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Posições sexuais para chegar ao orgasmo

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Embora envolva preferências pessoais, a posição corporal adotada pelo casal durante o sexo influencia o prazer feminino. Uma movimentação confortável e estimulante contribui para que a mulher chegue ao orgasmo de forma mais fácil. Com a ajuda do sexólogo Amaury Mendes Júnior e da especialista em técnicas sensuais Fernanda Pauliv destacamos as cinco posições mais favoráveis para elas. Agora é só treinar…

1. Quando está por cima, a mulher consegue controlar a velocidade e a profundidade da penetração, conduzindo o ritmo do sexo. Com essa posição os corpos não ficam colados e o parceiro pode fazer carícias nos seios, coxas e clitóris dela. “Quanto mais zonas erógenas forem estimuladas ao mesmo tempo, maiores as chances de um orgasmo bombástico”, diz Fernanda. A posição também é favorável porque a mulher comanda o roçar do clitóris no sexo do parceiro.

2. Conforme mostra a ilustração, a mulher fica deitada e o homem sentado. Essa é uma posição confortável para a mulher porque o seu corpo fica livre e sem o peso do parceiro. “Facilita o acesso ao clitóris e permite que ele faça carícias nos seios e coxas dela”, diz Fernanda. É importante que a mulher também tenha alguma possibilidade de manobra, com as pernas apoiadas sobre as pernas do parceiro, por exemplo.

3. Com ela apoiada na vertical, a penetração por trás estimula bastante a mulher na área conhecida como ponto G, na parede da frente da vagina. É uma posição que mexe com fetiches: “A mulher se sente poderosa quando percebe que excita o homem”, diz Amaury. Fernanda recomenda que o casal tente fazer embaixo do chuveiro: “Podem usar espuma de banho e ainda deixar uma mão livre para estimular o clitóris”, sugere.

4. O sexo oral é um dos caminhos de sucesso para o orgasmo feminino. E a posição de estímulo mútuo, a famosa “69″, é muito íntima e prazerosa para o casal. “A mulher fica excitada porque o homem pode praticar movimentos com a língua no clitóris de forma suave”, diz Amaury.

5. Que tal inverter a posição com a mulher por cima? Quando ela fica de costas para o homem, o casal ganha um ângulo diferente e ambos podem controlar o ritmo. Ela fica mais à vontade sem manter contato visual com o parceiro e pode estimular o próprio clitóris com movimentos mais delicados. Ele, por sua vez, ganha uma visão excitante da cena.

Foto: Arte iGRedação, iG São Paulo

A Rotina do Sexo

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A rotina, os problemas, a intimidade, os filhos. Tudo isso pode atrapalhar a vida sexual dos casais. A psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, coordenadora do projeto AmbSex (Ambulatório de Sexualidade), a psicoterapeuta Marilandes Ribeiro Braga, membro do CEPCoS – (Centro de Estudos e Pesquisa em Comportamento e Sexualidade) e a terapeuta sexual Luciane Secco respondem perguntas de leitores sobre sexo no casamento.

1. Meu marido não quer mais transar comigo e diz que é “a idade”. Mas nós temos cinquenta e poucos anos. Será que isso é só uma desculpa ou o desejo do homem sofre queda com o tempo?
Os homens podem apresentar queda do desejo sexual nessa faixa de idade porque sofrem alteração hormonal. É necessário buscar ajuda médica para investigar se existe algum problema nesse sentido – se for necessário é possível fazer reposição hormonal. Descartada essa possibilidade, deve-se descobrir o que está acontecendo com o psicológico dele e a vida conjugal do casal para que o desejo tenha diminuído. Salvo os problemas físicos, a vontade de fazer sexo é muito pessoal. Tem homens de 50 anos que relatam ter mais desejo sexual hoje do que quando tinham 20 anos. E homens de 20 anos com pouco desejo. (Carla Cecarello)

2. Meu filho está com três anos e fico muito preocupada de ele ouvir ou ver eu e meu marido fazendo sexo. O que faço se isso acontecer? Devemos ser cuidadosos?
É preciso ter bastante cuidado. Em primeiro lugar, a criança não pode dormir no quarto dos pais, desde bebê ela deve ter seu próprio quarto. Deixe a porta do quarto de vocês trancada ao praticar sexo. Caso a criança precise de ajuda ou tenha algum problema, ela vai chamar. Por último, se por algum contratempo o pequeno vir ou ouvir algo, explique de forma bem simplista que papai e mamãe estavam namorando, mas não dê muita importância para isso, pois nessa idade não é possível entender muita coisa. E o mais importante: não fiquem neuróticos. (Marilandes Ribeiro Braga)

3. Confesso que depois de um tempo de casada ando preferindo dormir cedo a fazer sexo. O que faço pra deixar a preguiça de lado?

Mais do que preguiça, isso é falta de motivação. Muito provavelmente a parceria não está sendo tão interessante. É preciso conversar de forma franca e objetiva e detectar os pontos que não estão dando certo na relação. Só então vocês poderão propor saídas e transformar o que não está bom. Livros, filmes e contos eróticos podem dar uma injeção de motivação no relacionamento. Proponha também atividades prazerosas e que não necessariamente tenham relação com sexo, como sair pra jantar, ir ao cinema ou teatro. (Carla Cecarello)

4. No começo do casamento meu marido me respeitava mais, nunca olhava para o lado. Mas hoje ele nem disfarça o olhar quando passa uma mulher bonita. Será que isso é sinal de que ele perdeu totalmente o respeito e pode estar me traindo?
Não sei se é indício de traição, mas que ele perdeu o respeito há muito tempo, perdeu. E a única pessoa que pode recuperar esse respeito é você mesma. O fato é que existe alguma coisa bastante errada com o relacionamento e você não pode e nem deve ficar quieta, guardando a mágoa. Provavelmente ele não aceitaria que você ficasse olhando para outros homens, então que tal fazê-lo provar de seu próprio veneno para ver se ele entende? (Luciane Secco)

FALTA DE DESEJO SEXUAL FEMININO

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A falta de desejo é uma das disfunções mais frequentes e chega a acometer entre 15 a 34% das mulheres. Também é chamada de perda ou diminuição da libido.

Tem diversas causas, entre elas as mais comuns são alterações hormonais provocadas por uso de diversos medicamentos (ex: anticoncepcionais), parto, amamentação, menopausa e disfunções hormonais.

Outra causa muito comum é o uso de antidepressivos.

Outras causas estão relacionadas ao stress da vida diária, a rotina sexual do casal em que tudo é sempre igual, ao cansaço físico e mental.

Ainda existem outras causas relacionadas a diversas doenças orgânicas, como infecções e problemas genitais que provocam desconforto ou dor à relação sexual, reduzindo o interesse pelo sexo, e também relacionadas ao uso de drogas, álcool e cigarro.

Muitos casais acham que esse sintoma é falta de amor, mas na maioria das vezes isso não é verdade. Sexo não deve ser confundido com amor, que é um sentimento humano muito mais profundo que o sexo. A solução passa por uma consulta com o ginecologista para que este possa avaliar as causas e, se for o caso, encaminhar o casal para o tratamento mais eficaz.