam os benefícios.

O pesquisador da Universidade de Campinas, José Cecatti, informou que a indução de partos por reivindicação da mãe se transformou em uma prática muito comum.

“Estes pedidos ocorrem quando a mãe tem de percorrer longas distâncias de sua casa ao hospital e para se adaptar à disponibilidade do médico”, disse Cecatti.

Posso estar grávida?

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No que depender do (des)conhecimento popular, a gravidez é muito mais complexa do que uma simples relação desprotegida.

Não saber o que é período fértil e quais as reais chances de gerar uma criança, talvez seja um dos menores males da ignorância feminina em relação à própria saúde sexual. aids, HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de pouco entendidas, não encabeçam a lista dos temores das mulheres após o sexo sem camisinha.

Segundo Priscila de Paula Giacon, chefe do departamente de ginecologia do Hospital Pérola Byington, a preocupação em relação a tais doenças só é vista em mulheres violentadas. Nesse grupo, o receio da contaminação é o mesmo de uma possível gestação indesejada.

“Nosso foco não é no atendimento de base, mesmo assim recebemos diariamente pacientes querendo fazer teste de gravidez ou tirar dúvidas sobre corrimento e infecção urinária. A preocupação só muda quando atendemos vítimas de abuso sexual.”

Presente na maioria dos consultórios ginecológicos, a pergunta reflete dois problemas crônicos no País: saúde e educação. Ana Carolina Carvalho Ambrogini, ginecologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), revela que cansou de explicar às pacientes que gravidez não se dá por geração espontânea.

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Como deve ser uma dieta saudável para as grávidas?

A dieta saudável de uma grávida segue os mesmos princípios básicos da dieta de um adulto normal. Ela necessita de apenas mais 300 calorias por dia para nutrir adequadamente o bebê que está carregando, desde que venham de alimentos nutritivos. Então o cardápio deve ter:

Grãos integrais – arroz integral, pão integral, macarrão integral, granola ou aveia integral: 6 a 11 porções por dia.

Derivados do leite – leite desnatado, iogurte ou queijo: 3 a 4 porções por dia.

Proteínas – carne vermelha, frango, peixe, feijão, soja, nozes ou ovos: 3 porções por dia.

Vegetais – brócolis, cenoura, vagem, tomate, couve-flor ou beterraba: 3 a 5 porções por dia.

Frutas – laranja, banana, pêra, mamão, melão, melancia, uva, manga ou maçã: 2 a 4 porções por dia.

Exemplos do que é uma porção: uma fatia de pão, meia xícara de arroz ou macarrão, uma xícara de cereais, uma xícara de leite ou iogurte, dois cubos de 3 cm de queijo, 55g de carne cozida, frango ou peixe, meia xícara de feijão seco, duas colheres de sopa de manteiga de amendoim, meia xícara de vegetais cozidos ou picados, uma xícara de salada verde, três quartos de xícara de suco de vegetal; uma maçã, banana ou laranja, meia xícara de frutas picadas, três quartos de xícara de suco de fruta.

Escolhendo o momento de gestar

Encontrar sua alma gêmea e viver feliz para sempre. Esse é o grande sonho, aprendido desde a infância, quando escutamos os tradicionais contos de fadas. O princípe e a princesa tem muitos filhos e vivem felizes para sempre no seu castelo.

Mas não é o destino nem o capítulo final de um casamento feliz que trazem os filhos.

Ter filhos, dar espaço para eles na relação implica em várias decisões e avaliá-las com rigor pode ser um bom começo para esta emocionamente aventura.

Na verdade o que determina quando é chegada a hora de um casal se transformar em família é o emocional, o psicológico: o estar preparado enquanto casal para assumir esta responsabilidade e arcar com ela para todo o sempre, já que ter um filho é uma decisão sem volta.

Mas existem alguns parâmetros que ajudam a avaliar se o momento que vocês estão vivendo e pelo qual passa a relação é o mais indicado, e se o filho vai chegar numa boa hora para os dois.

A relação vai bem e o filho só vem a acrescentar?

Filho não é a solução para nenhuma crise conjugal e não evita o naufrágio do casal.

Pelo contrário, nos primeiros tempos, uma criança significa uma revolução tão grande que até os mais sólidos casamentos podem balançar temporariamente. Portanto, ter filhos só pode ser decidido num momento de estabilidade da relação.

O desejo de ter um filho é comum aos dois?

Os bebês não vem mais ao mundo “sem querer”, as gestações ocorrem pelo desejo de ter um filho quer seja consciente ou inconsciente. O que garante o afeto e o amor ao bebê que está chegando é a certeza de que ele chegou com mútuo consentimento e desejo dos dois.

Existe uma pré- disponibilidade interna de cada um em abrir mão de uma vida mais descompromissada em prol do bebê que vai chegar?

Essa terceira pessoa que vem se juntar ao casal, exige cuidados, carinho e disponibilidade dos dois. Se os companheiros estão dispostos a lidar com os medos e ansiedades da gestação, com as noites maldormidas sem se sentir lesados por isso é um bom indicio de que é chegada a hora.

O momento foi planejado considerando os prós e contras da vida profissional de cada um?

Hoje é comum que homem e mulher trabalhem fora. Um filho pode causar mudanças e sacrifícios à carreira, sobretudo da mulher, que vai diminuir ou interromper suas atividades profissionais por um tempo ou definitivamente. E ainda vai querer contar com a ajuda e presença do marido ao lado dela.

Se vocês estão de acordo sobre isso e não vêem o bebê como um empecilho, então este filho será bem- vindo.

Vocês acreditam que realmente chegou o momento, é agora ou nunca?

Só vocês dois de corações abertos podem avaliar. E se juntos chegarem a esta decisão, está na hora de encomendar o berço, começar a lista do enxoval e buscar orientação sobre essa nova tarefa a que vocês estão dispostos : a de ser pais.

E não se envergonhem de buscar ajuda profissional para desvendar os “segredos “da maternidade e da paternidade. Afinal se para tirar carteira de habilitação é necessário fazer uma série de provas e testes, para ser pai e mãe e conduzir uma criança que vai chegar são necessários : amor, disponibilidade, afeto e muita, mais muita orientação.

Plagiando Chico Buarque de Hollanda, que esse bebê que vai chegar seja “o fruto mais bendito do amor de vocês”. E que com muito carinho possam arrumar o “berço” para este mais novo membro da família.

Felicidades a vocês e aos bebês já presentes e aos que vão chegar . Trazendo mais alegria, sorrisos e felicidade.