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Pergunte ao Doutor

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Internauta: “Vibrador” alarga a vagina?

Dr. Christian Ferraz: O uso de instrumentos para o prazer tem virado indústria. A curiosidade das pessoas ajuda a fomentar esse mercado. O uso desses instrumentos, a exemplo de pênis artificial e “vibradores”, não atrapalha a vida da mulher; não elastece a vagina. Às vezes me questionam sobre a plástica vaginal, alegando que a mesma teria perdido o efeito. Isso não acontece; o que acontece é que o corpo da mulher envelhece. Como o corpo envelhece, a musculatura perde tônus, acarretando mais flacidez com a idade. O “vibrador” não alarga a vagina. Lá na frente não se deve colocar a culpa nesse instrumento, o corpo envelheceu mesmo e talvez uma intervenção cirúrgica seja necessária

Internauta: Meu marido passa horas vendo pornografia na internet e depois me procura querendo sexo. O uso da internet ajuda ou atrapalha?

Dr. Christian Ferraz: O uso da internet pode auxiliar no aprendizado da sexualidade, mas é preciso ter cuidado porque muitos sites mostram cenas que não são reais, ou até são, sim, mas são cenas com atores preparados para essas situações; casais com problemas de disfunção sexual podem se sentir diminuídos com tais encenações sexuais. Eu digo que a internet pode ajudar, mas o uso excessivo atrapalha. Nos preocupamos com maconha, cocaína e outros tipos de drogas ilícitas, mas a internet pode ser a pior de todas elas. A grande droga do milênio é a internet, tornando-se uma doença. Intitulei essa doença de “internetite”. Respondo a você que a internet vem para o bem, mas vem para o mal também, é preciso usar com moderação.

Internauta: A ejaculação precoce prejudica a relação conjugal?

Dr. Christian Ferraz: A ejaculação precoce é uma situação em que o homem não consegue dar prazer a sua companheira, simplesmente porque, ao início da relação, ele pode ejacular. É preciso entender que o individuo que sofre com ejaculação precoce, tem ereção normalmente, mas tem sérios problemas com a adaptação sexual. Caro internauta, ejaculação precoce tem tratamento. Para nós homens o prazer se dá de forma diferente da mulher; na mulher a resposta sexual é mais lenta; o homem precisa “assoprar” para que o “fogo” feminino chegue ao clímax, para que ela, então, sinta prazer. Depois disso é que se deve pensar no prazer masculino. Não se preocupe, procurando um especialista, o problema será resolvido, mas é preciso deixar de lado o preconceito e se cuidar.

Dr. Christian Ferraz é Médico Pós-graduado em Ginecologia e Obstetrícia com título de especialista brasileiro pela FEBRASGO – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

Dores durante a penetração

Desde muito cedo a mulher ouve falar das dores na primeira relação sexual, e algumas acabam construindo uma expectativa negativa, ansiedade e medo frente à experiência íntima. As dores podem aparecer por conta da falta de jeito do parceiro e a ausência de carícias preliminares adequadas para que aconteça a estimulação, a excitação, o relaxamento e a lubrificação suficiente para um coito sem dor.

Algumas mulheres, geralmente em períodos conflituosos de casamento, passam a sentir dores durante o coito como forma de expressão, muitas vezes inconsciente, de sua insatisfação ou frustração naquela área da sua vida.

Outros fatores, e esses de questões ligadas à saúde de bem-estar, também podem contribuir para o aparecimento de dores durante o sexo. O estresse é um deles. O acúmulo de atividades no dia a dia e a falta de prazer na vida podem levar ao quadro indesejável. Lesões pélvicas, hímen rígido e persistente, doenças inflamatórias da vagina, pós-menopausa, fungos, entre outros, aumentam o número de queixas.

Esse quadro disfuncional pode permanecer durante longo tempo, comprometendo os futuros relacionamentos ou provocando o aparecimento de outras disfunções sexuais, como vaginismo, falta de desejo e dificuldades para ter o orgasmo.

Veja algumas dicas importantes para a tentativa de eliminação das dores:

1. Faça primeiramente uma avaliação com o (a) ginecologista para descartar problemas de ordem orgânica;

2. Antes da relação sexual, observe a existência de medo ou preocupações com dores durante o coito. Em caso positivo, tente afastá-las focando sua atenção em fantasias e envolvendo-se eroticamente com o parceiro;

3. Volte sua atenção para as sensações corporais e somente vá para o coito se estiver bem excitada. O uso de um gel a base de água facilitará a entrada e os movimentos do pênis;

4. Existem posições que facilitam a penetração você precisa descobrir a que melhor lhe traz conforto;

5. Ao se aproximar do coito perceba se o corpo está contraído, principalmente, a região genital. Em caso positivo, relaxe essa área como se fosse fazer xixi.

Na maioria das vezes, as dores aparecem pela falta de lubrificação ou porque a mulher não está excitada. Pode ser que ela não tenha entrado no clima erótico, que as carícias não tenham sido suficientes para provocar sensações de prazer em seu corpo ou por não estar focada nessas sensações. A expectativa e tensão pelo momento da penetração também pode provocar a contração de toda a região pélvica e do intróito vaginal.

Contudo, relaxar pode não ser fácil, uma vez que a mulher provavelmente já sentiu dor em vezes anteriores. Nesse caso, em que o relaxamento é quase impossível, é preciso ter cuidado. Isso porque a sequência de tentativas frustradas tende a piorar o quadro e até dar origem a uma disfunção sexual chamada vaginismo.

Sexóloga responde perguntas sobre prazer e desejo

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Fátima Protti tira dúvidas sobre gel estimulante, reposição hormonal e outros

Li uma reportagem sobre tomar testosterona em pequenas doses para melhorar o desejo. Isso procede? Este hormônio pode provocar crescimento dos pelos e engrossar a voz? Existe algum estimulante natural?

O uso da testosterona para aumento da libido feminina ainda está em estudo devido aos riscos de câncer de mama, aumento de gordura e glicose no sangue. As mudanças nos pelos, cabelos ou voz são os menores dos problemas.

Além disso, testosterona só é eficaz para aumentar a libido caso a mulher necessite da reposição do hormônio. Ou seja, nos casos em que a falta ou baixa de libido está relacionada com problemas no relacionamento conjugal, problemas sexuais ou desinteresse afetivo pelo parceiro, o efeito não acontece.

Existem propagandas de medicações naturais ou homeopáticas que prometem o aumento da libido, mas nada com garantia científica de sucesso.

Um novo medicamento deve chegar ao mercado brasileiro no fim do ano que vem e promete resolver o problema de libido. Mas a eficácia da medicação esbarra nos aspectos acima mencionados, beneficiando apenas as mulheres com necessidade de reposição química para melhorar sua condição de bem estar e satisfação.

É verdade que o vinho é afrodisíaco? Pra mim funciona muito bem.

O vinho leva a fama de bebida afrodisíaca desde os tempos em que os romanos homenageavam o deus Baco, que personificava um jovem festivo e entregue aos prazeres da vida.

O vinho ou qualquer bebida alcoólica é, em um primeiro momento, desinibidor dos centros superiores do cérebro e promove desenvoltura da fala, do pensamento, euforia, sentimento falso de poder, desinibição do senso crítico e impulsos sexuais. Contudo, depois de algum tempo e com a ingestão contínua de álcool, ele passa a ser um depressor dos centros inferiores provocando relaxamento, sonolência, irritabilidade e às vezes crises depressivas. É preciso dosar a bebida para que o momento possa ser bem aproveitado de forma consciente.

Para quem aprecia, um bom vinho ajuda os mais inibidos a se descontrair dando vazão para o desejo e possibilitando o melhor aproveitamento afetivo e sexual daquele momento. Na verdade, todo o ritual que se organiza para o encontro: escolha da pessoa, o ambiente, o vinho e todo significado que vai se construindo previamente já é extremamente afrodisíaco.


Qual gel vaginal eu escolho para ter mais prazer e como ele funciona?

O gel deve ser escolhido de acordo com o objetivo de uso que o casal tem em mente. Ele é somente mais um recurso diante de uma variedade de produtos para a obtenção do prazer, como camisinhas, óleos corporais, perfumes, brinquedos eróticos.

Hoje no mercado existem vários tipos de gel lubrificante íntimo: inodoro e incolor (o mais conhecido); coloridos ou com efeitos térmicos, que esquentam ou esfriam. Há também o gel conhecido como redutor vaginal e um lubrificante anestésico que promete novas sensações. Para relações anais o gel com anti-séptico e cicatrizantes naturais é o indicado.

O importante é que qualquer gel seja à base de água para não danificar a camisinha. Além disso, o gel hipoalergênico pode ser interessante para mulheres com hipersensibilidade.

Fonte: “Delas”

Um tapinha não dói mesmo?

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A pegada mais forte na cama pode ser excitante para muitas mulheres, mas não para todas.

A sexóloga Fátima Protti responde dúvidas das leitoras.

Meu namorado fala que “um tapinha não dói”, mas a verdade é que dói sim. Tira todo o meu tesão essa mania de ficar dando tapa durante a transa.
Não vale tudo durante o sexo, só vale quando o fetiche e a fantasia compartilhada fazem bem para ambos, resultando em prazer sexual. Não são todas as pessoas que associam dor ao prazer – portanto, se os “tapinhas” causam desconforto, essa obviamente não é a melhor prática para você. Tente o seguinte: quando ele tentar dar o primeiro tapa, segure suas mãos e transforme o gesto agressivo em carícias em partes do seu corpo, mostrando assim o que deseja naquele momento. Acredito que vocês possam escolher outros recursos para apimentar a transa sem causar constrangimento ou desprazer para um dos lados.

Gosto de transar com o meu marido, mas odeio a mania que ele tem de me xingar durante o sexo. Sei que é tara, mas não gosto. Já conversei, mas não adianta. Eu me sinto ofendida.
O sexo é bom e saudável quando o casal concorda com tudo que é feito durante a transa. Sentir-se ofendido ou agredido pode levar uma das partes a evitar ou rejeitar o sexo. De acordo com vários fatores, como educação, história e experiências sexuais, um estímulo pode ser excitante ou desestimulante, não há uma regra que determine o que é bom para o sexo ou o que é certo. No seu caso, não adianta mais conversar porque parece que ele não quer ouvir. Assim, cabe apenas uma ação: quando ele começar a xingá-la, pare a transa e informe que isso acabou com seu tesão, quem sabe assim ele finalmente escuta.

Parece que homem gosta de demonstrar poder e força durante o sexo. Por que eles são assim?
Atitudes de força e energia estão diretamente ligadas à demonstração de virilidade, além das fantasias de dominação sexual sobre o sexo oposto. Algumas transas podem despertar na mulher o desejo de ser dominada ou de sentir uma “pegada” mais forte. Muitas mulheres, por exemplo, acham excitante ganhar sexo oral com os pulsos amarrados. É preciso apenas certa atenção para o limite sinalizado pela(o) parceira(o) durante a prática sexual.

Fonte: “delas.ig”

Impotência sexual

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Mito Masculino – Temor de Desempenho

Vivemos ainda em uma sociedade muito machista, infelizmente para todos nós. Para os homens, em especial, existe uma pressão desenfreada para a atividade sexual predatória. O que caiu na rede é peixe! E existe, por sinal, um mito milenar de que os homens estão sempre aptos ao sexo, independente de qualquer outro fator. Devem sempre estar com desejo, devem ter plena ereção e não falhar jamais.

Essa situação é um peso muito grande para os ombros de qualquer um. A bem da verdade, qual o homem ao qual nunca lhe faltou potência?

Qual a mulher cujo parceiro já não perdeu a ereção alguma vez na vida?

É necessário desmistificar essa situação. A impotência (disfunção erétil) só se torna um problema ou uma doença quando ela predomina na vida sexual de um homem. Ou seja, quando há uma incapacidade persistente ou recorrente (repetida) de manter uma ereção até a conclusão da atividade sexual. Alguns se queixam de falta completa de rigidez para conseguir uma penetração. Outros conseguem ter o pênis rijo, mas na hora de introduzi-lo perdem a potência.

Atenção! a eventual ocorrência de perda de ereção não é considerada impotência.

O que causa a perda da ereção?

As pesquisas são contraditórias: algumas apontam que 90% da impotência tem causa emocional.

O estresse do dia-a-dia.
A discórdia conjugal.
A falta de atração pela parceira.
A ansiedade ou depressão.
O temor de não desempenhar o sexo adequadamente.
Conflitos emocionais antigos.
Culpa e repressões sexuais.

São algumas das causas psíquicas comuns.

Outros trabalhos científicos relatam que a disfunção erétil nos homens é, na maioria dos casos, orgânica, principalmente quando o homem tem mais que 50 anos.

A deficiência de alguns hormônios masculinos como a testosterona.
Excesso de prolactina.
A presença de algumas doenças como o diabete melito.
O uso de medicações que combatem a hipertensão.
A anormalidade vascular peniana.

São fatores orgânicos importantes a serem levados em consideração na avaliação dessa disfunção sexual.

E tem cura?

Podemos pensar que há uma soma desses fatores orgânicos e emocionais na determinação da impotência. Para o tratamento, então, devemos combinar algumas técnicas terapêuticas para obtenção de maior sucesso.

Após alguns exames de rotina, detectamos a presença ou não de algum problema orgânico. Por exemplo, se há falta de testosterona, podemos repor através de uso de medicação. Se há problema vascular ou neurológico, podemos até indicar cirurgia ou colocação de prótese. Entretanto, tais métodos mais evasivos são de última escolha no tratamento da impotência, só utilizados quando quaisquer outros métodos já falharam completamente.

Quando não há muitos achados positivos nos exames, podemos empregar um tipo de tratamento psicológico, denominado psicoterapia cognitivo-comportamental, que é baseado em tarefas sexuais progressivas e orientação.

O uso concomitante de algumas medicações que provocam a ereção tem elevado o sucesso terapêutico em muitos casos. Entretanto, os mesmos nunca devem ser utilizados sem acompanhamento médico especializado.

Prazer e Sexo: coisas de homem

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1. Por que os homens se masturbam mesmo quando estão se relacionando sexualmente com frequência? A masturbação é mais uma prática sexual para obtenção do prazer e não tem a função de substituir a relação sexual. Filmes eróticos, pornôs, revistas masculinas ou fantasias estimulam a masturbação promovendo sensações diferentes daquelas que ocorrem na penetração.
Para o homem, a prática é mais frequente porque ele tem maior intimidade com o órgão sexual. Contudo, a masturbação não está relacionada a sentimentos ou possíveis insatisfações sexuais, e não compromete, dessa forma, o relacionamento – diferentemente do que muitas mulheres pensam.
A masturbação é uma prática saudável inclusive para as mulheres.

2. Homem se importa com lingerie ou é bobagem investir nisso? Homem adora lingerie. Aliás, a roupa íntima exerce um poder quase mágico nas pessoas – e tanto para quem veste quanto para quem aprecia. É a peça do vestuário feminino onde estão depositadas fantasias eróticas e fetiches. Outros acessórios também seguem essa linha, como sapatos de salto alto, botas, roupas de couro, fantasias, uniformes, máscaras e etc. Dentre as lingeries mais usadas para despertar o desejo estão calcinhas, sutiãs, camisolas e corpetes. As peças em preto e vermelho ainda são as mais procuradas pelas mulheres.

3. Qual é a atitude menos constrangedora que eu posso ter diante de um homem que falha na cama? A perda de ereção pode ocorrer por diversos fatores, inclusive por conta do estresse. Uma atitude amistosa é não fazer da situação uma catástrofe ou usar várias justificativas numa tentativa de aliviar a frustração parceiro – e quem sabe a própria. Agir naturalmente é a melhor opção: assistam a um bom filme, tomem banho juntos… Muitas vezes, uma boa noite de sono é suficiente para resolver o imprevisto. Contudo, se o problema persistir, o ideal é mesmo procurar um urologista. 

Sexualidade Femina: Dicas para uma boa lubrificação

A sexualidade feminina pode ser dividida em quatros etapas: desejo, excitação, orgasmo e resolução.

• Na primeira fase, por meio de fantasias, cheiros, imagens e lembranças, a mulher desenvolve o “desejo”. Por isso, o papel central “a cabeça” na resposta sexual feminina.

• Na fase de excitação, há um aumento de sangue ajudando na dilatação e lubrificação da vagina. Essa lubrificação é essencial para que a mulher obtenha uma relação sexual prazerosa e sem dor.

• No orgasmo ocorre as contrações da vagina, útero e músculos próximos para finalmente ocorrer o relaxamento, a sensação de euforia e satisfação.

• Todas essas etapas ocorrem praticamente juntas, sendo uma totalmente dependente da outra. Por isso, qualquer alteração em umas das fases, pode resultar em uma relação sexual menos prazerosa.

O que é lubrificação vaginal ou intima?

A lubrificação vaginal ou intima resulta de vários fatores, entre eles: hormonais, nervosos, psicológicos, sociais e outros ainda não elucidados. Eles são os responsáveis pela produção aumentada de um muco inodoro, incolor e transparente, que torna a vagina mais fácil à penetração.

Se eu não estiver lubrificada, posso sentir dor durante a relação sexual?

Sim, na verdade a falta de lubrificação é um dos fatores mais comuns que levam ao aparecimento de dor durante a relação. Essa lubrificação pode estar diminuída na menopausa, após histerectomia radical, no período pós-parto e durante a amamentação. Durante a radioterapia e a quimioterapia é comum o aparecimento de secura vaginal. Pacientes diabéticas, hipertensas e deprimidas também podem desenvolver este problema.
A falta de lubrificação pode causar pequenos sangramentos (spotting) até sangramentos mais intensos após a relação sexual. Isso ocorre, porque o atrito gerado sem a adequada lubrificação, acaba “machucando” a parede vaginal.

O que posso fazer para melhorar a minha lubrificação?

Uma forma fácil é através da utilização de lubrificantes vaginais, que imitam a lubrificação íntima. É muito importante que se procure a ajuda de seu médico, para avaliar se é necessário a utilização de outros medicamentos juntamente com os lubrificantes.

Como os lubrificantes podem ajudar?

Os lubrificantes “imitam” a lubrificação natural, tornando a relação sexual menos dolorosa e mais prazerosa. Algumas mulheres com ressecamento vaginal constante, apresentam sintomas de coceira e queimação, que podem ser melhorados com utilização de lubrificantes íntimos.

Posso utilizar qualquer lubrificantes?

Existem diversos lubrificantes disponíveis, por isso é necessário observar as características de cada um, para ver qual deles se encaixa melhor à suas necessidades e ao seu problema.

Existem diferenças entre os lubrificantes? Essas diferenças podem me prejudicar?

A principal diferença é quanto a sua composição. Alguns são a base de substancias oleosas, que tecnicamente são os solúveis em óleo. Esses produtos, como a parafina e a vaselina, soa de difícil remoção, podendo deixar resíduos na vagina. Alem disso, não devem ser utilizados com preservativos sexuais de látex, ou por mulheres com diafragma.

Com que freqüência posso usá-los?

Toda vez que se deseje maior lubrificação local. Podem ser usados antes e durante a relação sexual ou em exames ginecológicos.

Qual o modo de uso?

Os lubrificantes íntimos devem ser aplicados nos genitais externos de ambos os parceiros.

A lubrificação na menopausa?

A mulher menopausada sofre uma serie de alterações no seu corpo que tendem a aumentar com o avanço da idade. Os sintomas apresentados, são as “ondas de calor”, acompanhadas de rubor e transpiração, juntamente com o ressecamento gradual da vagina acompanhado de coceira e sensação de queimação (vageniti atrófica). Outros sintomas como dores de cabeça, insônia, depressão, intolerância, tontura e outros, costumam acometer apenas algumas mulheres. É importante procurar seu ginecologista expor o seu problema e se inibição se adaptar a essa nova condição.
Neste período da vida feminina, o desejo sexual pode ser afetado. Muitas mulheres continuam com libido intensa, entretanto se sentem pouco atraentes pelas mudanças ocorridas.
Esses sentimentos contrários geram grande aflição, piorando muito a vida sexual. Atualmente existem diversos tratamentos para diminuir ou mesmo curar estes sintomas.
O papel dos lubrificantes não é apenas aumentar a lubrificação e diminuir os sintomas locais. Eles são ferramentas entre tantas outras disponíveis, para que a mulher possa utilizá-los na recuperação da sua auto-estima e na melhora da qualidade de sua vida sexual.

A melhor maneira de se manter fisicamente e mentalmente saudável é nunca deixar de praticar atividades físicas, mentais e sexuais.

Para maiores esclarecimentos converse com o seu médico.