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Por que mulheres fingem orgasmos?

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Você alguma vez já fingiu um orgasmo? Ou conhece alguém que já fez isso? Pois saiba que essa atitude não é nada incomum. Segundo pesquisa realizada pela Temple University, aproximadamente 60% das mulheres já revelaram terem falsificado o orgasmo durante a relação sexual ou sexo oral. Foram entrevistadas 366 mulheres com idades entre 18 e 32 anos.

Muitas das mulheres apontaram o medo da intimidade, insegurança sobre o funcionamento sexual de seus corpos ou vontade de terminar logo o ato sexual como motivos para fingir orgasmos. Em entrevista ao site LiveScience, o responsável pela pesquisa, Erin Cooper, citou outro dado alarmante: uma pequena parcela das mulheres alegaram que o fingimento pode melhorar a sua própria experiência sexual, para aumentar a própria excitação.

Analisando a pesquisa, a Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual, de família e casais, diz que nessa porcentagem deve haver mulheres que não simulam orgasmo apenas por estes motivos. “Cerca de 50% do público feminino têm problemas com orgasmo. Não acredito que todas essas entrevistadas fingem. Talvez não tenham orgasmo e pronto”, pensa.

A especialista também afirma que a mulher finge por não querer decepcionar o parceiro, já que, na nossa cultura, os homens são responsáveis pelo orgasmo feminino e a ausência dele torna a relação sexual insatisfatória. “Isso faz com que a mulher não se sinta à vontade de falar para o seu parceiro que não atingiu o clímax. Logo, se ela fingir ao final do ato, não precisa discutir sobre o assunto.

Dialogar seria o ideal, mas não é o que ocorre normalmente. “Com medo de perder o parceiro, a mulher pode ser expert e tornar o fingimento um hábito. Ela pode fazer isso na expectativa de que um dia essa situação mudará. Porém, esse ato, quando corriqueiro, acarreta uma sensação de menos valia e de baixa autoestima”, alerta.

Além do erro de o homem achar que tem a obrigação de fazer a parceira sentir orgasmo há ainda a falta de autoconhecimento da mulher. “Muitos homens chegam em pânico ao consultório, por não conseguir ‘satisfazer’ suas parceiras. Na verdade, como eles podem levá-las ao orgasmo sem que elas conheçam o próprio corpo, se permitam ter prazer? Antes de esperar do homem, a mulher necessita se conhecer, se explorar para saber quais são suas sensações e, assim, ensinar ao parceiro como ‘ajudá-la’ a chegar ao clímax”, comenta Dra. Sylvia.

Outro mito está no fato de a mulher sempre relacionar a penetração com o orgasmo, mesmo que ela alcance o clímax em outras oportunidades. “Nos dias em que ela não está apta a se colocar por inteiro na relação, mesmo sentindo prazer e não tendo orgasmo, ela pode fingir para agradar o parceiro ou para ‘acabar logo com isso’. Acho importante saber e aceitar que nem sempre é necessário um orgasmo na relação sexual”, diz a terapeuta.

Uma orientação da Dra. Sylvia para a mulher deixar de fingir é buscar ajuda para se autoconhecer. “O que está ocorrendo com o relacionamento para que haja este fingimento? Você já teve orgasmo ou tem em outras ocasiões (na masturbação, por exemplo)? Como é que ocorre um relacionamento sexual do casal? Faça uma avaliação do que gostaria e de como ocorre atualmente e busque ajuda profissional” , finaliza.

Oito curiosidades sobre o orgasmo

O que você não sabe – nem imagina – sobre esse prazer máximo

1. O orgasmo feminino pode ser mais longo que o masculino – ponto para as mulheres!

2. A palavra orgasmo vem do grego “orgasmós”, que significa “ferver de ardor”.

3. Pesquisadores escoceses e belgas defendem que é possível determinar se uma mulher tem orgasmos vaginais pela maneira como ela anda. Segundo eles, a anatomia determina a capacidade de uma mulher gozar se estimulada pela vagina e, portanto, especialistas podem fazer a análise desses orgasmos apenas ao observá-la caminhando. Os autores do estudo apontam também que os músculos da pélvis mais tensionados podem indicar dificuldades sexuais, enquanto um andar confiante mostra satisfação.

4. Já outra pesquisa feita na King´s College de Londres diz que as mulheres com inteligência emocional têm mais orgasmos. Ou seja, aquelas que lidam melhor com os sentimentos próprios e dos outros sentem mais prazer. Ótimo motivo para ser mais compreensiva, certo?

5. Usar salto alto é, além de sofiticado e sexy, benéfico para a vida sexual feminina. Um levantamento feito na Universidade de Verona mostrou que andar com um sapato moderadamente alto condiciona os músculos – inclusive os da região pélvica, que ajudam a sentir prazer.

6. Na hora do orgasmo, as paredes da vagina soltam uma pequena descarga elétrica. “Cinco mulheres, neste momento, poderiam produzir energia suficiente para acender uma lâmpada de 1 volt”, estimam o jornalista Marcelo Duarte e o ginecologista Jairo Bouer autores do livro “Guia dos Curiosos – Sexo” (Panda Books).

7. Aquela taça de vinho ou champagne pode não te ajudar tanto assim na hora do sexo, apesar de diminuir a inibição. Quando a mulher ingere álcool pode demorar muito mais para chegar ao orgasmo, já que ele atinge o sistema nervoso central. O brinde não parece mais tão romântico,

8. Os cariocas têm mais orgasmos nas relações sexuais do que os mineiros. Segundo a pesquisa Mosaico Brasil, realizada em nove capitais brasileiras, 93,8% dos homens e 77,2% das mulheres do Rio de Janeiro disseram que têm orgasmos freqüentemente. Já em Minas Gerais o número cai para 91% dos homens e 71% delas. O estudo foi comandado pela psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo.

“Por que não consigo chegar ao orgasmo?”

Desconhecimento do próprio corpo, atenção dissipada, questões morais e outros fatores que afetam o prazer feminino

A sexóloga Fátima Protti responde dúvidas das leitoras

A dificuldade em atingir o orgasmo é motivo de angústia para muitas mulheres. Por isso mesmo as perguntas sobre o tema são frequentes nos consultórios e nos e-mails de leitoras. As disfunções afetam a autoestima e podem até comprometer o relacionamento com o parceiro. Mas os casos são diferentes: algumas mulheres nunca sentiram um orgasmo, outras chegam lá algumas vezes e há aquelas que conseguem ter esse prazer apenas com a masturbação. Seja qual for a situação, veja alguns fatores que dificultam o prazer orgástico.

Atenção dissipada: ela pensa no que deixou de fazer, nas atividades do dia seguinte, nas crianças, no trabalho, nos estudos. Assim, perde o foco das sensações corporais e da relação. Mulheres com perfil controlador estão mais propensas a ter essa dificuldade.

Ansiedade e Impaciência: está tão preocupada em ter o orgasmo que foca no resultado – e não no sexo. Com isso, as chances de chegar lá diminuem. É o caso de querer acabar logo e não permitir uma exploração mais demorada da intimidade. Um parceiro apressado e ansioso também pode ser extremamente desestimulante.

Questões morais, religiosas ou vivências passadas: ela tende a bloquear a excitação por considerar o prazer errado, sujo ou constrangedor. Freios psicológicos também podem remeter a situações passadas desagradáveis.

Desconhecimento do próprio corpo: saber explorar o próprio corpo e os genitais de maneira prazerosa é o primeiro passo para atingir o orgasmo. Nesse sentido, além de prazerosa, a masturbação é essencial.

Falta de habilidade do parceiro: pouco cuidado durante as carícias é uma reclamação comum das mulheres. Ele toca os genitais com mãos pesadas, incomoda e não consegue excitar a mulher.

Rotina sexual e conflitos: problemas na relação ou a rotina interferem na disposição para o sexo e qualidade do mesmo.

Dicas rápidas para reverter o problema:

Aprenda com o próprio corpo: a masturbação é uma ótima prática para reconhecer e explorar as carícias. Perceba quais são os toques que dão prazer nas áreas erógenas do corpo.

Ensinar o parceiro: Não dá para esperar que ele acerte sozinho. É possível facilitar o prazer com atitudes sensuais, e não corretivas, mostrando como gosta de ser tocada e onde sente prazer. Isso envolve o casal e reforça a intimidade.

Não levar problemas para a cama: conflitos no sexo e no relacionamento devem ser resolvidos fora da cama. Afinal, esse não é o lugar para retaliação, principalmente quando o prejudicado é o prazer.

Estimule os cinco sentidos: isso ajuda no aumento da excitação e a atingir o orgasmo. Indico a leitura do meu livro “Sexo, Amor e Prazer” (Editora Biblioteca 24 horas).

Fonte: “delas.ig”

Orgasmos múltiplos por quem já teve

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“Senti isso na primeira vez que transei com o meu ex-marido, quando começamos a namorar. No sexto orgasmo ele perguntou: ‘impressão minha ou você está tendo vários?’”. Foi assim que Débora descobriu os orgasmos múltiplos, aos 28 anos. Até então a administradora, hoje aos 35, só tinha ido para a cama com outro namorado e nem sempre chegava ao clímax. “Acho que para ter muitos orgasmos depende do tesão, do envolvimento com o parceiro e o quanto você se conhece”, arrisca.

Os orgasmos múltiplos acontecem em sequência, na mesma transa, quando a mulher continua recebendo estímulos depois de um primeiro orgasmo. “Tenho vários seguidos, um mais fraco, um mais forte… No final meu corpo até treme”, relata Débora, que faz parte de uma minoria – ter orgasmos múltiplos é exceção na sexualidade feminina. “Muitas mulheres apresentam dificuldade para ter pelo menos um orgasmo, imagine vários”, diz a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello.

Apesar de incomuns, os picos de prazer seguidos não exigem uma condição especial: toda mulher sexualmente saudável pode tê-los. Para algumas, porém, chegar lá vai ser mais fácil por conta de condições físicas ou psicológicas. “A sensibilidade de cada uma determina. As mais tranquilas e seguras têm mais chance, assim como aquelas que conhecem o próprio corpo”, explica Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da UNIFESP.

A lógica da resposta sexual em homens e mulheres
O processo que leva uma pessoa ao orgasmo começa pelo desejo e continua com a excitação, que cresce até chegar ao clímax. Os homens têm uma queda rápida do nível de excitação depois que gozam, diferente das mulheres, que podem continuar por mais tempo nesse estágio.

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20 dicas para conquistar ou turbinar seu orgasmo

Blog Dr Christian

Um guia para aumentar seu prazer durante o sexo e chegar lá!

O “delas.ig” selecionou dicas para te ajudar a chegar ao clímax com mais facilidade – ou tornar seus orgasmos ainda mais intensos. Listamos 20 coisas que você pode descobrir para se divertir ainda mais na cama e ter muito prazer – sozinha ou acompanhada.

Conheça seu corpo. A masturbação te ajuda a descobrir como gosta de ser tocada e quais pontos são mais sensíveis. “Mulheres não se conhecem e querem que o parceiro adivinhe onde ela quer ser estimulada!”, diz Elsa. Portanto, explore o prazer sozinha sem medo! “Funciona muito ficar na frente do espelho e explorar partes do corpo. É uma forma de ensaiar a desinibição”, defende Carla Cecarello, psicóloga, sexóloga e fundadora da Associação Brasileira de Sexualidade.

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