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VOCÊ SABE O QUE É DISMENORRÉIA?

DISMENORREIA

O que é?

Menstruação dolorosa, cólica menstrual ou dismenorréia é a dor pélvica (baixo ventre) que ocorre antes ou durante o período menstrual, de modo cíclico. Menstruação dolorosa que impede as atividades normais ou necessita de medicação específica.

Como se desenvolve?

A dismenorréia pode ser primária ou secundária, de acordo com a presença ou não de alterações estruturais do aparelho reprodutivo feminino.

A dismenorréia primária é a menstruação dolorosa na ausência de lesões nos órgãos pélvicos. Geralmente, acompanha os ciclos menstruais normais e ocorre logo após as primeiras menstruações, cessando ou diminuindo de intensidade em torno dos 20 e poucos anos ou com a gravidez. É devida ao aumento da produção de algumas substâncias pelo útero chamadas de prostaglandinas, que promovem contrações uterinas dolorosas.

Amenorréia

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Porque aparece
A amenorréia pode ser primária ou secundária. No primeiro caso, a adolescente não tem a menarca (primeira menstruação) e nenhum ciclo menstrual até os 16 anos. As causas podem ser genéticas, relacionada ao peso (meninas com peso muito abaixo ou muito acima do normal), problemas no hipotálamo – região do cérebro responsável por regular o sono, o apetite, a temperatura corporal e o ciclo menstrual, entre outras coisas – e má formação do trato genital. Na amenorréia secundária a mulher que já teve períodos experimenta a ausência de menstruação por um período maior do que três meses consecutivos. O problema pode estar ligado ao excesso de exercícios físicos, dietas bruscas com rápida perda de peso ou peso excessivamente abaixo do normal. Outras causas podem ser estresse, uso de medicamentos, distúrbios da tireóide, menopausa precoce, desvios hormonais e disfunções ovarianas – uma das mais comuns é a síndrome dos ovários policísticos (SOP).

Períodos menstruais intensos: miomas, pólipos e doenças do colo uterino são algumas das causas

O que pode causar um período menstrual mais intenso, com maior intensidade de sangramento e maior duração?

O sangramento menstrual mais intenso pode acorrer por diversos motivos. Primeiro é preciso ter certeza de que o fluxo aumentado não é uma característica própria da paciente – muitas mulheres possuem um fluxo fisiologicamente aumentado. Depois, precisa-se entender se o motivo do fluxo aumentado tem uma causa relacionada a uma disfunção hormonal (sangramento uterino anormal disfuncional) ou se há uma causa orgânica, ou seja, doenças uterinas como miomas, pólipos endometriais, pólipos cervicais e doenças do colo uterino.

Saiba quais sinais indicam que sua menstruação não é normal

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Quais sinais mostram que uma menstruação não é normal?

Normalmente considera-se uma menstruação normal aquela que tem duração entre dois e sete dias, ocorre em intervalos que podem variar de 21/21 dias até 35/35 dias e com o fluxo considerado adequado pela mulher. Se ela sair de algumas dessas características, é importante procurar auxílio de um ginecologista.

O que justifica essas alterações?

A paciente pode ter alguma disfunção hormonal ou alguma causa orgânica para o sangramento irregular.

Pode ser temporário?

Sim, principalmente nos casos disfuncionais. O sistema límbico, aquele que controla as nossas emoções, está intimamente ligado ao eixo neurogonadal que controla as menstruações das mulheres. Assim, o stress ou alguma situação emocional aguda (morte de um ente querido, por exemplo) podem levar a uma irregularidade menstrual temporária.

Pode ser sinal de algum problema mais grave?

Sim. Em alguns casos mais raros, o câncer de endométrio pode levar a um fluxo menstrual intenso.

O que fazer quando a menstruação para?

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Porque aparece
A amenorréia pode ser primária ou secundária. No primeiro caso, a adolescente não tem a menarca (primeira menstruação) e nenhum ciclo menstrual até os 16 anos. As causas podem ser genéticas, relacionada ao peso (meninas com peso muito abaixo ou muito acima do normal), problemas no hipotálamo – região do cérebro responsável por regular o sono, o apetite, a temperatura corporal e o ciclo menstrual, entre outras coisas – e má formação do trato genital. Na amenorréia secundária a mulher que já teve períodos experimenta a ausência de menstruação por um período maior do que três meses consecutivos. O problema pode estar ligado ao excesso de exercícios físicos, dietas bruscas com rápida perda de peso ou peso excessivamente abaixo do normal. Outras causas podem ser estresse, uso de medicamentos, distúrbios da tireóide, menopausa precoce, desvios hormonais e disfunções ovarianas – uma das mais comuns é a síndrome dos ovários policísticos (SOP).

Diagnóstico
Explicações para a ausência da menstruação podem ser obtidas após investigação do histórico de saúde e outros indícios que possam estar ocorrendo junto com a amenorréia. Exame físico, avaliação hormonal, ultrassonografia e outros exames de imagem podem ser necessários para auxiliar no diagnóstico.

Riscos
É raro encontrar uma mulher que não se indisponha com a menstruação, mas as falhas acabam se transformando em um incômodo maior por causarem preocupação. A amenorréia em si não é uma doença, é apenas um sinal de que pode haver algo errado com o organismo.

Tratamento
O tratamento depende da identificação do problema que está afetando o ciclo menstrual para que se possa atuar na causa original que leva à falta de sangramento mensal. Em vários casos relacionados a problemas hormonais, o tratamento pode ser simples, como a indicação do contraceptivo oral combinado – a pílula – que promove o equilíbrio nos níveis hormonais e regulariza o ciclo.

Quando procurar o médico
Falhas na menstruação podem ocorrer sem ser indicação de algo sério, e especialistas acreditam que é normal ter até três ciclos menstruais irregulares ao ano. Mas se a menstruação não apareceu até os 16 anos de idade ou a ausência acontece por três meses seguidos e a gravidez já foi descartada, a primeira coisa a fazer é marcar uma consulta com o ginecologista.

Prevenção
A melhor maneira de evitar a interrupção de seu ciclo menstrual é manter um estilo de vida saudável: ter uma dieta equilibrada, manter atividade física regular, observar o peso e evitar o estresse.