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Pergunte ao Doutor

Ginecologista Christian Ferraz tira dúvida de leitoras

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Eliane diz: Existe algum teste de fertilidade? Como é possível saber se existe algum problema de fertilidade?

Dr. Christian Ferraz responde:

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Vanessa diz: Quem tem mioma, pode desenvolver endometriose?

Dr. Christian Ferraz responde:

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Ana diz: Fiz um preventivo recentemente e descobri que estou com HPV. Tem cura?

Dr. Christian Responde:

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Dr. Christian Ferraz é Médico Pós-graduado em Ginecologia e Obstetrícia com título de especialista brasileiro pela FEBRASGO – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

corrimentos ou vaginite

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Um dos mais comuns e mais irritantes problemas que afetam a saúde da mulher é o corrimento vaginal, também chamado de vaginite. É uma das causas mais frequentes de visita ao médico ginecologista.

Caracteriza-se por uma irritação vaginal ou um corrimento anormal que pode ou não ter cheiro desagradável. Pode haver também coceira ou ardor na vagina ou vontade mais frequente de urinar.

Os corrimentos podem ser causados por:

•    infecções vaginais
•    vulvites e vulvovaginites
•    infecções cervicais ou do colo do útero
•    doenças sexualmente transmissíveis

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Leitora diz: Sou casada, tenho 30 anos e quatro filhos Fiz uma consulta na qual constataram a presença de papiloma em meu seio. Gostaria de saber quais as causas desse papiloma e suas conseqüências.

Resposta: Durante o período de amamentação, a produção do leite ocorre no tecido da mama. Posteriormente, o leite materno escorre do interior da mama até o bico do seio. Papiloma é a presença de lesão com projeções para para dentro desses canais. Existem duas formas de lesões: papiloma solitário e papilomas múltiplos. O papiloma solitário ocorre mais próximo do bico do seio e causa o aparecimento de secreção escura. Os papilomas múltiplos localizam-se mais no interior da mama A maioria dessas lesões é benigna, mas existe a possibilidade de elas estarem associadas ao câncer. Devido a isso, a conduta terapêutica é a biópsia da lesão.

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Climatério é o período que abrange toda a fase em que os hormônios produzidos pelos ovários (estrogênio e progesterona) vão progressivamente deixando de ser fabricados, incluindo-se, portanto, a transição entre as fases reprodutiva e não-reprodutiva da vida da mulher.

Assim, a menopausa é um evento que acontece durante o climatério.

Pergunte ao Doutor: Dr. Christian Ferraz responde dúvida de internauta sobre climatério. Ouça:

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o que é Cervicite?

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Uma das causas de corrimento vaginal são as doenças do colo do útero, também chamadas de cervicite ou endocervicite.


Cervicite é uma irritação do colo do útero provocada por uma variedade de organismos diferentes.

Causas comuns são a gonorreia, herpes, clamídia e infecções bacterianas.

Existem também cervicites crônicas comuns nas mulheres depois do parto. É associada também frequentemente com a gravidez e o uso de contraceptivos orais. Menos frequentemente, a cervicite é causada por sensibilidades a determinados produtos químicos, incluindo aqueles presentes nos espermicidas, no látex das camisinhas e nos tampões vaginais.

As causas dessas doenças são várias, e todas necessitam de avaliação e tratamento por parte de um médico.

Os sintomas são inflamação, vermelhidão e corrimento que sai do colo do útero, podendo ou não se exteriorizar pelavagina.

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Internauta diz: Durante a relação sexual, há riscos de a mulher engravidar com o líquido que é liberado antes da ejaculação?

Dr. Christian Ferraz diz: Sim. Esse risco não é tão grande, mas existe. A mulher que não está pensando em engravidar, não pode correr esse risco. Além disso, há um risco ainda maior, que é o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. É muito melhor a proteção pelo preservativo, porque previne a gravidez indesejada e doenças.

Internauta diz: É possível engravidar enquanto a mulher estiver menstruada?

Dr. Christian Ferraz diz: Se houver certeza de que aquele sangramento que a mulher apresenta é uma menstruação real, não há riscos de engravidar. Mas nem todo sangramento vaginal que a mulher apresenta é menstruação. A mulher pode ter menstruado há alguns dias, e 15 dias depois ter um sangramento e achar que está menstruada de novo. Assim, acaba tendo uma relação sexual sem proteção. Esse sangramento que pode ocorrer 15 dias após, é chamado de privação hormonal, que é uma descamação da cavidade endometrial leve, e é na verdade, o período mais fértil da mulher. Então, pensar em menstruação como forma de evitar gravidez não é válido, assim como a tabelinha.

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Leitores tiram dúvidas com o ginecologista Dr. Christian Ferraz

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Dr. Christian Ferraz é Médico Pós-graduado em Ginecologia e Obstetrícia com título de especialista brasileiro pela FEBRASGO – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

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Sexo e menstruação

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A mulher, quando está menstruada, tem mais vontade de transar ou a relação sexual durante a menstruação não é recomendada? Transar menstruada faz mal à saúde? Pode transmitir doenças? Essas e outras perguntas são frequentes no dia a dia do ginecologista, pois esta relação (se é que existe mesmo) entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade – e não é de hoje. O mito da menstruação como sendo a “limpeza” do útero, a crença de que a mulher menstruada fica “suja” e que, por isso, não deve transar ainda é muito presente. Na verdade, o sangue da menstruação não é nenhuma sujeira, tampouco significa um processo de limpeza. É um acontecimento natural na vida da mulher e indica somente que naquele mês ela não engravidou.

Tire suas dúvidas sobre o uso de pílula anticoncepcional

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Qual a melhor pílula para mim?
Existem diversos tipos de pílulas porque existem diversos tipos de mulheres. Somente seu médico poderá identificar a pílula que mais se aproxima de você.

Quando iniciar uma cartela de pílula pela primeira vez?
Na maioria das pílulas disponíveis no mercado e com 21 drágeas/comprimidos, a maneira correta é ao iniciar o uso começar a primeira pílula no primeiro dia da menstruação. Tomar uma pílula por dia durante 21 dias, fazer uma pausa de 7 dias sem tomar e recomeçar. Durante essa pausa é que a menstruação vem. Outras pílulas podem ter forma de tomadas diferentes, por isso é necessário consultar o médico.
No caso da pílula sem estrogênio, deve-se iniciar a tomada no primeiro dia da menstruação e tomar sem interrupção.

A partir de que dia a pílula começa a fazer efeito?
Se tomada corretamente, a pílula fará efeito a partir do primeiro dia em que se tomou.

Na pausa entre uma cartela e outra posso ter relações sem medo de engravidar?
Sim, nos dias de pausa das pílulas elas continuam a funcionar, ou seja, há proteção efetiva contra a gravidez.

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A rotina do sexo

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A rotina, os problemas, a intimidade, os filhos. Tudo isso pode atrapalhar a vida sexual dos casais. A psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, coordenadora do projeto AmbSex (Ambulatório de Sexualidade), a psicoterapeuta Marilandes Ribeiro Braga, membro do CEPCoS – (Centro de Estudos e Pesquisa em Comportamento e Sexualidade) e a terapeuta sexual Luciane Secco respondem perguntas de leitores sobre sexo no casamento.

1. É normal fazer sexo só uma vez por mês? Quantas vezes por mês um casal normal faz sexo?
Essa história de “normal” é muito relativa. O que é normal para uma pessoa pode não ser para outra. Algumas pessoas praticam sexo uma vez por mês com muita qualidade e se sentem completamente satisfeitas. Outras fazem todos os dias, mas é como se fosse uma academia de ginástica, aquela obrigação que precisa ser cumprida, sem qualidade alguma. A frequência é determinada por cada casal e ela pode variar de acordo com o momento de vida. Estresse no trabalho e dificuldade financeira, por exemplo, costumam diminuir a quantidade de relações. O que os casais devem se perguntar é se estão satisfeitos, e não se estão fazendo sexo quantas vezes deveriam. (Carla Cecarello)

2. Enquanto namorada, minha mulher adorava sexo. Agora, casada, não quer mais saber de nada. Meus amigos também reclamam. Isso é comum entre as mulheres?
Antes de acusar a esposa de não ter mais libido, os homens deveriam comparar o que eles faziam enquanto estavam solteiros e o que fazem agora. Algumas mudanças de comportamento do parceiro podem alterar o desejo de qualquer mulher. Necessariamente a culpa não é só da mulher, mas sim do casal. É preciso avaliar a vida sentimental e sexual da dupla, pensar nas mudanças que ocorreram após o casamento e retomar o romantismo, as surpresas e o namoro. (Luciane Secco)

3. Nós temos uma vida sexual ativa, mas meu marido ainda se masturba na minha ausência. Por quê?
Cada pessoa tem um ritmo sexual próprio. É normal que, em alguns casos, o homem deseje fazer mais sexo que a mulher – e resolva essa necessidade se masturbando. Ou pode ser simplesmente um prazer solitário que ele quer manter. A melhor estratégia é aceitar a masturbação como parte integrante da vida sexual dele e participar disso. Quem sabe você não passa a se interessar também pela masturbação? (Marilandes Ribeiro Braga)

5. Depois que meu filho nasceu, o tesão entre meu marido e eu diminuiu. Não sei mais como resgatar o sexo no casamento e tenho um pouco de preguiça de falar sobre isso, confesso. Por onde eu começo?
Você precisa falar sobre sexo com ele, só assim poderá resgatar um papel tão importante na sua vida, que é o de amante. Para muitas mulheres que viram mãe o sexo passa a ter menor importância no dia a dia, mas sem isso seu casamento não estará completo e, mais cedo ou mais tarde, você também vai perceber que não está completa. Tem que se esforçar lançando mão de fantasias, novas propostas, acrescentando energia na sua vida como mulher – e não só como mãe. (Luciane Secco)

6. Diminuição na frequência sexual pode ser indício de traição?
Não necessariamente. O mais provável é que a diminuição de relações reflita estresse, descontentamento conjugal, patologia física ou depressão. Quem trai geralmente não deixa de ter relações com o parceiro, até porque quanto mais sexo se faz, mais vontade de fazer sexo se tem. As pessoas costumam deixar de fazer sexo com o cônjuge por traição quando se apaixonam por outra pessoa, mas mesmo assim não é certo e matemático. (Carla Cecarello)

O tamanho do pênis faz diferença?

“O pênis do meu namorado é pequeno, mas não sei como conversar sobre o assunto. Gostaria de sugerir posições para aumentar meu prazer, mas não quero ferir os sentimentos dele. Como agir nesse caso?”

A pergunta da leitora mostra como esse é um assunto difícil e delicado para se conversar com qualquer homem. Nossa cultura relaciona o tamanho do pênis com potência sexual, virilidade, masculinidade. No imaginário coletivo a ideia de que somente um pênis grande poderá satisfazer uma mulher é motivo de preocupação para a maioria dos homens – tanto que existem muitas técnicas e aparelhos que prometem o aumento peniano no mercado.

Mas será que isso incomoda tanto as mulheres? Não existe um estudo brasileiro que analisa a satisfação delas em relação ao tamanho do pênis. Mas, de acordo com urologistas, a impossibilidade de sentir prazer pela estimulação está geralmente ligada à circunferência e não ao comprimento peniano.

No consultório essa não é uma queixa comum por parte das mulheres. Para a maioria o prazer está na relação como um todo. Porém, fantasias de transas com homens “grandes” fazem parte do imaginário feminino e para algumas o tamanho faz diferença na hora H.

Quando este é um problema na relação do casal, algo precisa ser feito e pouca coisa precisa ser dita. Em geral, a busca pela satisfação sexual a dois requer intimidade, cumplicidade, segurança para realização de fantasias e desejos. A liberdade para a troca de carícias, práticas sexuais, posições e uso de recursos eróticos é essencial para garantir o prazer de ambos – e nesse caso é fundamental.

Algumas dicas podem ajudar:
- Busquem posições que facilitam a entrada total do pênis, como a mulher por cima. Isso ajuda na estimulação;
- O uso de brinquedos eróticos favorece o aumento do prazer;
- Géis com efeito térmico, que esquentam ou esfriam, ou que ajudam na contração vaginal, auxiliam na excitação durante a penetração.

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Oscilações femininas
O que é endometriose e quais são os fatores de risco para a doença?

No interior do útero cresce um tecido, chamado endométrio, que é renovado mensalmente e liberado do corpo na forma de menstruação. Quando esse tecido se desenvolve do lado de fora do ambiente uterino – na parede da pélvis, bexiga, trompas, ovários, abdômen e até no intestino -, chamamos de endometriose. A maioria dos especialistas acredita que o problema esteja relacionado às oscilações hormonais decorrentes do período menstrual. No entanto sua real causa ainda permanece desconhecida.

Dentre os fatores relacionados com a endometriose, estão o imunológico, o nutritional, o emocional e a gestação tardia. Mulheres que têm filhos em idade jovem são menos propensas a apresentar o problema, pois a gravidez tem um papel protetor. O uso de anticoncepcionais orais também parece atuar nesse sentido.

Sabe-se, porém, que se a irmã ou mãe de uma mulher apresenta endometriose, suas chances de apresentar o problema são sete vezes maiores do que aquelas que não têm parentes com o distúrbio.